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Publicada em 07/10/2022 às 11:00 | Atualizada em 07/10/2022 às 11:13

Juliano Cazarré fala sobre jornada entre trabalho e cuidados de Maria Guilhermina: - A sorte é que era uma novela que eu só tinha amigos amados

O ator participou do Encontro nesta sexta-feira, dia 7

Da Redação

Divulgação

Nesta sexta-feira, dia 7, Juliano Cazarré se juntou aos demais peões que integram o elenco de Pantanal para se despedir na novela. Durante o programa Encontro, o intérprete de Alcides não conseguiu conter a emoção e ficou com a voz embargada enquanto falava compartilhava o sentimento de estar se despedindo da atração. 

- Desde a semana passada quando eu parei de gravar, também ontem gravando o Domingão que vários de nós estávamos lá, o nó na garganta o tempo inteiro. Quando a gente recebe os aplausos, quando pensa... Estava vendo o Guito tocar agora, um ano atrás eu lembro de estar chegando na fazenda, conhecendo ele e foi uma aventura. A gente botou tudo que a gente tinha nessa novela. 

Ao ser questionado se chegou a nadar pelado no rio enquanto não estava gravando, o ator contou que não é muito adepto da prática. 

- Gente eu não gosto nem de usar bermuda, estou sempre de calça, que dirá ficar pelado no rio. Eu dava um pulinho de bermuda e voltava, estava bom. 

Falando sobre a trajetória do personagem Alcides, ele brincou:

- O Alcides terminou tão bem o penúltimo capítulo, estava todo mundo feliz que ele matou o Tenório, aí ele foi embora sem dar tchau para o Zaquieu e já está todo mundo bravo de novo. O coitadinho não consegue acertar uma.

Ao que Silvero Pereira adicionou: 

- Esse era o nosso grande dilema, né Juliano? A gente ficava o tempo inteiro assim: Poxa, nesse roteiro os dois se aproximam, depois brigam de novo, se aproximam, brigam de novo, parece que nunca engata esse negócio. Tem, surpresa hoje à noite, mas não vou dizer o que é. 

Juliano também falou sobre a jornada de tentar conciliar o trabalho na novela com os cuidados da filha caçula Maria Guilhermina, que passou por uma série de cirurgias devido a uma anomalia no coração.

- Eu estava no Pantanal na nossa primeira viagem no ano passado quando estava a turma no Rio, Marcos Palmeira e todo mundo. Fui para a casa do Almir, peguei um pouquinho de internet, falei com a Letícia e ela me mostrou o teste: Estou grávida. Eu corri lá na beira do rio e gritei: Galera, vou ser pai, meu quinto filho. Todo mundo me deu parabéns, foi aquela comemoração. Quando chegou a Páscoa, a gente soube que ela teria esse problema no coração e a Letícia foi estudando porque eu estava muito dentro da novela. Ela é bióloga, então pegou e começou a ler trabalhos científicos, descobriu quem era o melhor médico, foi fazendo tudo. Chegou a segunda viagem do Pantanal, ela já estava prestes a dar o tempo da gravidez e começando a falar: Olha, ela pode ter um problema mais grave ainda, porque ser tiver a condição tem que nascer e ser operada. Eu falando com a produção que preciso voltar. Papai do céu faz sempre as coisas do jeito dele e no fim todo mundo pegou Covid-19 no Pantanal e teve que voltar antes, ou seja, todo mundo voltou no dia que eu tinha que voltar, não atrapalhei a volta. 

Ao contar como foi chegar em São Paulo e acompanhar os procedimentos médicos, ele ressaltou que a novela o ajudou a ganhar forças. 

- Corri, peguei a Letícia, Viemos para São Paulo, ela nasceu e com duas horas já estava na mesa, a primeira cirurgia da nossa guerreirinha Maria Guilhermina. A primeira cirurgia deu problema, fizemos a segunda que ela não conseguiu oxigenar direito, veio a terceira que corrige o coração dela e está dando tudo certo. Ela está respondendo bem, o coração agora funciona com quatro cavidades, está respirando bem, oxigenando bem. Foi uma loucura estar com o coração aqui em São Paulo e a cabeça lá no trabalho. É o que eu falei outro dia para eles quando fizeram a surpresa no meu aniversário: Se fosse uma novela uma novela ruim com gente chata, teria sido quase impossível, mas a sorte é que era uma novela que eu só tinha amigos amados. Uma novela gostosa que me deu força. 

Após receber um recado carinhoso do pai, Cazarré enalteceu a família: 

- Eu tinha muita força dele e da minha mãe, o amor eu casa. Eu ficava gravando na globo e quando eu cruzo o portão da minha casa, o Gaspar e a Madalena abraçam a minha perna e os dois pedem colo ao mesmo tempo. Aí já vem o Vicente e o Inácio... É muito trabalho, mas é muito amor, então o meu alimento para conseguir fazer isso foi o amor. E outra, eu tenho que sair e trazer o pão de volta para casa, então eu tinha que entregar a novela, não tinha como. Não foi fácil, mas foi bom. 

