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Publicada em 19/08/2026 às 00:00 | Atualizada em 19/08/2026 às 16:36

KINO fala sobre memórias do Brasil e revela detalhes do processo criativo e de músicas especiais

O artista concedeu uma entrevista exclusiva ao ESTRELANDO

Bárbara More

Crédito: Bárbara More

KINO encerrou mais uma passagem pelo Brasil como artista solo e, dessa vez, trazendo a turnê FREE KINO, encontrou os fãs em três cidades diferentes: São Paulo, Brasília e Teresina. Super feliz em mais uma vez sentir o carinho brasileiro, o integrante do PENTAGON concedeu uma entrevista ao ESTRELANDO, na qual refletiu sobre músicas favoritas, a inclusão de elementos de rock em suas apresentações, o processo criativo e memórias afetivas. 

O artista ainda possui guardados no celular vídeos da primeira vez em que veio ao Brasil, em 2019, com o grupo do qual faz parte. Na época, ficou impressionado com a forma como a plateia cantava as músicas em coro e eternizou o momento com um registro que ainda gosta de assistir quando precisa de energia. Ele revela na conversa que também mantém na galeria um registro da última visita, em 2025, marcada pela turnê solo I Think I Think Too Much Tour.

- Claro que sim. Porque quando quero relembrar momentos especiais, sempre pego o vídeo e assisto, principalmente quando vejo os fãs brasileiros cantando juntos no local do show com seus lightsticks. Isso me deixa muito feliz. E na minha última turnê solo no Brasil, tenho o vídeo deles fazendo o sinal de coração. É um dos meus favoritos também.

As apresentações dessa vez chegaram trabalhadas com elementos e inspirações no rock, mesclados ao estilo próprio de KINO. Questionado sobre como surgiu a ideia e o processo de inserir o gênero musical nas performances, ele explica que foi uma decisão natural:

- O processo, não sei explicar por que aconteceu dessa forma, acho que foi naturalmente. Não tem um motivo especial, na verdade. Eu acho que, fazendo show, fui descobrindo o que era melhor, o que era mais divertido e aí fui melhorando isso, então foi um processo natural

Refletindo sobre as músicas que integram seu repertório como artista solo, ele compartilha qual faixa ganhou um significado diferente ao ser apresentada ao vivo e como se sente hoje ao cantá-la: 

- Principalmente Wurk, a sexta faixa do meu segundo álbum [EVERYBODY'S GUILTY, BUT NO ONE'S TO BLAME]. Quando eu estava compondo essa música, eu só queria gritar bem alto, berrar a música no microfone. Só havia raiva na minha mente enquanto eu a criava, mas depois que a lancei e a apresentei no palco, senti que não era mais o cara que a compôs, mas ainda tinha aqueles sentimentos, então consigo agir como ele. Mas agora, não estou mais com tanta raiva.

Em seguida, também elege qual canção sua que, quando toca, o faz esquecer por um momento que é o artista e simplesmente passa a curtir os versos e a melodia: 

- Uma delas é ALL LOVE!, do meu último álbum [Lost and Found]. Outra é MAPSI. MAPSI é tão, tão boa, em termos de som, qualidade, letra, emoção, tudo é perfeito, eu acho. Valentine também é ótima para ouvir.

O idol, que entrega clipes com estéticas dinâmicas e marcantes para acompanhar faixas de energia dançante, explica como trabalha a conexão entre música, imagem e performance na criação de um novo projeto:

- Depende do projeto, o processo muda a cada projeto. Mas ultimamente eu gosto muito de decidir a mensagem que quero transmitir às pessoas e, depois disso, quando componho a música com essas mensagens, imagino tudo na minha mente: como eu dançaria ao som dessa música, como eu me apresentaria no palco com essa música, como eu quero me mostrar como músico no videoclipe, como devo me mostrar através da imagem. Essas coisas surgem desde o início do processo, então, naturalmente, tudo se conecta no final, eu acho.

