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Publicada em 18/08/2026 às 19:20 | Atualizada em 18/08/2026 às 19:20

Antônio Fagundes relembra situação inusitada no velório da mãe: - Fomos para uma churrascaria

O ator citou que uma sobrinha ficou incomodada com sua atitude

Da Redação

Divulgação-GNT

Ao participar do Papo De Segunda, programa do GNT, Antônio Fagundes foi questionado por João Vicente de Castro se já viveu algum momento em que se deparou com um problema que parecia gigante, mas rir dele o ajudou a resolver. O ator então relembrou uma situação inusitada que enfrentou no velório de sua mãe. 

- Eu já devia ter visto em outras situações, mas o momento que percebi isso foi no enterro da minha mãe. Estava enterrando minha mãe naquele velório. Aquela coisa incrível que é um velório, porque ele é uma necessidade, um rito para você assimilar o luto, mas, ao mesmo tempo, era uma coisa louca, absurda. Você tinha que fechar o velório às 21h, porque estava tendo assalto em velório, começou ele contando.

Diante do fato de que o local precisaria ser fechado à noite por questões de segurança, o artista decidiu deixar o local mais cedo e revelou para onde foi com a família: 

- Achei aquilo tão absurdo, que eram 19h e falei: Vamos fechar já. Tinha umas 20 pessoas, uns parentes, fomos para uma churrascaria, fizemos aquela mesa enorme, taca caipirinha, cada um contando uma coisa engraçada da minha mãe. Nós começamos a rir desbragadamente naquele velório.

Em seguida, Antônio confessa que uma sobrinha ficou incomodada com sua atitude e relembra também uma frase dita pelo padre durante a cerimônia de despedida: 

- Tenho uma sobrinha que até hoje não me perdoa por isso. Ela falou: Como você conseguiu rir no velório da vovó? Eu falei: Porque realmente foi a solução do problema. No dia seguinte, o enterro foi uma coisa linda. A gente teva a sorte de pegar um padre, eu não sou religioso, mas a minha mãe era um pouco, aí apareceu um padre lá, ele era do Cabo Verde, falou uma coisa linda, que estava celebrando a vida da minha mãe e não a morte dela.

E finaliza:

- No fim, foi aquilo, 50% a gente riu e os outros 50% vieram na cola. Não é fácil fazer isso, mas entendi que se conseguirmos e, quando conseguimos, é um bom caminho.




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Antônio Fagundes relembra situação inusitada no velório da mãe: <i>- Fomos para uma churrascaria</i>

Antônio Fagundes relembra situação inusitada no velório da mãe: - Fomos para uma churrascaria

18/Ago/

Ao participar do Papo De Segunda, programa do GNT, Antônio Fagundes foi questionado por João Vicente de Castro se já viveu algum momento em que se deparou com um problema que parecia gigante, mas rir dele o ajudou a resolver. O ator então relembrou uma situação inusitada que enfrentou no velório de sua mãe. 

- Eu já devia ter visto em outras situações, mas o momento que percebi isso foi no enterro da minha mãe. Estava enterrando minha mãe naquele velório. Aquela coisa incrível que é um velório, porque ele é uma necessidade, um rito para você assimilar o luto, mas, ao mesmo tempo, era uma coisa louca, absurda. Você tinha que fechar o velório às 21h, porque estava tendo assalto em velório, começou ele contando.

Diante do fato de que o local precisaria ser fechado à noite por questões de segurança, o artista decidiu deixar o local mais cedo e revelou para onde foi com a família: 

- Achei aquilo tão absurdo, que eram 19h e falei: Vamos fechar já. Tinha umas 20 pessoas, uns parentes, fomos para uma churrascaria, fizemos aquela mesa enorme, taca caipirinha, cada um contando uma coisa engraçada da minha mãe. Nós começamos a rir desbragadamente naquele velório.

Em seguida, Antônio confessa que uma sobrinha ficou incomodada com sua atitude e relembra também uma frase dita pelo padre durante a cerimônia de despedida: 

- Tenho uma sobrinha que até hoje não me perdoa por isso. Ela falou: Como você conseguiu rir no velório da vovó? Eu falei: Porque realmente foi a solução do problema. No dia seguinte, o enterro foi uma coisa linda. A gente teva a sorte de pegar um padre, eu não sou religioso, mas a minha mãe era um pouco, aí apareceu um padre lá, ele era do Cabo Verde, falou uma coisa linda, que estava celebrando a vida da minha mãe e não a morte dela.

E finaliza:

- No fim, foi aquilo, 50% a gente riu e os outros 50% vieram na cola. Não é fácil fazer isso, mas entendi que se conseguirmos e, quando conseguimos, é um bom caminho.