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Juliano Cazarré fala sobre jornada entre trabalho e cuidados de Maria Guilhermina: <i>- A sorte é que era uma novela que eu só tinha amigos amados</i>

Juliano Cazarré fala sobre jornada entre trabalho e cuidados de Maria Guilhermina: - A sorte é que era uma novela que eu só tinha amigos amados

23/Jun/

Nesta sexta-feira, dia 7, Juliano Cazarré se juntou aos demais peões que integram o elenco de Pantanal para se despedir na novela. Durante o programa Encontro, o intérprete de Alcides não conseguiu conter a emoção e ficou com a voz embargada enquanto falava compartilhava o sentimento de estar se despedindo da atração. 

- Desde a semana passada quando eu parei de gravar, também ontem gravando o Domingão que vários de nós estávamos lá, o nó na garganta o tempo inteiro. Quando a gente recebe os aplausos, quando pensa... Estava vendo o Guito tocar agora, um ano atrás eu lembro de estar chegando na fazenda, conhecendo ele e foi uma aventura. A gente botou tudo que a gente tinha nessa novela. 

Ao ser questionado se chegou a nadar pelado no rio enquanto não estava gravando, o ator contou que não é muito adepto da prática. 

- Gente eu não gosto nem de usar bermuda, estou sempre de calça, que dirá ficar pelado no rio. Eu dava um pulinho de bermuda e voltava, estava bom. 

Falando sobre a trajetória do personagem Alcides, ele brincou:

- O Alcides terminou tão bem o penúltimo capítulo, estava todo mundo feliz que ele matou o Tenório, aí ele foi embora sem dar tchau para o Zaquieu e já está todo mundo bravo de novo. O coitadinho não consegue acertar uma.

Ao que Silvero Pereira adicionou: 

- Esse era o nosso grande dilema, né Juliano? A gente ficava o tempo inteiro assim: Poxa, nesse roteiro os dois se aproximam, depois brigam de novo, se aproximam, brigam de novo, parece que nunca engata esse negócio. Tem, surpresa hoje à noite, mas não vou dizer o que é. 

Juliano também falou sobre a jornada de tentar conciliar o trabalho na novela com os cuidados da filha caçula Maria Guilhermina, que passou por uma série de cirurgias devido a uma anomalia no coração.

- Eu estava no Pantanal na nossa primeira viagem no ano passado quando estava a turma no Rio, Marcos Palmeira e todo mundo. Fui para a casa do Almir, peguei um pouquinho de internet, falei com a Letícia e ela me mostrou o teste: Estou grávida. Eu corri lá na beira do rio e gritei: Galera, vou ser pai, meu quinto filho. Todo mundo me deu parabéns, foi aquela comemoração. Quando chegou a Páscoa, a gente soube que ela teria esse problema no coração e a Letícia foi estudando porque eu estava muito dentro da novela. Ela é bióloga, então pegou e começou a ler trabalhos científicos, descobriu quem era o melhor médico, foi fazendo tudo. Chegou a segunda viagem do Pantanal, ela já estava prestes a dar o tempo da gravidez e começando a falar: Olha, ela pode ter um problema mais grave ainda, porque ser tiver a condição tem que nascer e ser operada. Eu falando com a produção que preciso voltar. Papai do céu faz sempre as coisas do jeito dele e no fim todo mundo pegou Covid-19 no Pantanal e teve que voltar antes, ou seja, todo mundo voltou no dia que eu tinha que voltar, não atrapalhei a volta. 

Ao contar como foi chegar em São Paulo e acompanhar os procedimentos médicos, ele ressaltou que a novela o ajudou a ganhar forças. 

- Corri, peguei a Letícia, Viemos para São Paulo, ela nasceu e com duas horas já estava na mesa, a primeira cirurgia da nossa guerreirinha Maria Guilhermina. A primeira cirurgia deu problema, fizemos a segunda que ela não conseguiu oxigenar direito, veio a terceira que corrige o coração dela e está dando tudo certo. Ela está respondendo bem, o coração agora funciona com quatro cavidades, está respirando bem, oxigenando bem. Foi uma loucura estar com o coração aqui em São Paulo e a cabeça lá no trabalho. É o que eu falei outro dia para eles quando fizeram a surpresa no meu aniversário: Se fosse uma novela uma novela ruim com gente chata, teria sido quase impossível, mas a sorte é que era uma novela que eu só tinha amigos amados. Uma novela gostosa que me deu força. 

Após receber um recado carinhoso do pai, Cazarré enalteceu a família: 

- Eu tinha muita força dele e da minha mãe, o amor eu casa. Eu ficava gravando na globo e quando eu cruzo o portão da minha casa, o Gaspar e a Madalena abraçam a minha perna e os dois pedem colo ao mesmo tempo. Aí já vem o Vicente e o Inácio... É muito trabalho, mas é muito amor, então o meu alimento para conseguir fazer isso foi o amor. E outra, eu tenho que sair e trazer o pão de volta para casa, então eu tinha que entregar a novela, não tinha como. Não foi fácil, mas foi bom.