KINO estreou em 2016 como integrante do PENTAGON, deu início à carreira solo em 2022 com o lançamento de Pose e fundou sua própria agência, a Naked, em 2023. Desde então, passou a comandar uma empresa e participar ativamente de todas as etapas de seus projetos. Com isso, o cantor revela qual nova habilidade descobriu ter após se tornar empresário:

- Descobri a habilidade de enviar mensagens de texto para várias pessoas ao mesmo tempo. Eu não sabia que era uma pessoa que poderia se comunicar com tantas pessoas através de mensagens



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KINO fala sobre memórias do Brasil e revela detalhes do processo criativo e de músicas especiais

KINO fala sobre memórias do Brasil e revela detalhes do processo criativo e de músicas especiais

19/Ago/

KINO encerrou mais uma passagem pelo Brasil como artista solo e, dessa vez, trazendo a turnê FREE KINO, encontrou os fãs em três cidades diferentes: São Paulo, Brasília e Teresina. Super feliz em mais uma vez sentir o carinho brasileiro, o integrante do PENTAGON concedeu uma entrevista ao ESTRELANDO, na qual refletiu sobre músicas favoritas, a inclusão de elementos de rock em suas apresentações, o processo criativo e memórias afetivas. 

O artista ainda possui guardados no celular vídeos da primeira vez em que veio ao Brasil, em 2019, com o grupo do qual faz parte. Na época, ficou impressionado com a forma como a plateia cantava as músicas em coro e eternizou o momento com um registro que ainda gosta de assistir quando precisa de energia. Ele revela na conversa que também mantém na galeria um registro da última visita, em 2025, marcada pela turnê solo I Think I Think Too Much Tour.

- Claro que sim. Porque quando quero relembrar momentos especiais, sempre pego o vídeo e assisto, principalmente quando vejo os fãs brasileiros cantando juntos no local do show com seus lightsticks. Isso me deixa muito feliz. E na minha última turnê solo no Brasil, tenho o vídeo deles fazendo o sinal de coração. É um dos meus favoritos também.

As apresentações dessa vez chegaram trabalhadas com elementos e inspirações no rock, mesclados ao estilo próprio de KINO. Questionado sobre como surgiu a ideia e o processo de inserir o gênero musical nas performances, ele explica que foi uma decisão natural:

- O processo, não sei explicar por que aconteceu dessa forma, acho que foi naturalmente. Não tem um motivo especial, na verdade. Eu acho que, fazendo show, fui descobrindo o que era melhor, o que era mais divertido e aí fui melhorando isso, então foi um processo natural

Refletindo sobre as músicas que integram seu repertório como artista solo, ele compartilha qual faixa ganhou um significado diferente ao ser apresentada ao vivo e como se sente hoje ao cantá-la: 

- Principalmente Wurk, a sexta faixa do meu segundo álbum [EVERYBODY'S GUILTY, BUT NO ONE'S TO BLAME]. Quando eu estava compondo essa música, eu só queria gritar bem alto, berrar a música no microfone. Só havia raiva na minha mente enquanto eu a criava, mas depois que a lancei e a apresentei no palco, senti que não era mais o cara que a compôs, mas ainda tinha aqueles sentimentos, então consigo agir como ele. Mas agora, não estou mais com tanta raiva.

Em seguida, também elege qual canção sua que, quando toca, o faz esquecer por um momento que é o artista e simplesmente passa a curtir os versos e a melodia: 

- Uma delas é ALL LOVE!, do meu último álbum [Lost and Found]. Outra é MAPSI. MAPSI é tão, tão boa, em termos de som, qualidade, letra, emoção, tudo é perfeito, eu acho. Valentine também é ótima para ouvir.

O idol, que entrega clipes com estéticas dinâmicas e marcantes para acompanhar faixas de energia dançante, explica como trabalha a conexão entre música, imagem e performance na criação de um novo projeto:

- Depende do projeto, o processo muda a cada projeto. Mas ultimamente eu gosto muito de decidir a mensagem que quero transmitir às pessoas e, depois disso, quando componho a música com essas mensagens, imagino tudo na minha mente: como eu dançaria ao som dessa música, como eu me apresentaria no palco com essa música, como eu quero me mostrar como músico no videoclipe, como devo me mostrar através da imagem. Essas coisas surgem desde o início do processo, então, naturalmente, tudo se conecta no final, eu acho.

KINO estreou em 2016 como integrante do PENTAGON, deu início à carreira solo em 2022 com o lançamento de Pose e fundou sua própria agência, a Naked, em 2023. Desde então, passou a comandar uma empresa e participar ativamente de todas as etapas de seus projetos. Com isso, o cantor revela qual nova habilidade descobriu ter após se tornar empresário:

- Descobri a habilidade de enviar mensagens de texto para várias pessoas ao mesmo tempo. Eu não sabia que era uma pessoa que poderia se comunicar com tantas pessoas através de mensagens