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Publicada em 17/08/2026 às 17:00 | Atualizada em 17/08/2026 às 17:34

KINO, integrante do PENTAGON, revela paixão por açaí e se derrete pelo calor dos fãs brasileiros: - São os melhores

O artista realiza sua terceira visita ao país

Bárbara More

Crédito: Bárbara More

KINO é um dos idols de K-Pop declaradamente apaixonados ao Brasil e está curtindo a sua terceira visita ao país. O artista veio pela primeira em 2019 junto ao grupo PENTAGON, do qual faz parte. Ao dar início à sua carreira solo, à frente de sua própria empresa, a NAKED, trouxe em 2025 a turnê I think too much. Agora, com a FREE KINO chegou a vez de mais uma vez visitar a nação tropical, com shows em três cidades diferentes: São Paulo, Brasília e Teresina. 

Em coletiva de imprensa, da qual o ESTRELANDO participou, KINO não escondeu o carinho pelos fãs brasileiros:

- É minha terceira vez no Brasil. Sempre fiz show aqui em São Paulo e toda vez que dava entrevista, falava que os fãs do Brasil são os melhores, tinha muito boa impressão. 

E por falar nisso, ele ainda relembrou a passagem com o PENTAGON há sete anos e como ficou marcado na memória a forma como o público da apresentação cantava as músicas a plenos pulmões, mesmo quando a letra inteira era em coreano, o fazendo associar o momento com os coros de torcedores em partidas de futebol:

- Quando vim pela primeira vez ao Brasil foi como membro do PENTAGON. Eu estava atrás no palco e a gente começou a tocar uma música que era totalmente coreana. Quando eu vi os brasileiros cantando do começo ao fim, eu fiquei impactado. Acho que ano passado, quando eu vim como solo, senti como se fosse... sabe a torcida de futebol quando está ganhando? Senti tanto calor, foi bem emocionante, como se estivesse em um estádio de futebol prestes a ganhar. Acho que estavam cantando uma música parecida com de torcida de futebol, estava todo mundo cantando um coro só e isso me impactou muito. 

O artista, que já se deliciou com comidas locais e até confessou ter adorado experimentar polenta, também falou sobre como gostaria de conhecer melhor os pontos turísticos dessa vez: 

Das outras vezes que estive aqui, fiquei um pouco doente, então não pude aproveitar muito e conhecer o Brasil, mas agora que tenho um pouco de tempo quero conhecer a cultura brasileira e também os pontos turísticos. 

KINO ainda confessou que recentemente teve a feliz surpresa de descobrir que o açaí é de origem brasileira. Ao ser questionado sobre o que gostaria de levar consigo do país, ele citou a iguaria: 

- Açaí. Já experimentei o açaí na Coreia e nos Estados Unidos, mas recentemente fiquei sabendo que o original é aqui do Brasil. Então hoje fui lá comer o açaí. Cheguei à conclusão: de verdade, o original é diferente. Quero levar embora o açaí. 

Ele ainda revelou que possui uma música que combina com a energia do nosso país tropical: 

- O remix de Flake talvez seja a música representante do FREE KINO, mas também mais adaptada ao brasileiro. Acho que o clima do brasileiro combina mais, então seja essa a melhor experiência. 

Carreira solo e FREE KINO

Ao dar mais detalhes sobre o momento atual de sua carreira solo, que é marcado pelo lançamento do álbum Lost and Found e pela turnê FREE KINO, ele cita que não consigo separar o meu pessoal da sua música e do meu trabalho. Desta forma, seus lançamentos refletem seu estado de espírito. Questionado sobre o que mudou desde a última turnê, ele reflete sobre como encara de forma diferente a arte de realizar shows: 

- Eu peço desculpas aos fãs que assistiram aos meus primeiros shows, porque no começo para mim era lógico fazer show. Coisa óbvia. Mas depois eu fui saber, agora que estou solo, o valor do fã. O valor do fã que está pagando dinheiro para ter aquele momento assistindo ao meu show. Então, eu estou valorizando mais, e como valorizo cada show que faço, também quero dar o meu melhor. A qualidade acho que você pode ver que é melhor e a troca de sentimentos você também pode ver a diferença. 

