Médico condenado pela morte de Michael Jackson irá apelar ao júri
21/Fev/
Dezoito meses após a condenação de homicídio no caso de Michael Jackson, o antigo médico do cantor, Conrad Murray, irá apelar ao júri alegando que não há provas o suficiente de que o astro tenha morrido por overdose pela substância Propofol administrada por ele.
Conrad, que está preso há dois anos, também tentará argumentar dizendo que o Rei do Pop talvez tenha usado o medicamento por conta própria, segundo informações do Herald Sun.
Em 2009, quando Michael faleceu, o médico foi sentenciado a quatro anos de prisão com acusação de homicídio involuntário. Sua advogada, Valerie Wass, espera que com essa apelação, a sentença diminua.
Exames feitos após a morte do cantor contradizem a versão de Conrad, que alegou ter dado uma dose pequena da medicação antes de Michael ir dormir.
Além disso, um júri foi formado por seis homens e seis mulheres para o julgamento da acusação feita pela mãe de Michael Jackson contra os produtores da AEG Live, que faria os shows dele em Londres.
A alegação é que a empresa foi negligente ao escolher Conrad Murray como o médico a cuidar do cantor. O novo júri participará do julgamento de três meses que reaverá toda a situação da morte de Michael.
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