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Publicada em 24/09/2026 às 11:15 | Atualizada em 24/09/2026 às 11:22

Erika Januza fala sobre relacionamentos após fim do namoro com Arlindinho: - As pessoas não têm mais tempo de se interessar

Durante o Saia Justa da última quarta-feira, dia 23, Eliana também deu sua opinião sobre aplicativos de namoro

Da Redação

Divulgação-TV Globo

Erika Januza comentou durante conversa no programa Saia Justa, do GNT, que foi ao ar na última quarta-feira, dia 23, sobre a dificuldade das pessoas de se relacionarem hoje em dia. A atriz terminou um relacionamento em julho de 2026 com Arlindinho, com quem esteve junto por cerca de oito meses, por supostas traições vindas do cantor.

No bate-papo, a atriz refletiu que a quantidade de opções faz com que as pessoas não queiram estar somente com uma pessoa e pensem que, diante de qualquer problema no relacionamento, podem simplesmente trocar de parceiro.

- A oferta, e a procura tá muito alta. Você tá procurando, mas tem tantas opções, tantas opções. Por que que eu vou ficar com uma só? Você tem tantas opções aqui se apresentando pra mim. Vai dar tanto trabalho e fulano, já começou a dar problema, já vou sair daqui e vou pra essa outra opção aqui que tá me parecendo dar menos trabalho. E aí você vai aqui, ah não, já me irritou, já vou pular pra cá. As pessoas não têm mais tempo de se interessar, de aprender, de conversar, de trocar. A gente não vai na mesma velocidade.

Confira o trecho:

Ainda sobre relacionamentos, Eliana também contou o que pensa sobre os aplicativos de relacionamento. Segundo ela, a possibilidade de escolher a pessoa perfeita por meio dos aplicativos faz com que as pessoas percam um pouco a curiosidade e o desejo pelo novo e pelo diferente, já que, muitas vezes, já é possível saber diversas coisas sobre alguém antes mesmo de conhecê-lo pessoalmente.

- Me chama a atenção daquele match ilusório. Quando você entra num app de relacionamento, parece que você vai encontrar com uma pessoa super alinhada com os teus desejos, as suas vontades. Você chega, a realidade é bem outra. E penso também que, assim, a gente perdeu o que é uma pena, né? Ou quem gosta de estar nos apps, ou por alguma razão precisa estar. Talvez a gente tenha perdido um pouco daquele desejo, aquela curiosidade do novo, do diferente. Porque, olha, se você sai com alguém que deu um match perfeito com você, logo essa pessoa gosta das coisas que você gosta. E eu me lembro, porque eu nunca entrei nos apps de namoro, Renato, confesso, mas eu me lembro que todos os relacionamentos que eu iniciei, eles eram assim, ah, tem alguém bacana, mas eu conhecia novas culturas, novos desejos, uma música nova, um novo restaurante, um modo de pensar, de viver. Os relacionamentos eram de verdade nesse lugar, não precisava de match perfeito. Aliás, o imperfeito, que era bacana, porque o imperfeito me levava para lugares que talvez eu não imaginasse que eu poderia ir, sabe?

Confira o trecho:

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Erika Januza fala sobre relacionamentos após fim do namoro com Arlindinho: <i>- As pessoas não têm mais tempo de se interessar</i>

Erika Januza fala sobre relacionamentos após fim do namoro com Arlindinho: - As pessoas não têm mais tempo de se interessar

24/Set/

Erika Januza comentou durante conversa no programa Saia Justa, do GNT, que foi ao ar na última quarta-feira, dia 23, sobre a dificuldade das pessoas de se relacionarem hoje em dia. A atriz terminou um relacionamento em julho de 2026 com Arlindinho, com quem esteve junto por cerca de oito meses, por supostas traições vindas do cantor.

No bate-papo, a atriz refletiu que a quantidade de opções faz com que as pessoas não queiram estar somente com uma pessoa e pensem que, diante de qualquer problema no relacionamento, podem simplesmente trocar de parceiro.

- A oferta, e a procura tá muito alta. Você tá procurando, mas tem tantas opções, tantas opções. Por que que eu vou ficar com uma só? Você tem tantas opções aqui se apresentando pra mim. Vai dar tanto trabalho e fulano, já começou a dar problema, já vou sair daqui e vou pra essa outra opção aqui que tá me parecendo dar menos trabalho. E aí você vai aqui, ah não, já me irritou, já vou pular pra cá. As pessoas não têm mais tempo de se interessar, de aprender, de conversar, de trocar. A gente não vai na mesma velocidade.

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Ainda sobre relacionamentos, Eliana também contou o que pensa sobre os aplicativos de relacionamento. Segundo ela, a possibilidade de escolher a pessoa perfeita por meio dos aplicativos faz com que as pessoas percam um pouco a curiosidade e o desejo pelo novo e pelo diferente, já que, muitas vezes, já é possível saber diversas coisas sobre alguém antes mesmo de conhecê-lo pessoalmente.

- Me chama a atenção daquele match ilusório. Quando você entra num app de relacionamento, parece que você vai encontrar com uma pessoa super alinhada com os teus desejos, as suas vontades. Você chega, a realidade é bem outra. E penso também que, assim, a gente perdeu o que é uma pena, né? Ou quem gosta de estar nos apps, ou por alguma razão precisa estar. Talvez a gente tenha perdido um pouco daquele desejo, aquela curiosidade do novo, do diferente. Porque, olha, se você sai com alguém que deu um match perfeito com você, logo essa pessoa gosta das coisas que você gosta. E eu me lembro, porque eu nunca entrei nos apps de namoro, Renato, confesso, mas eu me lembro que todos os relacionamentos que eu iniciei, eles eram assim, ah, tem alguém bacana, mas eu conhecia novas culturas, novos desejos, uma música nova, um novo restaurante, um modo de pensar, de viver. Os relacionamentos eram de verdade nesse lugar, não precisava de match perfeito. Aliás, o imperfeito, que era bacana, porque o imperfeito me levava para lugares que talvez eu não imaginasse que eu poderia ir, sabe?

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