KINO também cita a evolução que passou entre a era I Think I Think Too Much para FREE KINO, passando de uma época em que pensava demais para um momento de mais liberdade: 

- Eu era uma pessoa que não sabia descansar, que não sabia parar e eu mesmo me prendia. Só que pensando nesse novo álbum, nesse novo tema, aprendi a descansar, a parar. Então acho que você vai ver essa mudança e o meu aprendizado, como eu me rpeparei para esse tour, de saber onde descansar, como descansar e o tempo de parar, e buscar pela liberdade. Do ano passado para cá, do show que fiz, perdi oito quilos. 

O artista ainda detalha como, após 10 anos desde sua estreia como membro do PENTAGON, também aprendeu a lidar melhor com as apresentações ao vivo:

- Acho que fazer ao vivo, tenho mais experiência em lidar com vocês. No começo, eu estava muito treinado a fazer o que estava treinado, e fazer daquele jeito, mas nos 10 anos fui passando pro vários países, fazendo vários shows, então fui pegando os macetes de como lidar com a situação às vezes inesperada. Cada país é diferente, cada equipamento é diferente, e hoje eu sei como lidar para que nesse imprevisto eu consiga fazer a entrega adaptando rápido com melhor qualidade. 

Ao falar sobre o momento atual que está vivendo, de constante aprendizado e busca por maior liberdade, ele cita a mensagem por trás do álbum Lost and Found e explica: 

- Eu fiz esse álbum para buscar a liberdade perdida. Tenho uma expressão, que digo que continuo aprendendo, estou no processo de aprendizado. Claro que não estou 100%, mas comparando ao ano passado, estou mais livre, me sinto mais livre. 

Ele ainda abre o coração ao contar como, através dos shows da turnê FREE KINO, o público poderá sentir raiva e tristeza junto com ele, ao mesmo tempo em que também acompanharão momentos de felicidade e festa, embalados pelas músicas: 

- Eu acho que o FREE KINO é um título que busca a liberdade, o sonho pela liberdade, mas também não consegui a liberdade total, 100%, então estou aprendendo a lidar com essa situação também. Acho que você pode pensar que é um show que contém alguns anos de experiência minha e é o esforço e o sonho pela busca da liberdade. Podem sentir junto comigo, através da música, a raiva que tinha dentro de mim, o conflito, mas também a tristeza. Todo esse sentimento que estava dentro de mim, podem sentir. Mas vocês vão ver os meus momentos felizes, do Kang Hyung-gu [nome real do KINO] o que eu alcancei de felicidade e você vai encontrar um momento em que vai curtir loucamente. Vai sentir esses sentimentos junto comigo no show.

Ao falar sobre os elementos de rock presentes no show, o idol explica que não se inspirou em um artista específico, mas que trouxe uma experiência única ao integrar o gênero ao seu estilo próprio: 

- O show não se traduz a um show, não posso falar um artista específico em quem me inspiro. São vários em quem me inspirei, mas se foro dar um exemplo seria o Post Malone. Acho que do Post Malone, uma coisa diferente é que ele faz só rock, mas, no meu caso, o que eu faço, acho que é uma novidade, porque além de estilo de banda, também temos o que costumo trabalhar. Esse pode ser um diferencial, a mistura que eu faço. 

Ao refletir sobre as diferentes entre o KINO integrante do PENTAGON e o KINO solista, ele declarou que mostra lados distintos, mas que os dois representam quem ele é: 

- Nunca tinha pensado, mas agora pensando acho que é bem diferente. Não é só o palco, a música que é diferente, mas o que eu percebi no cotidiano, como eu encontrei os membros do PENTAGON na época do colegial, quando estou com eles parece que volto àquela idade com as minhas atitudes. Quando estou com o grupo, naturalmente a música, quando estou gravando vídeo, quando estou no palco, faço uma expressão mais bonita. Eu fico mais meigo. O KINO de hoje, do solo, é diferente. Como solo, diferente de quando estou com o PENTAGON, sou mais fiel aos meus sentimentos, sou mais fiel à música, do que fazer a expressão facial. Me concentro mais à qualidade da música que estou fazendo. Mas, no final das contas, os dois sou eu mesmo. 

Por fim, revelou o que diria ao KINO do passado: 

- Quando pensei no que falar para o KINO de antes, veio um momento na minha vida que era o mais sombrio, o mais difícil, o mais depressivo. Para o KINO daquela época, eu queria falar que se você não desistir, o tempo vai resolver. Eu não sou uma pessoa de personalidade fraca, mas de dois anos para cá etsou pasando por um tempo difícil e eu queria falar para mim mesmo torcer por mim, pelo KINO de antes, e dizer que se não desistir o tempo vai resolver. 


