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Publicada em 23/09/2026 às 15:24 | Atualizada em 23/09/2026 às 15:33

Alexandre Pires estaria na mira da Polícia Federal em investigação sobre garimpo ilegal

Cantor teria sido citado em uma nova etapa de investigação que apura possíveis irregularidades envolvendo a extração de cassiterita na Terra Yanomami

Da Redação

AgNews

Alexandre Pires estaria na mira da Polícia Federal em uma investigação sobre um possível esquema de garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami, em Roraima. O cantor estaria entre os alvos de uma nova fase da Operação Disco de Ouro, que investiga a extração e a comercialização de cassiterita, um tipo de mineral. 

Alexandre teria sido alvo de uma ordem de busca e apreensão. Outras pessoas do setor empresarial também estariam sendo investigadas, entre elas Matheus Possebon, um empresário que teria relação profissional com o cantor.

A empresa A.P.N. Serviços Ltda., ligada a Alexandre, teria recebido inicialmente 2,53 milhões de reais, conforme uma planilha que estaria sendo analisada pelos investigadores. O cantor teria recebido mais de 4 milhões de reais que fariam parte das transferências investigadas. A operação também levantaria suspeitas de lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. 

Em declaração ao Metrópoles, a defesa de Alexandre Pires negou qualquer envolvimento do cantor com atividades fora de seu ramo artístico. O advogado Luiz Flávio Borges D'Urso, que assinou a nota, esclareceu a relação entre o empresário e o artista:

A defesa do cantor Alexandre Pires vem a público esclarecer que a relação profissional mantida com o empresário Matheus Possebon esteve restrita à intermediação da venda de shows do artista à época. Não houve qualquer outra relação jurídica ou comercial entre Alexandre Pires e Matheus Possebon além daquela diretamente ligada à atividade artística do cantor. Eventuais fatos investigados pela Polícia Federal que estejam fora desse contexto dizem respeito exclusivamente a atos atribuídos ao citado empresário, praticados fora de sua atuação como intermediador na venda de shows de Alexandre Pires. O cantor segue com tranquilidade sua vida pessoal e profissional, confiante no esclarecimento dos fatos e certo de que a verdade será devidamente demonstrada.

A defesa de Matheus Possebon também se manifestou sobre o caso para o Metrópoles. Segundo o advogado Fábio Tofic, o empresário e sua equipe estariam surpresos com a notícia. A defesa afirma que os fatos investigados seriam antigos e que Matheus sempre teria permanecido à disposição das autoridades:

A defesa de Matheus Possebon recebeu com surpresa a nova fase da operação deflagrada nesta quarta-feira e, até o momento, não teve acesso à decisão que a fundamentou. De todo modo, os fatos investigados são antigos, remontam aos anos de 2022 e 2023, e integram uma apuração que já se estende por mais de quatro anos, período em que MATHEUS sempre esteve à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários. Matheus é empresário dos setores de música e entretenimento e nunca atuou no comércio ou na exportação de minérios, circunstância que já pôde ser verificada ao longo da própria investigação. Tanto é assim que, ainda em 2023, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região revogou sua prisão por reconhecer que os elementos então apresentados contra ele não bastavam para caracterizar os crimes investigados, destacando que ele exerce atividade empresarial lícita e compatível com seus rendimentos.

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Alexandre Pires estaria na mira da Polícia Federal em investigação sobre garimpo ilegal

Alexandre Pires estaria na mira da Polícia Federal em investigação sobre garimpo ilegal

23/Set/

Alexandre Pires estaria na mira da Polícia Federal em uma investigação sobre um possível esquema de garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami, em Roraima. O cantor estaria entre os alvos de uma nova fase da Operação Disco de Ouro, que investiga a extração e a comercialização de cassiterita, um tipo de mineral. 

Alexandre teria sido alvo de uma ordem de busca e apreensão. Outras pessoas do setor empresarial também estariam sendo investigadas, entre elas Matheus Possebon, um empresário que teria relação profissional com o cantor.

A empresa A.P.N. Serviços Ltda., ligada a Alexandre, teria recebido inicialmente 2,53 milhões de reais, conforme uma planilha que estaria sendo analisada pelos investigadores. O cantor teria recebido mais de 4 milhões de reais que fariam parte das transferências investigadas. A operação também levantaria suspeitas de lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. 

Em declaração ao Metrópoles, a defesa de Alexandre Pires negou qualquer envolvimento do cantor com atividades fora de seu ramo artístico. O advogado Luiz Flávio Borges D'Urso, que assinou a nota, esclareceu a relação entre o empresário e o artista:

A defesa do cantor Alexandre Pires vem a público esclarecer que a relação profissional mantida com o empresário Matheus Possebon esteve restrita à intermediação da venda de shows do artista à época. Não houve qualquer outra relação jurídica ou comercial entre Alexandre Pires e Matheus Possebon além daquela diretamente ligada à atividade artística do cantor. Eventuais fatos investigados pela Polícia Federal que estejam fora desse contexto dizem respeito exclusivamente a atos atribuídos ao citado empresário, praticados fora de sua atuação como intermediador na venda de shows de Alexandre Pires. O cantor segue com tranquilidade sua vida pessoal e profissional, confiante no esclarecimento dos fatos e certo de que a verdade será devidamente demonstrada.

A defesa de Matheus Possebon também se manifestou sobre o caso para o Metrópoles. Segundo o advogado Fábio Tofic, o empresário e sua equipe estariam surpresos com a notícia. A defesa afirma que os fatos investigados seriam antigos e que Matheus sempre teria permanecido à disposição das autoridades:

A defesa de Matheus Possebon recebeu com surpresa a nova fase da operação deflagrada nesta quarta-feira e, até o momento, não teve acesso à decisão que a fundamentou. De todo modo, os fatos investigados são antigos, remontam aos anos de 2022 e 2023, e integram uma apuração que já se estende por mais de quatro anos, período em que MATHEUS sempre esteve à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários. Matheus é empresário dos setores de música e entretenimento e nunca atuou no comércio ou na exportação de minérios, circunstância que já pôde ser verificada ao longo da própria investigação. Tanto é assim que, ainda em 2023, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região revogou sua prisão por reconhecer que os elementos então apresentados contra ele não bastavam para caracterizar os crimes investigados, destacando que ele exerce atividade empresarial lícita e compatível com seus rendimentos.

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