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Publicada em 22/07/2022 às 12:26 | Atualizada em 22/07/2022 às 17:48

Letícia Cazarré desabafa após um mês no hospital com a filha Maria Guilhermina: O chamado à maternidade é radical

A esposa de Juliano postou um clique ao lado da herdeira que nasceu com uma cardiopatia rara

Da Redação

Montagem-Divulgação

Após celebrar o primeiro mês de vida da filha, Maria Guilhermina, Letícia Cazarré usou novamente as suas redes sociais para falar sobre a bebê. Dessa vez, a esposa de Juliano Cazarré desabafou sobre o período que está no hospital com a herdeira que foi diagnosticada com uma cardiopatia rara e logo após o nascimento precisou passar por uma cirurgia. 

Um mês no hospital. Um mês! A maior parte dele, dentro de uma UTI neonatal. Nunca imaginei passar por isso. E, contudo, aqui estou. Ou melhor, estamos. Maria Guilhermina tem sido minha companhia, meu norte, meu maior exemplo. Foi ela, e não eu, quem ficou com a pior parte desta jornada, começou. 

Em seguida, Letícia relembrou da segunda vez que viu a filha após o nascimento:

Uma pequena recém-chegada à vida e imediatamente levada dos braços dos pais para o centro cirúrgico. Teve o peitinho aberto e o coração, consertado. Ao invés de voltar para mim, teve como colo um berço mecânico, cheio de fios, apitos e canos ligados direto em seu frágil corpinho. Quando a vimos pela segunda vez, sua aparência já era bem diferente. Inchada, sedada, lutando pela vida. O que pode uma mãe fazer ao ver sua filha assim, a não ser ajoelhar-se e rezar? Pedir a Deus que a proteja, que a cure e que diminua o seu sofrimento. E, então, ficar de pé ao seu lado, que é o que ela merece.

No final, ela falou sobre os outros filhos que estão com o pai:

Enquanto isso, longe dos meus olhos e braços ficaram os outros quatro filhos. Uma distância que tampouco poderia imaginar, mas que a vida me convidou a enfrentar, por amor. Coração dividido, mas dilatado! E tudo vai ganhando um sentido maior. O chamado à maternidade é radical, vocação divina na terra, e por isso mesmo, não pode ser atendido pela metade. É preciso entregar-se de corpo e alma. Estar disposta a amar e a sofrer na mesma medida, porque não existe amor sem sacrifício. Hoje, mais do que nunca, posso dizer com São Paulo: o amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

Confira:

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Letícia Cazarré desabafa após um mês no hospital com a filha Maria Guilhermina: <i>O chamado à maternidade é radical</i>

Letícia Cazarré desabafa após um mês no hospital com a filha Maria Guilhermina: O chamado à maternidade é radical

16/Ago/

Após celebrar o primeiro mês de vida da filha, Maria Guilhermina, Letícia Cazarré usou novamente as suas redes sociais para falar sobre a bebê. Dessa vez, a esposa de Juliano Cazarré desabafou sobre o período que está no hospital com a herdeira que foi diagnosticada com uma cardiopatia rara e logo após o nascimento precisou passar por uma cirurgia. 

Um mês no hospital. Um mês! A maior parte dele, dentro de uma UTI neonatal. Nunca imaginei passar por isso. E, contudo, aqui estou. Ou melhor, estamos. Maria Guilhermina tem sido minha companhia, meu norte, meu maior exemplo. Foi ela, e não eu, quem ficou com a pior parte desta jornada, começou. 

Em seguida, Letícia relembrou da segunda vez que viu a filha após o nascimento:

Uma pequena recém-chegada à vida e imediatamente levada dos braços dos pais para o centro cirúrgico. Teve o peitinho aberto e o coração, consertado. Ao invés de voltar para mim, teve como colo um berço mecânico, cheio de fios, apitos e canos ligados direto em seu frágil corpinho. Quando a vimos pela segunda vez, sua aparência já era bem diferente. Inchada, sedada, lutando pela vida. O que pode uma mãe fazer ao ver sua filha assim, a não ser ajoelhar-se e rezar? Pedir a Deus que a proteja, que a cure e que diminua o seu sofrimento. E, então, ficar de pé ao seu lado, que é o que ela merece.

No final, ela falou sobre os outros filhos que estão com o pai:

Enquanto isso, longe dos meus olhos e braços ficaram os outros quatro filhos. Uma distância que tampouco poderia imaginar, mas que a vida me convidou a enfrentar, por amor. Coração dividido, mas dilatado! E tudo vai ganhando um sentido maior. O chamado à maternidade é radical, vocação divina na terra, e por isso mesmo, não pode ser atendido pela metade. É preciso entregar-se de corpo e alma. Estar disposta a amar e a sofrer na mesma medida, porque não existe amor sem sacrifício. Hoje, mais do que nunca, posso dizer com São Paulo: o amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

Confira: