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Divulgação Luísa Sonza está vivendo uma fase mais madura em sua carreira! Em diversas ocasiões, a cantora já falou sobre como a bossa nova se encaixa em sua carreira, que já passou por muitos ritmos. Pensando nisso, o ESTRELANDO separou alguns momentos para você recordar:
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Divulgação Em entrevista á ELLE Brasil sobre o álbum, Luisa conta que sempre teve vontade de lançar um projeto de bossa nova e relembra a faixa Chico, de Escândalo íntimo: Sempre tive vontade de lançar algum projeto que tivesse mais da bossa nova ou da MPB, mas eu não sabia exatamente o que. E, com Chico, portas muito importantes dentro da música brasileira foram abertas para mim. Há dois anos, comecei a trabalhar no meu quarto álbum que, diferentemente do anterior – gravado de forma intensa em poucos meses –, foi sendo construído aos poucos, em vários lugares do mundo: no Brasil, na Europa, em Los Angeles, na Coreia. E completa: Em todo esse processo, a bossa nova aparecia como algo latente. Em alguns momentos, cogitei trazer o ritmo para esse novo disco, mas senti que o conceito dele fugia desse registro. Primeiro, surgiu a ideia de fazer uma jam ao vivo com Roberto Menescal. Mas, então, veio a vontade de criar um projeto maior. Entendi que a bossa precisava de um momento só dela. Quis fazer um álbum de regravações – e acabou entrando também uma inédita minha, que originalmente seria do LS4. Esse álbum é bossa pura!
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AgNews Outra declaração dada para a ELLE Brasil foi sobre o que o gênero traz para ela como artista: Sempre transitei por muitos ritmos — sertanejo, piano e voz, MPB, pop, funk —, mas a bossa me traz um lugar mais maduro que é muito novo. Descobri a bossa nova como um lugar de identificação artística mais tarde, mas que tem tudo a ver com o momento que eu estou vivendo no último ano: com mais leveza, mais calma. Passei anos trabalhando no caos e isso se traduzia na minha música com intensidade o tempo todo – mesmo quando era só piano e voz, como em Penhasco, era tudo muito intenso, no grito. Eu sou uma pessoa intensa fazendo música. Agora, é como se estivesse surgindo uma Luísa mais calma, mais estável, que conversa menos com o externo e mais com o interno — e com a vida fora do trabalho, porque eu trabalho sem parar desde os sete anos. Foi a primeira vez que senti isso.
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AgNews Ainda no bate-papo com a ELLE Brasil, ela celebra o trabalho em Bossa Sempre Nova: Foi muito gostoso trazer a minha leitura para essas músicas — minhas escolhas de interpretação, de entonação, de projeção de voz. Trazer protagonismo para uma voz feminina, inclusive em músicas que falam de musas, de mulheres. Isso tem um significado importante. Além disso, estar ao lado de duas lendas como Toquinho e Roberto Menescal, com tanto respeito e parceria, foi algo raro na minha vida. Eu sinto que trabalhei a vida inteira para chegar a esse momento. A grande chave foi a música — ela nos une. Eu me considero, acima de tudo, uma intérprete. Acredito muito nesse lugar da interpretação, de cantar a palavra, de contar uma história, por isso gosto tanto de Elis Regina e Rita Lee. No começo, tive receio que os dois enxergassem a música de forma muito técnica. O que eu sei que é importante, mas, para mim, a interpretação vem antes. E, logo nas primeiras conversas, percebi que eles enxergavam a música da mesma forma que eu. Foi muito bonito. A sinergia foi tão grande que nunca gravei algo tão rápido.
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AgNews Segundo informações do Portal Leo Dias, a cantora, que tem trajetória no pop, contou em coletiva de imprensa do Bossa Sempre Nova que adorou mergulhar no estilo brasileiro para o novo álbum e declarou que sempre transitou entre gêneros: Por mais que as pessoas me identifiquem, né, como uma cantora pop, uma cantora mainstream e tudo mais, eu sempre transitei por muitos ritmo. Em outro momento, brincou: Isso é novo para mim e foi muito legal essa experiência, foi muito especial. Acho que eu vou, depois desse álbum, talvez lançar quatro álbuns por ano, cada um para um ritmo, porque eu acho que é muito legal. E ainda deixou claro que manterá suas raízes: Essa minha raiz vai ser sempre. Porém, esse trabalho, assim, mais direcionado a um ritmo, é muito, muito gostoso, muito divertido, e acredito que isso, sim, é novo para mim, e eu amei essa experiência.
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AgNews Ainda na coletiva de imprensa, segundo o Portal Leo Dias, a artista falou sobre o nervosismo de trabalhar com Roberto Menescal e Toquinho: Eu estava muito preocupada como ia ser trabalhar com esses caras, porque eles são experts, entendeu?! Eu cheguei muito de mansinho. Vamos ver como é que eles são. Porque às vezes, gente como eles, que tem muita técnica e muita história, pode ficar muito só na técnica. E ainda declarou: Eu sempre vi a música como sentimentos. E quando eu vi o Menescal falando a mesma língua que eu na música, na interpretação… Aí eu falei, Agora eu tô em casa