Com cenas eletrizantes e reviravoltas, Missão Impossível: Efeito Fallout não inova, mas empolga fãs do gênero
17/Mar/
O primeiro filme da saga Missão Impossível estreou há mais de 20 anos, em 1996. De lá para cá, a franquia ganhou novos personagens e histórias, e apresenta em Missão Impossível: Efeito Fallout, seu sexto filme, uma trama com cenas de ação ousadas e eletrizantes, somadas à surpresas que prometem agradar os fãs do gênero.
Novamente dirigido por Christopher McQuarrie, que já tinha trabalhado com Tom Cruise também em A Múmia, No Limite do Amanhã e Jack Reacher, o longa começa com o protagonista Ethan Hunt ainda lidando com as consequências de sua vida dupla e de ter prendido o anarquista Solomon Lane, interpretado por Sean Harris. Em seguida, Ethan e a equipe da IMF acabam entrando em uma missão que dá errado e, para recuperar o tempo perdido, Ethan precisa ser acompanhado de outro agente: o misterioso August Walker, vivido por Henry Cavill.
As personalidades de Walker e Hunt logo são motivo de discórdia entre os dois. Enquanto August é mais inclinado em resolver seus empecilhos com o uso da violência, Ethan defende métodos mais diplomáticos em lidar com seus desafetos. Somado isso, há sempre um clima de desconfiança entre eles, com nuances que deixam o espectador também na dúvida até o ato final do longa. Aliás, para quem gosta de plot twists, o longa é um prato cheio, já que é recheado de reviravoltas!
Em um dos vídeos de bastidores para divulgar o longa, Tom Cruise aparece pulando de um avião a sete mil metros de altura, conquistando a façanha de ser o primeiro ator a pular desta altura, sem o uso de dublês. A cena em questão não deixa a desejar, deixando o público sem fôlego até acabar a sequência. Outro destaque na produção são as perseguições, que além de carros e motos, apresenta um jogo de gato e rato em um cenário complexo, com os personagens se enfrentando ao mesmo tempo que dirigem helicópteros. Nessas sequências, os enquadramentos em primeira pessoa contribuem muito para imersão total do público com a ação.
Os alívios cômicos do longa também estão na medida certa, principalmente pelos personagens Luther e Benji, vividos por Ving Rhames e Simon Pegg. Por outro lado, mesmo estando em boas cenas de luta e ação, Rebecca Furguson, ao lado de Michelle Monaghan e Angela Bassett, representa a tímida participação feminina do filme, com personagens interessantes que poderiam ser melhor exploradas. No fim, todo o brilho é novamente focado no astro principal, interpretado pelo mesmo Tom Cruise de sempre, que apesar de não surpreender mais o público e se confundir com seus outros personagens de tão parecido, promete agradar seus fãs com uma história ágil e envolvente.
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