Harry Styles revela que se sentiu sozinho após o fim do One Direction
16/Fev/
Harry Styles abriu o coração ao revisitar um dos momentos mais delicados de sua trajetória: a dissolução do One Direction, em 2015. Em entrevista ao estilista Harry Lambert, da qual, foi publicada pela revista The Sunday Times Magazine, o artista contou que a mudança para a carreira solo trouxe inseguranças e um sentimento inesperado de solidão.
Harry explicou que estar em um grupo oferecia certa proteção.
Quando você está em uma banda com outras quatro pessoas, há muito espaço para se esconder. Há um limite para o peso que você carrega nos ombros. Nas primeiras vezes que subi ao palco [sem o One Direction], eu pensava: O que eu faço com as minhas mãos? Mas também me senti muito sozinho de repente. Tive a sorte de ter a oportunidade de encontrar pessoas interessadas no que eu ia criar, mas coloquei muita pressão em mim mesmo, querendo que tudo desse certo.
Ao lançar o primeiro álbum individual, em 2017, o cantor relembrou que também havia o medo de decepcionar quem acreditava em seu potencial fora da boyband. Segundo Harry, ele sentir que queria explorar novos caminhos musicais, mas a expectativa do público falava alto.
Com aquele primeiro álbum, eu estava tentando explorar que tipo de música eu faria sozinho, mas naquele momento senti que muitas pessoas tinham depositado fé em mim e eu não queria desapontá-las ou decepcioná-las.
Anos depois, outra virada importante aconteceu: a decisão de parar. Após encerrar a turnê Love on Tour, em julho de 2023, o artista tirou o primeiro grande período de descanso em mais de dez anos de carreira. A ideia, num primeiro momento, pareceu assustadora.
Eu não sabia se conseguiria. Mas era o momento certo para mim. Tínhamos terminado a turnê em julho e eu faria 30 anos em fevereiro. Era hora de parar um pouco e dar atenção a outras áreas da minha vida.
Foi na Roma que ele aprendeu a desacelerar. O cantor contou que passou a valorizar prazeres simples, como sentar em um café sem pressa, descobrir o tempo das refeições e estar realmente presente nos momentos. Para ele, essa experiência foi transformadora e ajudou a compreender quem é longe da engrenagem intensa da indústria musical.
A Itália se tornou tão importante para mim porque eu estava acostumado com tudo acontecendo muito rápido e com a correria do dia a dia, mas aí me lembro de ir a um café, sentar e tomar um café e pensar: Não me lembro da última vez que me sentei para tomar um café, se é que alguma vez me sentei para simplesmente tomar um café. De repente, através dos meus amigos, descobri que fazer uma refeição é mais do que simplesmente sentar e repor as energias. Percebi o prazer de estar presente no momento. Os romanos são mestres nisso, essa é a especialidade deles. O ritmo que eles me ensinaram tem sido muito especial.
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