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Publicada em 18/12/2020 às 19:40 | Atualizada em 18/12/2020 às 19:42

Angélica fala sobre ciúmes do filho mais velho e explica como dá atenção aos três filhos ao mesmo tempo: - Fico parecendo uma doida

A apresentadora, em conversa com a revista Crescer, ainda contou que ajudou a ensinar alfabetização para a filha, Eva

Da Redação

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Divulgação

Bem mãezona, Angélica foi entrevista pela revista Crescer e abriu o jogo sobre diversos aspectos da maternidade. Em determinado momento, por exemplo, a apresentadora falou sobre seu filho mais velho, Joaquim, de 15 anos de idade, que está namorando sério uma menina. Sobre isso, a esposa de Luciano Huck explicou que não tem ciúmes:

- Eu não tenho ciúme dele e até me surpreendi com isso. Achei que teria quando ele começasse a namorar, mas descobri em mim mesma uma coisa totalmente diferente. Eu acho bom vê-lo feliz, quero agregar, quero conhecer. Mas é uma fase difícil até para eles mesmo, com um monte de descobertas. Eles mesmos ficam muito confusos e, é claro, que nós também. Nós temos que que estar ali em volta amparando quando precisa, mas também temos que deixar eles voarem. É aquela fase que o pai e a mãe não são a única referência. Eles procuram outras referências no mundo para entender o que eles mesmo querem. É uma fase de aprendizado pra nós também.

E falando em filhos... Angélica é mãe de três: Joaquim Benício e Eva. Sobre se há alguma dificuldade nisso, ela explica:

- Na verdade, é muito bom ser mãe de três e tem muitas coisas boas. Acho que a maior dificuldade é conseguir, quando está todo mundo junto, dar atenção que cada um precisa, porque eles são diferentes e têm idades diferentes. Quando estou com os três, muitas vezes me pego rindo sozinha porque fico parecendo uma doida tentando dar atenção de forma diferenciada. Chega a ser engraçado.

Sobre como a pandemia mudou a rotina deles, Angélica detalhou:

- Nós sempre fomos muito próximos. Mas, sem dúvida nenhuma, a pandemia trouxe uma rotina em casa muito rica para a nossa família. Nós sempre ficávamos juntos nas férias (julho e janeiro), fazíamos programas e passeios juntos. No dia a dia, durante o resto do ano, era aquela rotina de escola, de trabalho... No final de semana, quando estávamos todos juntos, ficávamos meio espalhado. A pandemia trouxe, digamos assim, a riqueza de poder almoçar junto, ficar junto, jantar junto, participar das aulas online.

Já em relação às aulas online, ela contou uma curiosidade: Angélica ajudou sua caçula, Eva, a estudar!

- Durante três meses, eu fui a professora da Eva, que está alfabetizando, das 8h até às 12h. Era cansativo, mas ao mesmo tempo eu pensava: Isso é tão maravilhoso porque vou poder falar que, de alguma forma, participei da alfabetização dela. Eu brincava que era a professora, a tia da cantina, o tio da portaria, durante esses três meses [risos]. Foi muito legal. Com os meninos eu meio que dava uma coordenada nas aulas deles, mas eles já são maiores e faziam tudo sozinhos.

Por fim, não deixou de citar os sustos que a família já passou, como por exemplo, o acidente de avião e o acidente de wakeboard de Benício - que passou por uma cirurgia na cabeça:

- Isso nos fortaleceu e nos uniu ainda mais. Acho que estes tipos de sustos nos conectam com o que realmente importa na vida. Comigo pelo menos foi assim. Acho que toda situação de vulnerabilidade – e nós vivemos duas muito grandes - te coloca diante de questionamentos muito importantes, quando se está aberto para isso. Acredito que fiquei mais espiritualizada, mais atenta para o que realmente me faz bem. Foram muitos aprendizados positivos de duas coisas muito ruins.

Logo abaixo, veja os melhores momentos da família!

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