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Publicada em 30/04/2020 às 23:02 | Atualizada em 30/04/2020 às 17:21

Flávia Alessandra fala sobre o sucesso da vilã Sandra, de Êta Mundo Bom!, e relembra a pior maldade da personagem

A novela da Rede Globo, originalmente exibida em 2016, está sendo novamente transmitida pelo Vale a Pena Ver de Novo

Da Redação

Divulgação-TV Globo

Flávia Alessandra está no ar na reprise da novela Êta Mundo Bom!, no Vale a Pena Ver de Novo, da TV Globo. E em entrevista à própria emissora, a atriz falou sobre as diferenças e semelhanças entre Sandra, a vilã desta trama, e Cristina, a megera do folhetim Alma Gêmea, de 2005. Uma curiosidade: as duas novelas foram criadas por Walcyr Carrasco e dirigidas por Jorge Fernando.

Apesar de as duas serem vilãs, Cristina e Sandra têm energias bem diferentes. Cristina era uma personagem mais carregada, amargurada... Ela só tinha um objetivo na vida: que era o Rafael (Eduardo Moscovis). E isso a cegava de todos os jeitos. Toda a energia dela era canalizada. A Sandra, apesar de ser do mal também, tinha uma leveza, sabia aproveitar as situações. As vilãs do Walcyr são muito interessantes. Ele é um autor muito criativo, com uma mente sagaz, sou muito grata por ele ter me confiado essas duas personagens.

A artista ainda revelou qual foi a cena mais divertida - e a mais difícil - de Êta Mundo Bom!.

- A novela tem muitas cenas boas. Entre as mais divertidas, o casamento falso da Sandra com Candinho (Sergio Guizé), que teve uma guerra de comida. Foi uma mega sequência, maravilhosa e deliciosa de fazer. A mais difícil foi uma cena final que Sandra rasgava um colchão antigo, recheado de feno, e comia comida do chão. Foi difícil, e ao mesmo tempo, maravilhosa. Qualquer atriz gostaria de fazer aquela cena. Ela fica louca, depois desmaia... Foi muito marcante.

E aproveitou para relembrar a pior maldade de Sandra.

Ela deu um golpe na Anastácia (Eliane Giardini), a tia dela, roubou toda a fortuna. Isso foi muito ruim, muita ingratidão. Mas, em determinado momento, ela sequestra o filho do Candinho e da Filomena (Débora Nascimento). Acho que não existe nada pior do que você mexer com uma criança indefesa. Não cheguei a pensar que ela iria se redimir. Sandra tinha atitudes muito coerentes com a falta de caráter dela. Não existia um remorso em suas ações.

Flávia também citou a reação do público com a personagem.

Apesar de ter tanto tempo de carreira, as pessoas ainda me confundem muito com as personagens. Sandra falava sempre titia de um jeito irritante. E eu via as titias me olhando torto, me encarando (risos). E ainda hoje sempre tem alguém que vem comentar ou brincar como eu era malvada na novela. Adoro isso. É sinal de que o público comprou o trabalho.

Por fim, a atriz entregou as principais lembranças que guarda de Êta Mundo Bom!.

- Foi a minha última novela com o Jorge Fernando. Eu estava mais madura quando fiz Êta Mundo Bom!. E estava mais consciente da dupla que eu tinha no comando ali, que era o Jorge e o Walcyr. Eu fiquei muito em estado de alerta para tentar sugar o máximo daquela experiência. O Jorginho foi um grande mestre para mim. Foi um daqueles trabalhos que, quando chegou na reta final, já estava sofrendo que ia acabar. Sem falar na própria história, que era muito instigante para nós. Amava receber os roteiros e saber o que a Sandra iria aprontar.

A seguir, confira oito motivos para você acompanhar a reprise de Êta Mundo Bom!:


Êta Mundo Bom! marca a volta de Camila Queiroz às telinhas. Depois de fazer sucesso na pele da ninfeta Angel, da novela Verdades Secretas, a atriz encarna a inocente Mafalda. Na trama, sua personagem se apaixona por Romeu, um vigarista daqueles.

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