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Publicada em 11/11/2011 às 08:27 | Atualizada em 08/05/2015 às 05:18

Conrad Murray diz que Michael Jackson escondeu seu histórico médico

Da Redação

Um homem desesperado. É assim que o médico Conrad Murray classifica o estado de Michael Jackson dias antes de sua morte, ocorrida em 2009. O profissional, condenado por homicídio culposo pela morte do cantor, concedeu uma entrevista para o programa Today, transformada em documentário, durante as audiências do caso e falou abertamente sobre seu relacionamento com o artista e o uso do anestésico Propofol como solução para insônia.

Murray, para quem não lembra, foi contratado por Jackson para acompanhá-lo durante o período de ensaios e shows da turnê This Is It, que não chegou a acontecer. De acordo com o site da CNN, em um trecho exibido pelo programa de TV na última quinta-feira, dia 10, o médico lamenta o fato do rei do pop ter escondido detalhes que seriam importantes para seu tratamento:

- Queria que em nosso convívio ele fosse mais próximo e honesto ao me dizer coisas sobre ele. Bem, com certeza ele me enganava ao não dizer todo seu histórico médico, os médicos que estava vendo, tratamentos que havia recebido.

O profissional disse que poderia ter abandonado o trabalho quando Michael insistia para ter o sedativo com o intuito de dormir. Mas refletiu:

- Se eu tivesse ido embora, teria abandonado um amigo.

Ele também confirmou que as últimas palavras do artista foram, justamente, um pedido para receber o Propofol.

Outro trecho da entrevista de Conrad Murray para o Today vai ao ar nesta sexta-feira, dia 11.

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05/Nov/

Um homem desesperado. É assim que o médico Conrad Murray classifica o estado de Michael Jackson dias antes de sua morte, ocorrida em 2009. O profissional, condenado por homicídio culposo pela morte do cantor, concedeu uma entrevista para o programa Today, transformada em documentário, durante as audiências do caso e falou abertamente sobre seu relacionamento com o artista e o uso do anestésico Propofol como solução para insônia.

Murray, para quem não lembra, foi contratado por Jackson para acompanhá-lo durante o período de ensaios e shows da turnê This Is It, que não chegou a acontecer. De acordo com o site da CNN, em um trecho exibido pelo programa de TV na última quinta-feira, dia 10, o médico lamenta o fato do rei do pop ter escondido detalhes que seriam importantes para seu tratamento:

- Queria que em nosso convívio ele fosse mais próximo e honesto ao me dizer coisas sobre ele. Bem, com certeza ele me enganava ao não dizer todo seu histórico médico, os médicos que estava vendo, tratamentos que havia recebido.

O profissional disse que poderia ter abandonado o trabalho quando Michael insistia para ter o sedativo com o intuito de dormir. Mas refletiu:

- Se eu tivesse ido embora, teria abandonado um amigo.

Ele também confirmou que as últimas palavras do artista foram, justamente, um pedido para receber o Propofol.

Outro trecho da entrevista de Conrad Murray para o Today vai ao ar nesta sexta-feira, dia 11.