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Publicada em 31/07/2018 às 15:52 | Atualizada em 31/07/2018 às 15:48

Entenda por que a família real não usa sobrenomes!

Há uma explicação básica e outra histórica, saiba mais!

Da Redação

Getty Images

Quem gosta de acompanhar a família real talvez já tenha percebido um detalhe curioso: nenhum membro da realeza usa um sobrenome como forma de identificação, sendo conhecido apenas pelo título, que vem a frente do nome de nascença! Mas há uma explicação para isso e, a mais comum, é que todos eles são mundialmente famosos, ou seja, não há necessidade de uma outra identificação.

História do nome

Já historicamente, segundo informações do site oficial da realeza, há outros elementos a serem considerados. Até 1917, os membros da realeza eram apenas identificados por meio de sua casa ou dinastia as quais pertenciam. Uma coisa meio Game of Thrones, sabe, com a Casa Lannister ou a Casa Stark! Porém, naquele mesmo ano, o então rei George V resolveu aderir Windsor não só como o nome da casa ou da dinastia, como também como sobrenome de sua família, já que o nome anterior, Saxe-Coburg-Gotha, tinha uma ligação com a Alemanha, o que não ia ser bem visto logo após a Primeira Guerra Mundial.

Junção de sobrenomes

Elizabeth, neta de George V, antes de assumir a monarquia da Inglaterra, havia se casado com Philip em 1947, que abriu mão de seus títulos nobres e possuía o sobrenome Mountbatten. E em 1960, já conhecida como a Rainha Elizabeth II, ela resolveu mudar um pouco as regras: ela juntou o sobrenome de sua família, Windsor, com o de seu marido. Portanto, seus descendentes, a partir daquela decisão, receberiam o sobrenome Mountbatten-Windsor.

Ou seja, caso haja necessidade, os filhos, netos e bisnetos da rainha podem ser reconhecidos por este sobrenome. Porém, quando Charles, filho de Elizabeth e Philip assumir o trono, já que ele é o próximo na linhagem, ele pode muito bem mudar a forma como seus descendentes devem ser reconhecidos. 




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08/Fev/

Quem gosta de acompanhar a família real talvez já tenha percebido um detalhe curioso: nenhum membro da realeza usa um sobrenome como forma de identificação, sendo conhecido apenas pelo título, que vem a frente do nome de nascença! Mas há uma explicação para isso e, a mais comum, é que todos eles são mundialmente famosos, ou seja, não há necessidade de uma outra identificação.

História do nome

Já historicamente, segundo informações do site oficial da realeza, há outros elementos a serem considerados. Até 1917, os membros da realeza eram apenas identificados por meio de sua casa ou dinastia as quais pertenciam. Uma coisa meio Game of Thrones, sabe, com a Casa Lannister ou a Casa Stark! Porém, naquele mesmo ano, o então rei George V resolveu aderir Windsor não só como o nome da casa ou da dinastia, como também como sobrenome de sua família, já que o nome anterior, Saxe-Coburg-Gotha, tinha uma ligação com a Alemanha, o que não ia ser bem visto logo após a Primeira Guerra Mundial.

Junção de sobrenomes

Elizabeth, neta de George V, antes de assumir a monarquia da Inglaterra, havia se casado com Philip em 1947, que abriu mão de seus títulos nobres e possuía o sobrenome Mountbatten. E em 1960, já conhecida como a Rainha Elizabeth II, ela resolveu mudar um pouco as regras: ela juntou o sobrenome de sua família, Windsor, com o de seu marido. Portanto, seus descendentes, a partir daquela decisão, receberiam o sobrenome Mountbatten-Windsor.

Ou seja, caso haja necessidade, os filhos, netos e bisnetos da rainha podem ser reconhecidos por este sobrenome. Porém, quando Charles, filho de Elizabeth e Philip assumir o trono, já que ele é o próximo na linhagem, ele pode muito bem mudar a forma como seus descendentes devem ser reconhecidos.