X

NOTÍCIAS

Publicada em 16/05/2024 às 00:00 | Atualizada em 15/05/2024 às 17:45

Com Dylan Sprouse, Belo Desastre - O Casamento faz jus ao nome e entrega narrativa confusa

A continuação do filme também é baseado no livro homônimo escrito por Jamie McGuire

Livia Veiga

Divulgação

Caso você já tinha lido aos livros da saga Belo Desastre ou já assistiu ao primeiro filme, deve saber que o roteiro segue uma linha bastante clichê, entregando um romance enemies to lovers, de inimigos a amantes, em tradução livre, brigas e intrigas de jovens adultos, uma vez que todos os personagens ainda estão na faculdade.

Belo Desastre é um prato cheio para quem adora ver romance entre o bad boy, vivido por Dylan Sprouse, e a garotinha certinha, personagem de Virginia Gardner. O casal passa por reviravoltas e precisa superar alguns desafios para continuarem juntos, porém, o segundo filme, Belo Desastre - O Casamento, ao qual o ESTRELANDO assistiu com exclusividade, entrega um belo desastre no roteiro.

A história começa exatamente onde o longa anterior termina, quando Abby descobre que se casou com Travis após uma noite de bebedeira e poker em Las Vegas, nos Estados Unidos. O casal, então, entra em uma jornada para descobrir se devem continuar com a união ou querem colocar um ponto final em tudo, já que o namoro deles tinha apenas três meses.

Os dois viajam para o México na companhia da melhor amiga de Abby, America, e Shapley, primo de Travis, que também são namorados e não somam muito à história, uma vez que se envolvem em discussões sem sentido. Cheios da grana, o quarteto decide alugar um resort de luxo e é então que as presepadas começam a acontecer.

Com histórias desconexas e mal estruturadas, o filme se arrasta por uma hora e 30 minutos, colocando os personagens em brigas e discussões que fazem pouco sentido. Além disso, há a apresentação de novas pessoas que não agregam à história, apesar de apelarem para a comédia.

Em Belo Desastre, o grande inimigo de Abby e Travis é Benny, um agiota que quer o seu dinheiro roubado de volta. Já no segundo filme, o vilão, além de fazer ameaças vazias, não contribui em nada para a narrativa, uma vez que o roteiro decidiu apresentar sua redenção, o colocando como um homem gay movido apenas pelo amor.

Com cenas inusitadas e beirando a caricatura, o filme não deixa um gosto bom para o público que se apaixonou por Belo Desastre. As narrativas soltas e brigas mal explicadas, não prendem a atenção do espectador que busca mais uma comédia romântica leve, já que Belo Desastre - O Casamento se tornou apenas uma comédia forçada.


Deixe um comentário

Atenção! Os comentários do portal Estrelando são via Facebook, lembre-se que o comentário é de inteira responsabilidade do autor, comentários impróprios poderão ser denunciados pelos outros usuários, acarretando até mesmo na perda da conta no Facebook.

Enquete

Você acha que Bruna Biancardi e Neymar Jr. retomaram o relacionamento?

Obrigado! Seu voto foi enviado.

Com Dylan Sprouse, <i>Belo Desastre - O Casamento</i> faz jus ao nome e entrega narrativa confusa

Com Dylan Sprouse, Belo Desastre - O Casamento faz jus ao nome e entrega narrativa confusa

20/Jun/

Caso você já tinha lido aos livros da saga Belo Desastre ou já assistiu ao primeiro filme, deve saber que o roteiro segue uma linha bastante clichê, entregando um romance enemies to lovers, de inimigos a amantes, em tradução livre, brigas e intrigas de jovens adultos, uma vez que todos os personagens ainda estão na faculdade.

Belo Desastre é um prato cheio para quem adora ver romance entre o bad boy, vivido por Dylan Sprouse, e a garotinha certinha, personagem de Virginia Gardner. O casal passa por reviravoltas e precisa superar alguns desafios para continuarem juntos, porém, o segundo filme, Belo Desastre - O Casamento, ao qual o ESTRELANDO assistiu com exclusividade, entrega um belo desastre no roteiro.

A história começa exatamente onde o longa anterior termina, quando Abby descobre que se casou com Travis após uma noite de bebedeira e poker em Las Vegas, nos Estados Unidos. O casal, então, entra em uma jornada para descobrir se devem continuar com a união ou querem colocar um ponto final em tudo, já que o namoro deles tinha apenas três meses.

Os dois viajam para o México na companhia da melhor amiga de Abby, America, e Shapley, primo de Travis, que também são namorados e não somam muito à história, uma vez que se envolvem em discussões sem sentido. Cheios da grana, o quarteto decide alugar um resort de luxo e é então que as presepadas começam a acontecer.

Com histórias desconexas e mal estruturadas, o filme se arrasta por uma hora e 30 minutos, colocando os personagens em brigas e discussões que fazem pouco sentido. Além disso, há a apresentação de novas pessoas que não agregam à história, apesar de apelarem para a comédia.

Em Belo Desastre, o grande inimigo de Abby e Travis é Benny, um agiota que quer o seu dinheiro roubado de volta. Já no segundo filme, o vilão, além de fazer ameaças vazias, não contribui em nada para a narrativa, uma vez que o roteiro decidiu apresentar sua redenção, o colocando como um homem gay movido apenas pelo amor.

Com cenas inusitadas e beirando a caricatura, o filme não deixa um gosto bom para o público que se apaixonou por Belo Desastre. As narrativas soltas e brigas mal explicadas, não prendem a atenção do espectador que busca mais uma comédia romântica leve, já que Belo Desastre - O Casamento se tornou apenas uma comédia forçada.