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Publicada em 23/03/2018 às 00:01 | Atualizada em 22/03/2018 às 18:46

Rodrigo Pandolfo fala sobre seu personagem na série Rua Augusta: - Um cara do bem, romântico e ingênuo

O astro, que começou no teatro, ainda revela curiosidades sobre esse mundo e qual peça gostou mais de fazer

Luiza Aloi

Divulgação

Rodrigo Pandolfo é um ator que começou sua carreira artística no teatro, mas eventualmente migrou para a televisão e até mesmo para o cinema. Você provavelmente o conhece do musical O Despertar da Primavera ou do filme Minha Mãe É Uma Peça e, atualmente, ele ficará ainda mais marcado, já que faz parte do elenco de Rua Augusta, série da TNT estrelada por Fiorella Mattheis.

Em entrevista ao ESTRELANDO, o astro falou um pouco mais sobre seu papel na produção:

- Meu personagem é o Emílio. Um cara do bem, romântico e ingênuo dentro do universo da noite paulistana. Cai na rua Augusta de gaiato e é fisgado por uma dessas paixões que abalam nossas estruturas. Além de se envolver num lado de ação e suspense da trama.

Inclusive, por ter já atuado em diversas plataformas, Rodrigo explicou as diferenças na hora de atuar:

- São muitas. São veículos e técnicas completamente diferentes. Só o fato de no teatro existir público em massa já muda tudo. Na televisão nosso primeiro público são os técnicos. São respostas radicalmente diferentes. Teatro corre do início ao fim. Televisão é um quebra-cabeças desmontado. Cada dia uma cena solta, não importa a ordem. Teatro é uma câmera de longe. Televisão é uma câmera de perto. Às vezes, bem perto.

Em relação aos trabalhos que lembra com carinho, o ator tentou escolher os que considera mais especiais em sua carreira:

-  O tamanho do orgulho eu não consigo julgar. Posso dizer que O Despertar da Primavera foi um divisor de águas na minha carreira e, claro, um orgulho inenarrável. Mas eu realmente me orgulho de todos os projetos de teatro que me envolvi. Fiz somente duas novelas e as experiências foram igualmente ótimas. Eram equipes muito especiais e competentes, então estive cercado por boas mãos. No cinema, posso dizer que Minha mãe é uma peça e João, o Maestro tiveram um lugar especial.

Aliás, falando em O Despertar da Primavera, foi nessa peça que ele passou por um imprevisto tenso!

- Meu personagem cometia suicídio com um tiro na boca. Em uma das apresentações a arma caiu do meu bolso alguns minutos antes dessa cena. No derradeiro momento, eu vou pegar a arma e...cric cric... cadê? Fiquei em pânico. Comecei a andar pelo palco balbuciando algum texto improvisado e então avistei nosso contra-regra na coxia fazendo mil acenos pra avisar que a arma estava com ele. Saí do palco, contei até 3 e voltei com a arma na mão. Ele viu o momento exato que a arma caiu, se comunicou pelo rádio com o operador de luz, que deixou o palco inteiro no breu e somente um canhão de luz em cima de mim, para que o cara entrasse no palco e retirasse a arma sem que o público percebesse. Foi uma sacada de gênio.

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