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KINO, integrante do <i>PENTAGON</i>, revela paixão por açaí e se derrete pelo calor dos fãs brasileiros: <i>- São os melhores</i>

KINO, integrante do PENTAGON, revela paixão por açaí e se derrete pelo calor dos fãs brasileiros: - São os melhores

17/Ago/

KINO é um dos idols de K-Pop declaradamente apaixonados ao Brasil e está curtindo a sua terceira visita ao país. O artista veio pela primeira em 2019 junto ao grupo PENTAGON, do qual faz parte. Ao dar início à sua carreira solo, à frente de sua própria empresa, a NAKED, trouxe em 2025 a turnê I think too much. Agora, com a FREE KINO chegou a vez de mais uma vez visitar a nação tropical, com shows em três cidades diferentes: São Paulo, Brasília e Teresina. 

Em coletiva de imprensa, da qual o ESTRELANDO participou, KINO não escondeu o carinho pelos fãs brasileiros:

- É minha terceira vez no Brasil. Sempre fiz show aqui em São Paulo e toda vez que dava entrevista, falava que os fãs do Brasil são os melhores, tinha muito boa impressão. 

E por falar nisso, ele ainda relembrou a passagem com o PENTAGON há sete anos e como ficou marcado na memória a forma como o público da apresentação cantava as músicas a plenos pulmões, mesmo quando a letra inteira era em coreano, o fazendo associar o momento com os coros de torcedores em partidas de futebol:

- Quando vim pela primeira vez ao Brasil foi como membro do PENTAGON. Eu estava atrás no palco e a gente começou a tocar uma música que era totalmente coreana. Quando eu vi os brasileiros cantando do começo ao fim, eu fiquei impactado. Acho que ano passado, quando eu vim como solo, senti como se fosse... sabe a torcida de futebol quando está ganhando? Senti tanto calor, foi bem emocionante, como se estivesse em um estádio de futebol prestes a ganhar. Acho que estavam cantando uma música parecida com de torcida de futebol, estava todo mundo cantando um coro só e isso me impactou muito. 

O artista, que já se deliciou com comidas locais e até confessou ter adorado experimentar polenta, também falou sobre como gostaria de conhecer melhor os pontos turísticos dessa vez: 

Das outras vezes que estive aqui, fiquei um pouco doente, então não pude aproveitar muito e conhecer o Brasil, mas agora que tenho um pouco de tempo quero conhecer a cultura brasileira e também os pontos turísticos. 

KINO ainda confessou que recentemente teve a feliz surpresa de descobrir que o açaí é de origem brasileira. Ao ser questionado sobre o que gostaria de levar consigo do país, ele citou a iguaria: 

- Açaí. Já experimentei o açaí na Coreia e nos Estados Unidos, mas recentemente fiquei sabendo que o original é aqui do Brasil. Então hoje fui lá comer o açaí. Cheguei à conclusão: de verdade, o original é diferente. Quero levar embora o açaí. 

Ele ainda revelou que possui uma música que combina com a energia do nosso país tropical: 

- O remix de Flake talvez seja a música representante do FREE KINO, mas também mais adaptada ao brasileiro. Acho que o clima do brasileiro combina mais, então seja essa a melhor experiência. 

Carreira solo e FREE KINO

Ao dar mais detalhes sobre o momento atual de sua carreira solo, que é marcado pelo lançamento do álbum Lost and Found e pela turnê FREE KINO, ele cita que não consigo separar o meu pessoal da sua música e do meu trabalho. Desta forma, seus lançamentos refletem seu estado de espírito. Questionado sobre o que mudou desde a última turnê, ele reflete sobre como encara de forma diferente a arte de realizar shows: 

- Eu peço desculpas aos fãs que assistiram aos meus primeiros shows, porque no começo para mim era lógico fazer show. Coisa óbvia. Mas depois eu fui saber, agora que estou solo, o valor do fã. O valor do fã que está pagando dinheiro para ter aquele momento assistindo ao meu show. Então, eu estou valorizando mais, e como valorizo cada show que faço, também quero dar o meu melhor. A qualidade acho que você pode ver que é melhor e a troca de sentimentos você também pode ver a diferença. 

