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Publicada em 30/04/2026 às 09:00 | Atualizada em 30/04/2026 às 09:16

No Saia Justa, Ana Paula Renault fala sobre jogo arriscado no BBB26 e fiscais do luto: Só eu sei do quão forte é minha relação com meu pai

A campeã da edição de 2026 bateu com um papo com Tati Machado, Eliana, Juliette, Erika Januza e Bela Gil

Da Redação

Divulgação-GNT

Ana Paula Renault segue cumprindo sua agenda de campeã do BBB26. E na noite da última quarta-feira, dia 29, a jornalista foi convidada para bater um papo com Tati Machado, Eliana, Juliette, Erika Januza e Bela Gil no Saia Justa

No programa ao vivo, que marcou o encontro de duas grandes campeãs do reality, Juliette e Ana, o grupo ainda discutiu temas como luto, feminismo e evolução. 

- É um misto de sentimentos, porque aconteceram várias coisas. Eu ainda não consegui entender nada de forma plena: não consegui ficar feliz de forma plena ou ficar triste de forma plena, começou Ana, ao falar sobre como está a vida após o reality. 

Vale lembrar que dois dias antes da grande final, a jornalista descobriu que o pai, Gerardo Renault, de 96 anos, havia morrido. Ana, que sempre foi muito próxima ao patriarca, passou os primeiros momentos após a notícia em transmissão ao vivo, em rede nacional. Após sair do programa campeã, contou que ainda teve que lidar com o que chamou de fiscais do luto.

- O roteirista do Brasil é maluco, mas acho que tem uns fundamentos. Se fosse em outras circunstâncias [a morte do pai], eu não conseguiria, porque quem me conhece sabe a importância dele na minha vida. Me salvou de algo que eu não conseguiria me retirar depois. Só eu sei o quão forte é minha relação com meu pai. Por isso estou aqui hoje, sobrevivendo, vivendo, e certeza que vou conseguir superar. Acho que do jeito que aconteceu é como deveria ter acontecido. 

E continua:

- É muito clichê falar que Deus escreve certo por linhas tortas --tortíssimas e doloridíssimas--, mas me salvou de algo que talvez eu não conseguiria me tirar depois. Só eu sei do quão forte é minha relação com meu pai.

Durante o bate-papo, Tati Machado, que perdeu o pai há cinco anos, se identificou com Ana e disparou:

- Dor é dor, cada um sabe a sua. 

Ainda no tema luto, Ana compartilhou uma reflexão:

- Eu li esses dias que o luto parece quando estamos sujos de glitter. No primeiro momento, tudo é muito brilhante, tudo muito sujo e tal, a gente consegue dar uma limpada ali. Mas vira e mexe você abre uma gaveta, vê uma blusa e está lá aquele brilhinho para não te fazer esquecer.

Jogo arriscado 

Ana também revisitou sua participação no BBB16, e a dolorosa expulsão que lhe impediu de ganhar o prêmio naquele ano. Questionada se realmente não havia mudado em dez anos, a jornalista afirmou que não, e ainda contou que fez o mesmo jogo nas duas edições do reality:

- Errei, errei, sim, então foi uma expulsão justa. Eu invadi o limite do coleguinha, fui péssima, mas este ano fiz várias das coisas que também fiz lá em 2016, mas fui invalidada naquela época. Só que agora, graças a Deus, as pessoas entenderam, porque eu acho que o mundo mudou, eu também consegui mudar a forma de me posicionar.

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No Saia Justa, Ana Paula Renault fala sobre jogo arriscado no BBB26 e fiscais do luto: Só eu sei do quão forte é minha relação com meu pai

30/Abr/

Ana Paula Renault segue cumprindo sua agenda de campeã do BBB26. E na noite da última quarta-feira, dia 29, a jornalista foi convidada para bater um papo com Tati Machado, Eliana, Juliette, Erika Januza e Bela Gil no Saia Justa

No programa ao vivo, que marcou o encontro de duas grandes campeãs do reality, Juliette e Ana, o grupo ainda discutiu temas como luto, feminismo e evolução. 

- É um misto de sentimentos, porque aconteceram várias coisas. Eu ainda não consegui entender nada de forma plena: não consegui ficar feliz de forma plena ou ficar triste de forma plena, começou Ana, ao falar sobre como está a vida após o reality. 

Vale lembrar que dois dias antes da grande final, a jornalista descobriu que o pai, Gerardo Renault, de 96 anos, havia morrido. Ana, que sempre foi muito próxima ao patriarca, passou os primeiros momentos após a notícia em transmissão ao vivo, em rede nacional. Após sair do programa campeã, contou que ainda teve que lidar com o que chamou de fiscais do luto.

- O roteirista do Brasil é maluco, mas acho que tem uns fundamentos. Se fosse em outras circunstâncias [a morte do pai], eu não conseguiria, porque quem me conhece sabe a importância dele na minha vida. Me salvou de algo que eu não conseguiria me retirar depois. Só eu sei o quão forte é minha relação com meu pai. Por isso estou aqui hoje, sobrevivendo, vivendo, e certeza que vou conseguir superar. Acho que do jeito que aconteceu é como deveria ter acontecido. 

E continua:

- É muito clichê falar que Deus escreve certo por linhas tortas --tortíssimas e doloridíssimas--, mas me salvou de algo que talvez eu não conseguiria me tirar depois. Só eu sei do quão forte é minha relação com meu pai.

Durante o bate-papo, Tati Machado, que perdeu o pai há cinco anos, se identificou com Ana e disparou:

- Dor é dor, cada um sabe a sua. 

Ainda no tema luto, Ana compartilhou uma reflexão:

- Eu li esses dias que o luto parece quando estamos sujos de glitter. No primeiro momento, tudo é muito brilhante, tudo muito sujo e tal, a gente consegue dar uma limpada ali. Mas vira e mexe você abre uma gaveta, vê uma blusa e está lá aquele brilhinho para não te fazer esquecer.

Jogo arriscado 

Ana também revisitou sua participação no BBB16, e a dolorosa expulsão que lhe impediu de ganhar o prêmio naquele ano. Questionada se realmente não havia mudado em dez anos, a jornalista afirmou que não, e ainda contou que fez o mesmo jogo nas duas edições do reality:

- Errei, errei, sim, então foi uma expulsão justa. Eu invadi o limite do coleguinha, fui péssima, mas este ano fiz várias das coisas que também fiz lá em 2016, mas fui invalidada naquela época. Só que agora, graças a Deus, as pessoas entenderam, porque eu acho que o mundo mudou, eu também consegui mudar a forma de me posicionar.