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Publicada em 14/12/2011 às 08:31 | Atualizada em 08/05/2015 às 05:49

- Foi um ano doloroso, diz criador de Two and a Half Men

Da Redação

Chuck Lorre disse que, após Charlie Sheen deixar Two and a Half Men, ele se ofereceu para sair da comédia.

- Eu me ofereci para sair no meio do ano. Eu disse: Ouça, se por algum motivo eu sou o Anticristo agora, eu fico feliz de ir embora. Não é do meu interesse parar o programa, e eu certamente não quero tirar o emprego dessas pessoas. Continuem. Arranjem outro cara. Não parem por minha causa.

Em entrevista à revista TV Guide, ele disse que deu um ultimato ao canal quando Sheen ainda estrelava o programa.

- Eu não posso trabalhar com um cara que decidiu que me odeia.

O programa teria escolhido, então, tomar uma decisão moral ao invés de uma financeira, disse.

- As pessoas estavam realmente assustadas pensando que isso teria consequências devastadoras. Não era uma brincadeira. Era vício em drogas em larga escala. Poderia ter acabado com sua morte ou a de outra pessoa.

O escritor até se arrepende de não ter demitido Charlie Sheen em 2009, quando sua esposa Brooke Mueller prestou queixas contra ele por tê-la agredido com uma faca.

- Quando ele começou a atacar pessoas com facas, era o suficiente. Deveria ter sido isso, eu deveria ter feito isso. Mas eu pensei que como ela o tinha perdoado, nós poderíamos sair disso mais fortes e saudáveis.

No entanto, Chuck não deixa de elogiar o ex-protagonista de seu seriado.

- Charlie sempre me lembrou Dean Martin. Ele é a definição do que é cool e faz parecer que não se esforça para isso. As pessoas nunca deram crédito o suficiente por seu talento porque ele faz parecer que é tão fácil. Ele era o tipo de cara com quem você queria sair. Era um cara especial. Mas caras especiais não estão imunes ao vício em drogas.

Lorre disse que ainda não digeriu tudo o que aconteceu.

- Foi um ano doloroso. Eu vou pensar nisso por muito tempo.

Começou então a operação para reestruturar o programa, com a contratação de Ashton Kutcher.

- Eu pensei: Por que não descobrir se nós conseguimos fazer isso? Se nós falharmos, vamos falhar no quê? Em fazer uma sitcom? Nós tivemos que fazer algo que nunca sonhamos: Encerrar uma série e começar um novo programa em 20 minutos.

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- <i>Foi um ano doloroso</i>, diz criador de <i>Two and a Half Men</i>

- Foi um ano doloroso, diz criador de Two and a Half Men

21/Fev/

Chuck Lorre disse que, após Charlie Sheen deixar Two and a Half Men, ele se ofereceu para sair da comédia.

- Eu me ofereci para sair no meio do ano. Eu disse: Ouça, se por algum motivo eu sou o Anticristo agora, eu fico feliz de ir embora. Não é do meu interesse parar o programa, e eu certamente não quero tirar o emprego dessas pessoas. Continuem. Arranjem outro cara. Não parem por minha causa.

Em entrevista à revista TV Guide, ele disse que deu um ultimato ao canal quando Sheen ainda estrelava o programa.

- Eu não posso trabalhar com um cara que decidiu que me odeia.

O programa teria escolhido, então, tomar uma decisão moral ao invés de uma financeira, disse.

- As pessoas estavam realmente assustadas pensando que isso teria consequências devastadoras. Não era uma brincadeira. Era vício em drogas em larga escala. Poderia ter acabado com sua morte ou a de outra pessoa.

O escritor até se arrepende de não ter demitido Charlie Sheen em 2009, quando sua esposa Brooke Mueller prestou queixas contra ele por tê-la agredido com uma faca.

- Quando ele começou a atacar pessoas com facas, era o suficiente. Deveria ter sido isso, eu deveria ter feito isso. Mas eu pensei que como ela o tinha perdoado, nós poderíamos sair disso mais fortes e saudáveis.

No entanto, Chuck não deixa de elogiar o ex-protagonista de seu seriado.

- Charlie sempre me lembrou Dean Martin. Ele é a definição do que é cool e faz parecer que não se esforça para isso. As pessoas nunca deram crédito o suficiente por seu talento porque ele faz parecer que é tão fácil. Ele era o tipo de cara com quem você queria sair. Era um cara especial. Mas caras especiais não estão imunes ao vício em drogas.

Lorre disse que ainda não digeriu tudo o que aconteceu.

- Foi um ano doloroso. Eu vou pensar nisso por muito tempo.

Começou então a operação para reestruturar o programa, com a contratação de Ashton Kutcher.

- Eu pensei: Por que não descobrir se nós conseguimos fazer isso? Se nós falharmos, vamos falhar no quê? Em fazer uma sitcom? Nós tivemos que fazer algo que nunca sonhamos: Encerrar uma série e começar um novo programa em 20 minutos.