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Publicada em 19/09/2025 às 00:00 | Atualizada em 19/09/2025 às 05:57

IZA abraça o reggae e lança duas músicas: - É o que está fluindo no meu coração

A cantora adotou um novo estilo musical

Giovanna Prisco

Divulgação-MarVin

Na última quarta-feira, dia 18, IZA lançou as músicas Caos e Sal e Tão Bonito, que fazem parte do seu novo projeto de reggae. Nessa nova sonoridade, a cantora resgata sua afinidade com Kemet, nome original do antigo Egito, que significa terra preta. Com a estética e a fusão de conceitos, que passa ainda pela Etiópia e aterrissa no Maranhão, a artista mergulha em uma profunda jornada de celebração à ancestralidade. 

Em uma coletiva de imprensa, na qual o ESTRELANDO esteve presente, a cantora comentou mais sobre o novo estilo musical de sua carreira.

- Essa música [Caos e Sal] é muito importante para mim, está comigo há uns cinco anos. Essa música tem tudo a ver com aquilo que eu enxergo no reggae. É um estilo muito democrático. Acho também que nesse momento é como eu me sinto, é um estilo musical que convoca a consciência, que provoca, que critica, faz com que a gente pense. É isso que está fluindo no meu coração. Tem tudo a ver com o que eu quero fazer agora e é um estilo musical que está presente na minha vida desde sempre. Eu não consigo me imaginar cantando outra coisa nesse momento. 

No entanto, IZA garantiu que essa não é uma decisão definitiva, mas sim o que ela deseja fazer neste momento de sua vida.

- Não é uma coisa definitiva, não é algo que me limite. É um momento em que eu quero viver com muita verdade. O reggae faz parte da cultura brasileira muito antes de a gente enxergar como reggae propriamente dito. Acredito que o Brasil tem a capacidade de transformar as músicas, tenho várias referências do Brasil como Skank, Charlie Brown, consigo enxergar reggae nessas referências. Quis fazer essa viagem musical. 

A artista ainda falou sobre a consciência social presente no reggae, que é algo que ela deseja trazer mais ainda para as pessoas.

- Na verdade, a crítica social e a poesia sempre andaram de mãos dadas ao longo da nossa história. É possível entender o contexto sócio econômico do nosso país através da nossa música. E nós artistas temos esse papel na sociedade. Eu tento falar delas de forma mais consciente possivel e quando se fala algo com amor fica mais fácil de penetrar o coração das pessoas e de transmitir a mensagem. A forma mais fácil de fazer crítica social é através da arte porque você provoca e critica, mas encanta também. 

Por fim, IZA revelou as suas principais referências para as novas músicas.

- Me inspirei em bastante gente, Gilberto Gil, Erykah Badu, Bob Marley. Eu tentei buscar o máximo nessas referências aquilo que mais me deixava feliz e o que mais fazia sentido para mim. 

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Em uma coletiva de imprensa, na qual o ESTRELANDO esteve presente, a cantora comentou mais sobre o novo estilo musical de sua carreira.

- Essa música [Caos e Sal] é muito importante para mim, está comigo há uns cinco anos. Essa música tem tudo a ver com aquilo que eu enxergo no reggae. É um estilo muito democrático. Acho também que nesse momento é como eu me sinto, é um estilo musical que convoca a consciência, que provoca, que critica, faz com que a gente pense. É isso que está fluindo no meu coração. Tem tudo a ver com o que eu quero fazer agora e é um estilo musical que está presente na minha vida desde sempre. Eu não consigo me imaginar cantando outra coisa nesse momento. 

No entanto, IZA garantiu que essa não é uma decisão definitiva, mas sim o que ela deseja fazer neste momento de sua vida.

- Não é uma coisa definitiva, não é algo que me limite. É um momento em que eu quero viver com muita verdade. O reggae faz parte da cultura brasileira muito antes de a gente enxergar como reggae propriamente dito. Acredito que o Brasil tem a capacidade de transformar as músicas, tenho várias referências do Brasil como Skank, Charlie Brown, consigo enxergar reggae nessas referências. Quis fazer essa viagem musical. 

A artista ainda falou sobre a consciência social presente no reggae, que é algo que ela deseja trazer mais ainda para as pessoas.

- Na verdade, a crítica social e a poesia sempre andaram de mãos dadas ao longo da nossa história. É possível entender o contexto sócio econômico do nosso país através da nossa música. E nós artistas temos esse papel na sociedade. Eu tento falar delas de forma mais consciente possivel e quando se fala algo com amor fica mais fácil de penetrar o coração das pessoas e de transmitir a mensagem. A forma mais fácil de fazer crítica social é através da arte porque você provoca e critica, mas encanta também. 

Por fim, IZA revelou as suas principais referências para as novas músicas.

- Me inspirei em bastante gente, Gilberto Gil, Erykah Badu, Bob Marley. Eu tentei buscar o máximo nessas referências aquilo que mais me deixava feliz e o que mais fazia sentido para mim.