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Publicada em 08/01/2026 às 19:14 | Atualizada em 08/01/2026 às 19:28

Amanda Seyfried relembra diagnóstico de TOC e reflete sobre o transtorno: Deve ser levado tão a sério quanto qualquer outra coisa

A atriz foi diagnosticada com transtorno obsessivo-compulsivo aos 19 anos de idade

Da Redação

Divulgação

Nesta quarta-feira, dia 8, Amanda Seyfried foi entrevistada pela revista Vogue e contou sobre o seu diagnóstico de TOC [Transtorno Obsessivo-Compulsivo]. A atriz recebeu o parecer médico aos 19 anos de idade e vem sendo medicada desde então. 

Durante o bate-papo, a artista contou o momento em que recebeu a notícia: 

- Eu morava em Marina del Rey na época, filmando Big Love, e minha mãe teve que tirar uma licença do trabalho na Pensilvânia para morar comigo por um mês. Fiz meus exames cerebrais e foi aí que comecei a tomar medicação — que tomo todas as noites até hoje.

A estrela do filme A Empregada explicou que lidar com sua condição quando era uma jovem atriz significava que ela não se deixava abalar pela rejeição profissional:

- É da natureza da coisa. Eu fazia planos e depois simplesmente não ia. Acho que fiz escolhas... Não entrei nesse mundo das boates. Devo dar crédito ao meu TOC.

Em seguida, ela relembrou sobre seus medicamentos e que prefere não parar com eles por conforto: 

- Tomo Lexapro e nunca vou parar. Tomo desde os 19 anos. Estou na dose mais baixa. Não vejo sentido em parar. Seja efeito placebo ou não, não quero arriscar. E contra o que você está lutando? Apenas contra o estigma de usar um medicamento?

Por fim, ela fez uma reflexão sobre o seu tratamento e a sua vida com o TOC: 

- Uma doença mental é algo que as pessoas colocam em uma categoria diferente [de outras doenças], mas eu não acho que seja. Deve ser levado tão a sério quanto qualquer outra coisa. Você não vê a doença mental: não é uma massa; não é um cisto. Mas está lá. Por que você precisa provar? Se você pode tratar, você trata.

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Amanda Seyfried relembra diagnóstico de TOC e reflete sobre o transtorno: <i>Deve ser levado tão a sério quanto qualquer outra coisa</i>

Amanda Seyfried relembra diagnóstico de TOC e reflete sobre o transtorno: Deve ser levado tão a sério quanto qualquer outra coisa

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Nesta quarta-feira, dia 8, Amanda Seyfried foi entrevistada pela revista Vogue e contou sobre o seu diagnóstico de TOC [Transtorno Obsessivo-Compulsivo]. A atriz recebeu o parecer médico aos 19 anos de idade e vem sendo medicada desde então. 

Durante o bate-papo, a artista contou o momento em que recebeu a notícia: 

- Eu morava em Marina del Rey na época, filmando Big Love, e minha mãe teve que tirar uma licença do trabalho na Pensilvânia para morar comigo por um mês. Fiz meus exames cerebrais e foi aí que comecei a tomar medicação — que tomo todas as noites até hoje.

A estrela do filme A Empregada explicou que lidar com sua condição quando era uma jovem atriz significava que ela não se deixava abalar pela rejeição profissional:

- É da natureza da coisa. Eu fazia planos e depois simplesmente não ia. Acho que fiz escolhas... Não entrei nesse mundo das boates. Devo dar crédito ao meu TOC.

Em seguida, ela relembrou sobre seus medicamentos e que prefere não parar com eles por conforto: 

- Tomo Lexapro e nunca vou parar. Tomo desde os 19 anos. Estou na dose mais baixa. Não vejo sentido em parar. Seja efeito placebo ou não, não quero arriscar. E contra o que você está lutando? Apenas contra o estigma de usar um medicamento?

Por fim, ela fez uma reflexão sobre o seu tratamento e a sua vida com o TOC: 

- Uma doença mental é algo que as pessoas colocam em uma categoria diferente [de outras doenças], mas eu não acho que seja. Deve ser levado tão a sério quanto qualquer outra coisa. Você não vê a doença mental: não é uma massa; não é um cisto. Mas está lá. Por que você precisa provar? Se você pode tratar, você trata.