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Sabia que algumas celebridades possuem altas habilidades ou superdotação? Pois é, diversos famosos já falaram sobre o assunto, explicando também como o diagnóstico as impactaram.
Montagem-Divulgação-TV Globo
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Em abril de 2026, Thainá Muller compartilhou no Instagram o vídeo de uma criança falando sobre superdotação. Na legenda, a artista revelou que também recebeu o disgnóstico e contou como ele impactou sua vida: Esperei uma vida toda por esse debate. Eu também, depois de diagnosticada aos cinco anos, fui adiantada na escola. E isso mudou minha vida, pois apesar do cérebro rápido, minhas emoções ainda eram de uma criança hipersensível. O desencaixe era inevitável. Aos 16 já estava indo pro segundo semestre da faculdade. Tudo muito cedo e sem acompanhamento. Vejo amigas mães de crianças superdotadas encontrando muitos desafios, porque os leigos tratam esse funcionamento neurológico como um dom e não uma neurodivergência que também traz dificuldades. Espero que esse debate promova inclusão, acompanhamento e acolhimento pra crianças que como eu, nunca se encaixaram no que é dito como normal.
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Whindersson Nunes revelou em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, como a internação para tratar a dependência de álcool o levou ao diagnóstico de altas habilidades ou superdotação. Na conversa, ele começou relembrando: - Eu [estava internado] por causa dessa dependência de álcool. Eu queria saber o porquê dessa vontade de terminar com a garrafa. Só queria beber se fosse a garrafa inteira, não podia tomar um pouco. Só queria se fosse inteira, se fosse muito, se fosse demais. E contou que foi durante sua internação que a equipe médica fez diferentes exames de rotina e decidiu aplicar um teste de altas habilidades: - Internado, você fica constantemente observado, e me chamaram para fazer o teste de altas habilidades. Eu achava que isso [de superdotação] era alguma coisa muito distante, mas não é. Percebi que eu já tentava, por meio das artes, fazer alguma gambiarra na minha vida que me ajudasse [com o constante sentimento de melancolia], porque eu não fui assistido por pais que estavam preparados para isso. Entendi por que eu me sentia de tal forma. Desde pequeno, preferia andar sozinho do que estar com a turma. O comediante compartilha que seu QI foi mensurado em 138, sendo que a média costuma ser 96. Com o diagnóstico, agora ele entende como sua mente funciona e consegue criar mecanismos para lidar com as dificuldades cotidianas: - É questão de autoconhecimento, do que eu posso fazer para me preparar para esses períodos... para não deixar essa melancolia me abraçar.
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Durante participação no programa Sem Censura, da TV Brasil, Fabiana Karla falou sobre o diagnóstico de superdotação. No programa, ela começou declarando: - Eu tenho muitas inquietações, que depois eu descobri o porquê de sofrer tanto ao longo da vida com algumas coisas que eram tão simples para outras pessoas. Sou ambidestra, então os dois hemisférios brigam um com o outro. Um quer a razão, e o outro quer a emoção, e você tem que se virar. São várias camadas. Isso é uma condição, não é uma coisa que eu queira. Em seguida, continuou: - Eu queria desmistificar que uma pessoa superdotada sabe de tudo. Ela pode ter coerência em algumas coisas, maior QI em algum aspecto, mas não quer dizer que é em tudo. Na hora de falar as coisas, eu tenho verbo e seria uma boa advogada, seria uma boa atriz, mas tenho muitas máscaras de defesa. E completou: - A minha hipersensibilidade em relação às pessoas é muito nociva, eu tenho muitas camadas que são dolorosas. Não é uma coisa Fulana é superdotada! Vai dizer no Luciano Huck quanto dá a soma. Não é sobre isso. As escolas precisam ter um olhar para essas crianças porque eu fui uma criança negligenciada. A gente tá cheio de crianças com diagnóstico só de TDAH que têm superdotação. Não vem só a superdotação, ela se camufla com TDAH, com TEA. Eu tenho várias situações de problema com calor, com temperatura, com barulho.
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Whindersson Nunes revelou em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, como a internação para tratar a dependência de álcool o levou ao diagnóstico de altas habilidades ou superdotação. Na conversa, ele começou relembrando: - Eu [estava internado] por causa dessa dependência de álcool. Eu queria saber o porquê dessa vontade de terminar com a garrafa. Só queria beber se fosse a garrafa inteira, não podia tomar um pouco. Só queria se fosse inteira, se fosse muito, se fosse demais. E contou que foi durante sua internação que a equipe médica fez diferentes exames de rotina e decidiu aplicar um teste de altas habilidades: - Internado, você fica constantemente observado, e me chamaram para fazer o teste de altas habilidades. Eu achava que isso [de superdotação] era alguma coisa muito distante, mas não é. Percebi que eu já tentava, por meio das artes, fazer alguma gambiarra na minha vida que me ajudasse [com o constante sentimento de melancolia], porque eu não fui assistido por pais que estavam preparados para isso. Entendi por que eu me sentia de tal forma. Desde pequeno, preferia andar sozinho do que estar com a turma. O comediante compartilha que seu QI foi mensurado em 138, sendo que a média costuma ser 96. Com o diagnóstico, agora ele entende como sua mente funciona e consegue criar mecanismos para lidar com as dificuldades cotidianas: - É questão de autoconhecimento, do que eu posso fazer para me preparar para esses períodos... para não deixar essa melancolia me abraçar.
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Em 2025, Rafael Cardoso revelou em entrevista ao Domingo Espetacular, da Record, que faz parte do grupo de pessoas neurodivergentes: - Tenho a condição de superdotação.
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