KINO também cita a evolução que passou entre a era I Think I Think Too Much para FREE KINO, passando de uma época em que pensava demais para um momento de mais liberdade: 

- Eu era uma pessoa que não sabia descansar, que não sabia parar e eu mesmo me prendia. Só que pensando nesse novo álbum, nesse novo tema, aprendi a descansar, a parar. Então acho que você vai ver essa mudança e o meu aprendizado, como eu me rpeparei para esse tour, de saber onde descansar, como descansar e o tempo de parar, e buscar pela liberdade. Do ano passado para cá, do show que fiz, perdi oito quilos. 

O artista ainda detalha como, após 10 anos desde sua estreia como membro do PENTAGON, também aprendeu a lidar melhor com as apresentações ao vivo:

- Acho que fazer ao vivo, tenho mais experiência em lidar com vocês. No começo, eu estava muito treinado a fazer o que estava treinado, e fazer daquele jeito, mas nos 10 anos fui passando pro vários países, fazendo vários shows, então fui pegando os macetes de como lidar com a situação às vezes inesperada. Cada país é diferente, cada equipamento é diferente, e hoje eu sei como lidar para que nesse imprevisto eu consiga fazer a entrega adaptando rápido com melhor qualidade. 

Ao falar sobre o momento atual que está vivendo, de constante aprendizado e busca por maior liberdade, ele cita a mensagem por trás do álbum Lost and Found e explica: 

- Eu fiz esse álbum para buscar a liberdade perdida. Tenho uma expressão, que digo que continuo aprendendo, estou no processo de aprendizado. Claro que não estou 100%, mas comparando ao ano passado, estou mais livre, me sinto mais livre. 

Ele ainda abre o coração ao contar como, através dos shows da turnê FREE KINO, o público poderá sentir raiva e tristeza junto com ele, ao mesmo tempo em que também acompanharão momentos de felicidade e festa, embalados pelas músicas: 

- Eu acho que o FREE KINO é um título que busca a liberdade, o sonho pela liberdade, mas também não consegui a liberdade total, 100%, então estou aprendendo a lidar com essa situação também. Acho que você pode pensar que é um show que contém alguns anos de experiência minha e é o esforço e o sonho pela busca da liberdade. Podem sentir junto comigo, através da música, a raiva que tinha dentro de mim, o conflito, mas também a tristeza. Todo esse sentimento que estava dentro de mim, podem sentir. Mas vocês vão ver os meus momentos felizes, do Kang Hyung-gu [nome real do KINO] o que eu alcancei de felicidade e você vai encontrar um momento em que vai curtir loucamente. Vai sentir esses sentimentos junto comigo no show.

Ao falar sobre os elementos de rock presentes no show, o idol explica que não se inspirou em um artista específico, mas que trouxe uma experiência única ao integrar o gênero ao seu estilo próprio: 

- O show não se traduz a um show, não posso falar um artista específico em quem me inspiro. São vários em quem me inspirei, mas se foro dar um exemplo seria o Post Malone. Acho que do Post Malone, uma coisa diferente é que ele faz só rock, mas, no meu caso, o que eu faço, acho que é uma novidade, porque além de estilo de banda, também temos o que costumo trabalhar. Esse pode ser um diferencial, a mistura que eu faço. 

Ao refletir sobre as diferentes entre o KINO integrante do PENTAGON e o KINO solista, ele declarou que mostra lados distintos, mas que os dois representam quem ele é: 

- Nunca tinha pensado, mas agora pensando acho que é bem diferente. Não é só o palco, a música que é diferente, mas o que eu percebi no cotidiano, como eu encontrei os membros do PENTAGON na época do colegial, quando estou com eles parece que volto àquela idade com as minhas atitudes. Quando estou com o grupo, naturalmente a música, quando estou gravando vídeo, quando estou no palco, faço uma expressão mais bonita. Eu fico mais meigo. O KINO de hoje, do solo, é diferente. Como solo, diferente de quando estou com o PENTAGON, sou mais fiel aos meus sentimentos, sou mais fiel à música, do que fazer a expressão facial. Me concentro mais à qualidade da música que estou fazendo. Mas, no final das contas, os dois sou eu mesmo. 

Por fim, revelou o que diria ao KINO do passado: 

- Quando pensei no que falar para o KINO de antes, veio um momento na minha vida que era o mais sombrio, o mais difícil, o mais depressivo. Para o KINO daquela época, eu queria falar que se você não desistir, o tempo vai resolver. Eu não sou uma pessoa de personalidade fraca, mas de dois anos para cá etsou pasando por um tempo difícil e eu queria falar para mim mesmo torcer por mim, pelo KINO de antes, e dizer que se não desistir o tempo vai resolver.