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Publicado em 03/11/2011, às16:25

Advogados tentam convencer júri do caso Michael Jackson com considerações finais

Promotoria foi a primeira a falar e apelou, inclusive, para as questões emotivas, citando os filhos do cantor

Da Redação

Depois de encerradas as participações de testemunhas no julgamento do médico Conrad Murray, que responde por homicídio culposo de Michael Jackson, a promotoria e a defesa do profissional fazem suas considerações finais antes que o júri tome a decisão de condená-lo ou não.

Nesta quinta-feira, dia 3, quem começou a discursar foi David Walgren, representante da acusação. Ele não só voltou a comentar todas as possíveis falhas que Murray teve desde que começou a trabalhar para o cantor (como ceder aos pedidos de Propofol, ser negligente ao deixá-lo sozinho no quarto enquanto era medicado e não ligar imediatamente para o socorro quando Jackson passou mal, entre outros), mas, também, apelou para o lado emotivo do caso.

Ele iniciou seu pronunciamento dizendo que para Prince, Paris e Blanket, filhos de Michael, o caso não se encerraria hoje, já que eles perderam o pai. Walgren citou os planos do artista em se dedicar somente à família após a realização da turnê This Is It. Esta, por sua vez, serviria como um agradecimento de Jackson a seus fãs por tamanha lealdade ao longo de sua carreira.

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