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Publicada em 15/05/2022 às 15:45 | Atualizada em 15/05/2022 às 16:09

Apresentando No Limite, Fernando Fernandes fala sobre desejo de mostrar uma pessoa com deficiência de forma diferente

O atleta também explicou um pouco de como são as gravações do reality

Da Redação

Divulgação

Fernando Fernandes está fazendo o maior sucesso como apresentador da nova temporada de No Limite, e o atleta falou com Patricia Kogut sobre como foi seu preparo para comandar o reality:

Estou usando o meu próprio tom, que marcou toda a minha vida e que eu uso para qualquer projeto em que esteja envolvido. Tento mostrar que sei como funciona essa coisa de superar desafios, não só por causa da minha vida pessoal, mas pela minha trajetória enquanto atleta também. Entendo de contornar adversidades diariamente. Além disso, busquei comunicar para o outro lado a minha relação com os participantes. Acho legal mostrar isso porque, de certa forma, também estou ali me superando e eu sou uma motivação para eles.

Fernando, que é atleta profissional, contou um pouco de como são as gravações do programa:

Confesso que achei que fosse No limite mais para os participantes, mas é para todo mundo: equipe, apresentador e todos que estão aqui. Mas acho que todo mundo está na mesma sintonia de fazer um programa intenso e competitivo. Quando isso acontece, as coisas fluem. Para mim, ainda teve a questão de aprender a lidar aqui com o fato de estar numa cadeira de rodas num ambiente em que é a natureza que comanda. A gente precisou buscar formas de vencer essa barreira. Acredito que estamos conseguindo e de uma maneira muito legal.

Após sofrer um acidente de carro em 2009 que o deixou paraplégico, Fernando disse que encontrou no esporte um caminho para retomar sua vida.

Eu procuro não olhar muito para trás. Eu tive uma sacada muito boa quando eu sofri meu acidente, que foi perceber que eu tinha uma ferramenta só para retornar para a vida: o esporte. Depois de algum tempo nesse caminho, vi que o esporte pura e simplesmente não iria ser suficiente para levar a mensagem que eu queria passar para as pessoas. Eu precisaria da comunicação. Então, concluí que eu precisava ser um excelente atleta, um produtor, caçador de pautas e um excelente comunicador. Dessa maneira, eu poderia transformar a sociedade de algum jeito, conseguindo mostrar uma pessoa com deficiência de uma forma diferente. Os últimos 12 anos da minha vida foram vividos pensando nisso, na possibilidade de dar algo para a sociedade, para o mundo.

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