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Publicada em 07/06/2021 às 09:47 | Atualizada em 07/06/2021 às 10:36

Paulo Gustavo é homenageado na Parada LGBTQIA+: - O que importa é o amor acima de tudo

O comediante morreu no dia 4 de maio

Da Redação

Divulgação

No último domingo, dia 6, a Parada LGBTQIA+ foi transmitida pelo canal GNT e fez uma homenagem ao ator Paulo Gustavo, que morreu vítima do novo coronavírus no dia 4 de maio. 

Em um vídeo que reúne trechos de uma das personagens mais marcantes do comediante, a Dona Hermínia, dos filmes Minha Mãe é Uma Peça, além de falas de amigos e do marido do ator, a homenagem relembrou a trajetória e a importância de Paulo Gustavo. Thales Bretas disse:

- O Paulo sempre mostrou a nossa relação nos filmes de forma romantizada, da forma bonita como era. Mas de uma forma, também, a tocar todas as pessoas. Ele tinha essa capacidade de tocar todo mundo, de várias classes e faixas etárias, e extratos da população dos mais diversos. A gente foi muito privilegiado de ter o apoio da família, sempre. Desde o momento em que eu me descobri homossexual. (...) Sejam felizes. O que importa é o amor acima de tudo. Se imponham, sempre. Quem precisar e valer a pena vai reconhecer e vai te amar do jeito que você é, precisa e merece ser amado.

Além de Thales, Pedroca Monteiro, Preta Gil, Mônica Martelli, Rodrigo Pandolfo e Marcelo Cosme também deixaram uma mensagem sobre o ator. Veja, a seguir, o vídeo em homenagem ao Paulo Gustavo:

Confira outras homenagens feitas para o comediante um mês após sua morte.


Paulo Gustavo era assumidamente um fã de Beyoncé, de quem inclusive recebeu uma homenagem póstuma. Um mês após a morte do ator, Ingrid Guimarães decidiu relembrar justamente o primeiro show da cantora visto pelo humorista, nos Estados Unidos - ocasião em que o amor de Paulo pela Queen B teria surgido. Em relato ao O Globo, ela conta: Fizemos uma das nossas primeiras viagens internacionais juntos há uns 14 anos, para Nova York. Paulo estava começando a ganhar dinheiro, e a gente saiu comprando coisas sem nenhuma utilidade. Me convenceu a comprar desde colher de pau a lugar para colocar bombril, um negócio de vodka de mentira todo de brilho... Era o início dos personagens dele, compramos muitas perucas também. Na hora em que a gente foi embarcar, nossa mala deu acima do peso. Aí passamos por aquela situação péssima de ficar tirando coisa da mala no meio do aeroporto. Uma hora, ele pegou o folder de Minha mãe é uma peça, no Candido Mendes, que ainda não era aquele estouro absoluto, e disse: Mostra pro cara que a gente é famoso no Brasil, diz que essas coisas são para o figurino. Claro que o cara falou: Dane-se quem são vocês. Nessa mesma viagem, fomos a um show da Beyoncé, o primeiro da vida dele. Ele pagou caríssimo para ficar perto dela. Uma hora, ela disse: Levanta a mão quem faz aniversário hoje. Ele não entendia bem inglês, e eu disse: Levanta a mão, finge que é seu aniversário. Ele levantou, e ela disse Happy birthday the pink one, porque ele estava de camisa rosa. Foi a maior emoção. Ali, começou o amor pela Beyoncé. A admiração era tanta que, como conta Mônica Martelli, Paulo teria começado a estudar inglês apenas para conhecer a cantora.

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