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Divulgação Para celebrar o cinema brasileiro, o ESTRELANDO reuniu os personagens que marcaram as telonas. Começando por Fernanda Torres, que deu vida à Eunice Paiva no filme Ainda Estou Aqui. A obra foi muito aclamado pelo público e pela crítica especializada, levando pela primeira vez um Oscar como Melhor Filme Internacional. A seguir, relembre outros personagens que deixaram sua marca no cinema brasileiro!
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Divulgação Fernanda Montenegro também marcou em Central do Brasil, longa de 1998. Na trama, ela interpreta Dora, uma professora que escreve cartas para analfabetos na estação Central do Brasil. Ela ajuda inclusive um garoto, Josué, que perdeu a mãe e que nunca conheceu seu pai. Ela então se envolve na história do menino e o leva para o interior do nordeste para se encontrar com seu pai. O filme ganhou o Urso de Ouro no Festival de Berlim.
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Divulgação No primeiro filme Tropa de Elite, de 2007, o Capitão Nascimento encontra um substituto para seu posto enquanto tenta capturar traficantes de drogas e criminosos. No desenrolar dos acontecimentos, o dia a dia do BOPE é retratado. Muitas frases do personagem ficaram marcadas, como Nunca serão. Jamais serão e Pede pra sair. O sucesso foi tanto que acabou sendo lançado, em 2010, a continuação, que leva o nome de Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora é Outro.
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Divulgação Estrelado por Pedro Cardoso, Fernanda Torres, Cláudia Abreu, Matheus Nachtergaele, Luiz Fernando Guimarães e com participação especial de Fernanda Montenegro, O Que É Isso, Companheiro? é uma produção renomada do cinema nacional. Dirigido por Bruno Barreto, o longa de 1997 concorreu ao Oscar na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.
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Divulgação Olga é um filme de 2004, protagonizado pela atriz Camila Morgado, que traz a história da militante alemã, judia e comunista Olga Benário Prestes. Para viver Olga, a atriz teve inclusive que emagrecer sete quilos para interpretar a esposa de Luiz Carlos Prestes. Além disso, ela raspou a cabeça para recontar a história com a maior veracidade possível.
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Divulgação Interpretado por Leandro Firmino, Zé Pequeno foi o grande destaque do filme Cidade de Deus. O filme retrata o crime organizado na Cidade de Deus em meados dos anos 60 até os anos 80. A história traz dois meninos que moram em um violento bairro do Rio de Janeiro, porém tomam caminhos diferentes: Buscapé tenta uma vida honesta, enquanto Dadinho, que viria a ser chamado de Zé Pequeno, vira um traficante de drogas. O sucesso do longa dirigido por Fernando Meirelles foi tanto, que até rendeu quatro indicações ao Oscar.
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Divulgação Em Meu Nome Não É Johnny, Selton Mello deu vida a João Guilherme Estrella, nascido em uma família de classe média do Rio de Janeiro e que durante sua infância e adolescência frequentou os melhores colégios e teve as mais influentes companhias da cidade. No entanto, entre os anos 80 e 90 ele conheceu o mundo das drogas e acabou se tornando o maior vendedor de substâncias ilícitas do Rio de Janeiro, sendo preso em 1995.
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Divulgação Não dá para deixar de mencionar a comédia repleta de regionalismos e elementos religiosos que é O Auto da Compadecida. Matheus Nachtergaele atraiu toda a atenção ao interpretar o sertanejo João Grilo, um sertanejo muito malandro que tem um amigo inseparável, Chicó, vivido por Selton Mello. Anos depois, a continuação do longa foi gravada.
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Divulgação Em Bicho de Sete Cabeças, Rodrigo Santoro deu vida a Neto, um jovem internado em um hospital psiquiátrico e que passa por situações abusivas no estabelecimento. O filme aborda tanto o mundo das drogas quanto a relação entre pai e filho.
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Divulgação A história de Hoje Eu Quero Voltar Sozinho gira em torno de Leonardo, interpretado por Guilherme Lobo, que é um estudante cego em busca de sua independência, apesar de ter uma mãe superprotetora. Porém, a chegada de Gabriel, papel de Fabio Abud, na cidade em que mora, acaba despertando novos sentimentos e descobertas.