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Publicada em 30/08/2022 às 16:02 | Atualizada em 30/08/2022 às 16:02

Geraldo Luís reflete sobre a perenidade da vida e critica o trabalho excessivo: Não temos garantia de nada

O apresentador abriu o coração e expôs os sentimentos na web

Da Redação

Divulgação

A vida é um sopro? Aos 51 anos de idade, Geraldo Luís abriu o coração e fez um desabafo misterioso sobre a perenidade das relações. Nas redes sociais, o apresentador do Balanço Geral expôs os sentimentos e ainda criticou o trabalho excessivo.

Não espere esse amigo ir embora, a vida tão bela e tão estúpida. Não temos nem somos garantia de nada, perdemos tempo e pessoas por não lembrá-las em momentos sóbrios de saudade, de apenas um oi e nada mais. Somos destruídos dia a dia por uma máquina mortífera chamada trabalho, celular e outras coisas que se tornam coisas, mas as coisas mais belas e simples essas não fazemos mais, escreveu.

E continuou:

Por isso que minha cadeira sempre estará no meio da rua me esperando, meus poucos amigos da roça que amo. Aqueles que não olham se a taça é de cristal, só olham para os meus olhos e dizem: Que bom, Geraldo, que você veio. Senta aí meu.

Nos comentários, Cátia Fonseca concordou com o jornalista.

Arrasou, meu amigo. Você tem total razão, disse.

Confira:

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Geraldo Luís reflete sobre a perenidade da vida e critica o trabalho excessivo: <I>Não temos garantia de nada</i>

Geraldo Luís reflete sobre a perenidade da vida e critica o trabalho excessivo: Não temos garantia de nada

05/Fev/

A vida é um sopro? Aos 51 anos de idade, Geraldo Luís abriu o coração e fez um desabafo misterioso sobre a perenidade das relações. Nas redes sociais, o apresentador do Balanço Geral expôs os sentimentos e ainda criticou o trabalho excessivo.

Não espere esse amigo ir embora, a vida tão bela e tão estúpida. Não temos nem somos garantia de nada, perdemos tempo e pessoas por não lembrá-las em momentos sóbrios de saudade, de apenas um oi e nada mais. Somos destruídos dia a dia por uma máquina mortífera chamada trabalho, celular e outras coisas que se tornam coisas, mas as coisas mais belas e simples essas não fazemos mais, escreveu.

E continuou:

Por isso que minha cadeira sempre estará no meio da rua me esperando, meus poucos amigos da roça que amo. Aqueles que não olham se a taça é de cristal, só olham para os meus olhos e dizem: Que bom, Geraldo, que você veio. Senta aí meu.

Nos comentários, Cátia Fonseca concordou com o jornalista.

Arrasou, meu amigo. Você tem total razão, disse.

Confira: