Leo Fuchs conta que temeu transplante após descobrir hepatite A: Foi um baque
04/Nov/
Léo Fuchs usou suas redes sociais para relatar um diagnóstico que recebeu no começo de 2026. Através de um vídeo no feed do Instagram, ele explicou que enfrentou um quadro grave de hepatite A.
Em seu longo relato, Léo contou que os primeiros sintomas - cansaço intenso, febre e uma sensação estranha no corpo - apareceram quando ele estava nos Estados Unidos.
- Por isso estou de óculos. Isso que vocês estão vendo é o de menos. Porque o amarelado, o cansaço e as taxas altas são as últimas coisas que vão embora, disse ele no vídeo. Além desses sintomas, a doença também pode provocar outros sinais, como pele e olhos amarelados, fezes claras e urina escura.
Após o diagnóstico, Léo decidiu retornar ao Brasil. Em seu desabafo, ele também falou sobre a forma como a doença é transmitida:
- E o que se faz com hepatite A? Beber água, se alimentar bem, dormir e esperar o corpo trabalhar. Você pode ter vida normal. Pode sair para jogar buraco, jantar, ir ao cinema, ao teatro. A hepatite A é viral, e o momento de contágio normalmente acontece quando você ainda não tem sintomas. Ou seja, quando você está sintomático — amarelado, com cansaço, enjoo —, você já não está transmitindo. É um vírus que se pega pela água ou por alimentos contaminados. Não é uma coisa de espirrar e passar para o outro.
Dias após o diagnóstico, o influenciador contou que a situação piorou e, por conta disso, passou quatro dias internado, correndo o risco de passar por um transplante de fígado.
- Eu passei a última meia hora gravando o programa pensando que seria internado logo em seguida. De madrugada fomos para a Clínica São Vicente. E eu nunca fui tão bem atendido na vida. Passei quatro dias lá. Fui muito bem cuidado. Descobri que, pelas taxas que eu tinha, existia a possibilidade de uma hepatite fulminante que poderia levar à perda da função do fígado e até a necessidade de um transplante. Quando entendi isso, foi um baque enorme.
Ainda, segundo ele, devido as altas taxas, a Hepatite A poderia se tornar uma Hepatite fulminante.
- A médica me explicou que, pelas taxas que eu estava, existia a possibilidade de uma hepatite fulminante, que poderia levar à perda da função do fígado e até à necessidade de transplante. A hepatite A cura 100% e não tem remédio. O que aconteceu comigo foi algo que os médicos chamam de second hit: quando a doença volta a dar uma pancada no organismo. Hoje estou em casa, tive alta, mas minhas taxas continuam altas. Ainda não posso voltar para os Estados Unidos porque preciso ser monitorado.
E encerrou, fazendo um alerta aos seguidores:
- Se eu tivesse tomado a vacina da hepatite A, provavelmente não estaria passando por isso", afirmou, lembrando que a imunização está disponível gratuitamente no SUS. Mesmo ainda em recuperação, ele disse estar otimista. Eu sei que vai passar. Mas essa experiência mudou muito a minha forma de ver a vida.
Confira:
-
Bruna Biancardi, Rafaella Santos e mais! Saiba quem é quem na família de Neymar Jr.
-
Mãe de Marina Ruy Barbosa defende a filha após atriz ser chamada de coitada
-
Veja as vezes em que Marina Ruy Barbosa rebateu os haters
-
Relembre as polêmicas que já rondaram a vida e a carreira de Marina Ruy Barbosa
-
Veja a evolução do estilo de João Lucas, marido de Sasha Meneghel
-
Ator revela que foi salvo de briga em boate pelo Príncipe William
-
Ana Hickmann esclarece comentário sobre look de Virginia Fonseca: Não foi direcionado a ela
-
Bruna Biancardi, Rafaella Santos e mais! Saiba quem é quem na família de Neymar Jr.
-
Amizades para a vida! Conheça o clã de amigos de Virginia Fonseca
-
Mãe de Marina Ruy Barbosa defende a filha após atriz ser chamada de coitada
