Rei Charles III aparece pela primeira vez desde prisão do ex-Príncipe Andrew
10/Abr/
O Rei Charles III apareceu pela primeira vez desde a prisão de seu irmão, ex-Príncipe Andrew, nesta quinta-feira, dia 19. De acordo com a revista People, o monarca participou de audiências no Palácio de St. James, em Londres.
A aparição do rei aconteceu poucas horas após ele se pronunciar sobre a prisão de seu irmão, em um comunicado oficial, que dizia:
Recebi com profunda preocupação as notícias sobre Andrew Mountbatten-Windsor e a suspeita de má conduta em cargo público. O que se segue agora é o processo completo, justo e adequado pelo qual esta questão será investigada de forma apropriada e pelas autoridades competentes. Nisso, como já disse antes, eles têm nosso apoio e cooperação total e incondicional. Deixe-me ser bem claro: a lei deve seguir seu curso. Como esse processo ainda está em andamento, não seria apropriado da minha parte comentar mais sobre o assunto. Entretanto, minha família e eu continuaremos cumprindo nosso dever e servindo a todos vocês. Charles R.
Vale pontuar que Andrew está detido há mais de oito horas. O antigo membro da Família Real foi preso após ter seu nome envolvido com o caso Epstein, que consiste em uma investigação sobre tráfico sexual articulado pelo bilionário Jeffrey Epstein, que cometeu suicídio em agosto de 2019, um mês após ser preso.
A BBC, que deu inicialmente a notícia da prisão, também declarou:
Não sabemos por que a polícia decidiu prender Andrew Mountbatten-Windsor, o que aconteceu por volta das 8h da manhã. A lei que limita o poder da polícia diz que os agentes só podem deter alguém se tiverem "motivos razoáveis" para fazê-lo. Esses motivos incluem: Para estabelecer definitivamente a sua identidade e outros dados pessoais. Para evitar que o suspeito cause danos a si mesmo ou a outras pessoas. Para garantir uma investigação eficaz. Para impedir que alguém desapareça. A polícia pode deter alguém inicialmente por 24 horas, e essa pessoa deve ser levada para uma cela de custódia especial se permanecer detida por mais de seis horas. Se os detetives precisarem de mais tempo, devem solicitar uma prorrogação, primeiro a um superintendente e, em última instância, a um magistrado. A prisão acarreta direitos, incluindo o direito de falar em particular com um advogado de defesa criminal independente.
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