Esposa de Bruce Willis esclarece decisão de viver separada do ator: Escolha difícil
26/Abr/
Recentemente, Emma Heming, esposa de Bruce Willis, revelou que ela e as filhas Mabel, de 13 anos de idade, e Evelyn, de 11 anos, não estão mais morando com o ator. Isso aconteceu para que o astro de cinema, que foi diagnosticado com demência frontotemporal em 2013, ficasse com a equipe de saúde 24 horas, tendo todos os cuidados necessários.
A decisão foi muito criticada nas redes sociais. Demi Moore, ex-esposa de Bruce, deu uma entrevista para Oprah Winfrey e saiu em defesa de Emma.
- Tenho muita compaixão por Emma nisso… Ninguém poderia ter previsto onde isso iria chegar, e eu realmente acho que ela tem feito um trabalho magistral. Muita coisa recaiu sobre a Emma para que ela conseguisse lidar com tudo isso, e a coisa mais bonita foi reconhecer a importância dos cuidadores, e que eles precisam cuidar de si mesmos. Se não investirem esse tempo para garantir que estão bem, não conseguem estar presentes para mais ninguém.
Em uma entrevista para a ABC News, Emma comentou sobre sua decisão e explicou os seus motivos.
- Uma das escolhas mais difíceis que já tive que tomar. Bruce ainda tem muita mobilidade. Está com uma saúde ótima no geral, sabe? É só o cérebro dele que está falhando. A linguagem está indo embora. Aprendemos a nos adaptar e temos uma maneira de nos comunicar com ele, que é simplesmente diferente.
Bruce foi casado com Demi entre 1987 e 2000. Juntos, eles têm as filhas Rumer, de 37 anos de idade, Scout, de 34 anos, e Tallulah, de 31 anos de idade.
Início do diagnóstico
Em uma entrevista para a People, Emma relembrou quando começou a perceber que havia algo errado com Bruce. Ela contou que o ator começou a ficar confuso sobre o relacionamento deles.
- A demência frontotemporal não grita. Ela sussurra. Eu realmente não sabia nada sobre demência de início precoce antes de o Bruce receber o diagnóstico. É muito nebuloso entender onde o Bruce parou e onde a doença começou a se manifestar. É difícil saber, e ouço isso de muitos cuidadores também. É muito difícil identificar com precisão. Especialmente no caso do diagnóstico do Bruce, que é afasia progressiva primária, um subtipo da demência. A demência frontotemporal pode afetar as pessoas de maneiras diferentes. Existem três subtipos diferentes: Um que afeta o comportamento, outro que afeta a fala e outro que pode afetar o movimento. No caso do Bruce, foi a fala. O que comecei a notar foi que a gagueira dele começou a voltar. Eu diria que isso foi meio que o início de tudo.
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