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Publicada em 25/12/2017 às 00:00 | Atualizada em 24/12/2017 às 00:31

Repórter do Vídeo Show declara: - Quando chego para gravar, deixo a parte fã de lado!

Marcela Monteiro revelou como evita saias justas ao abordar celebridades

Aline Melo e Mel Pinheiro

Divulgação

Há quatro anos repórter do Vídeo Show, Marcela Monteiro teve a chance de entrevistar muitas celebridades e não teve opção a não ser dominar a arte do ao vivo. Em entrevista ao ESTRELANDO, ela revelou como foi entrevistar muitos de seus ídolos: 

- Nossa, eu cresci admirando muitos dos artistas que hoje eu tenho o privilégio de entrevistar. Marcos Caruso, Tony Ramos, Gloria Pires, Antônio Fagundes, Elizabeth Savalla, Roberto Carlos, Aracy Balabanian... A lista é grande viu? Citei apenas alguns bons exemplos. Mas eu sempre lidei bem com essa questão. Quando chego para gravar, deixo a parte fã de lado. Ali, sou uma profissional tentando o melhor diante desses grandes talentos e assim acho que conseguimos um conteúdo mais interessante para o público.

Em seu trabalho, ela revela ter uma sensibilidade para perceber os assuntos que deixam o entrevistado desconfortável, o que acabou livrando-a de boas saias justas: 

- Nunca tive desentendimento com um convidado. Na verdade, mesmo com a pauta previamente pensada e questões já estudadas, eu procuro sempre estar atenta aos sinais do entrevistado na hora e vou me adaptando a eles. Acho que isso te salva de possíveis saias justas. Pode parecer óbvio, mas na prática não é. Às vezes o entrevistado não está confortável para falar sobre determinado assunto, ou até tem uma história mais interessante para te contar, e se você ficar presa a um roteiro, acaba perdendo isso.

O jogo de cintura vale também para a imprevisibilidade do ao vivo: 

- A questão do improviso é o maior desafio. E é improviso em relação a tudo: o convidado pode atrasar, o programa pode ter alguma alteração e antecipar a sua entrada, podemos ganhar tempo e o que inicialmente iria ao ar com 2 minutos passa a ir com 6 minutos, alguém que você não tinha pensado inicialmente pode aparecer e você tem que resolver ali, no calor do momento. É difícil e maravilhoso ao mesmo tempo. 

Ela ainda divide algumas situações engraçadas que viveu durante entrevistas:

- Insetos tentando entrar na boca e fazendo voos estranhos na hora do ao vivo, crises de riso, vontade de espirar... Mas tudo funciona se você conseguir usar a situação a seu favor, por mais inusitada que seja. Esse é o barato! 

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Repórter do Vídeo Show declara: <i>- Quando chego para gravar, deixo a parte fã de lado!</i>

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10/Out/

Há quatro anos repórter do Vídeo Show, Marcela Monteiro teve a chance de entrevistar muitas celebridades e não teve opção a não ser dominar a arte do ao vivo. Em entrevista ao ESTRELANDO, ela revelou como foi entrevistar muitos de seus ídolos: 

- Nossa, eu cresci admirando muitos dos artistas que hoje eu tenho o privilégio de entrevistar. Marcos Caruso, Tony Ramos, Gloria Pires, Antônio Fagundes, Elizabeth Savalla, Roberto Carlos, Aracy Balabanian... A lista é grande viu? Citei apenas alguns bons exemplos. Mas eu sempre lidei bem com essa questão. Quando chego para gravar, deixo a parte fã de lado. Ali, sou uma profissional tentando o melhor diante desses grandes talentos e assim acho que conseguimos um conteúdo mais interessante para o público.

Em seu trabalho, ela revela ter uma sensibilidade para perceber os assuntos que deixam o entrevistado desconfortável, o que acabou livrando-a de boas saias justas: 

- Nunca tive desentendimento com um convidado. Na verdade, mesmo com a pauta previamente pensada e questões já estudadas, eu procuro sempre estar atenta aos sinais do entrevistado na hora e vou me adaptando a eles. Acho que isso te salva de possíveis saias justas. Pode parecer óbvio, mas na prática não é. Às vezes o entrevistado não está confortável para falar sobre determinado assunto, ou até tem uma história mais interessante para te contar, e se você ficar presa a um roteiro, acaba perdendo isso.

O jogo de cintura vale também para a imprevisibilidade do ao vivo: 

- A questão do improviso é o maior desafio. E é improviso em relação a tudo: o convidado pode atrasar, o programa pode ter alguma alteração e antecipar a sua entrada, podemos ganhar tempo e o que inicialmente iria ao ar com 2 minutos passa a ir com 6 minutos, alguém que você não tinha pensado inicialmente pode aparecer e você tem que resolver ali, no calor do momento. É difícil e maravilhoso ao mesmo tempo. 

Ela ainda divide algumas situações engraçadas que viveu durante entrevistas:

- Insetos tentando entrar na boca e fazendo voos estranhos na hora do ao vivo, crises de riso, vontade de espirar... Mas tudo funciona se você conseguir usar a situação a seu favor, por mais inusitada que seja. Esse é o barato!