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Publicada em 11/03/2019 às 08:30 | Atualizada em 11/03/2019 às 21:11

Débora Nascimento faz desabafo sobre a separação: Mantive meu silêncio justamente para não expôr mais uma mulher

Em carta aberta no Instagram, atriz falou pela primeira vez sobre o assunto diz que foi refém de uma situação que não escolheu

Da Redação

Divulgação

Débora Nascimento quebrou o silêncio e fez um desabafo sobre o fim de seu casamento com José Loreto. No Instagram, na noite do último domingo, dia 10, a atriz publicou uma carta aberta, abordando o assunto pela primeira vez abertamente aos fãs. No texto, a atriz diz que seu silêncio a oprime:

 Nenhuma mulher merece se sentir oprimida. Diante de tantos ataques e injúrias oportunistas que venho sofrendo, meu silêncio agora me oprime, mas a verdade há de me libertar. Vamos falar de verdade? A verdade costuma ter três lados: o da pessoa que conta a sua versão, a versão do outro e finalmente o fato propriamente dito. Mas hoje temos o universo paralelo da internet e das redes sociais cheios de robôs e comentaristas da vida alheia que julgam a partir de um sistema de manipulação de imagem e narrativa.

Ela também esclareceu que preferiu não fazer declarações para não expôr mais nenhuma mulher numa situação constrangedora e afirma que foi refém de uma situação que não escolheu:

Eu que sempre optei pela discrição em minha vida pública, sofri uma exposição e fui refém de uma situação que não escolhi. Tenho muita consciência do que vi e vivenciei, ninguém agiu sozinho, isso foi bem claro para mim. Mantive meu silêncio justamente para não expôr mais uma mulher - exercitando minha empatia e sororidade, que é verdadeira e não oportuna.

Inicialmente a publicação estava bloqueada para comentários. Após mais de 250 mil curtidas na postagem, a atriz abriu a caixa de mensagens apenas para seus seguidores. Entre os famosos que deixaram seu recado, estava Juliana Alves, Carla Biriba, Gisele Alves, Fafá de Belém, Gabriel Godoy, Camila Queiroz,  Sheron Menezzes, Cris Vianna, Dani Calabresa, Camila Pitanga, Bruna Marquezine e Bruno Gagliasso.

Bruno Gagliasso e Bruna Marquezine, aliás, tiveram seus nomes envolvidos no escândalo de traição de José Loreto. Após Marina Ruy Barbosa ter sido apontada como pivô do fim do casamento, a ruiva, mesmo negando o envolvimento com o ator, passou a ser alvo da represália de diversos famosos e fãs. 

Bruna deixou de seguir Marina no Instagram, assim como Thaila Ayala, Fiorella Mattheis e Giovanna Ewbank. Gagliasso, que divide cena com Marina em O Sétimo Guardião e foi padrinho de casamento dela, teria cortado as relações com a atriz após o caso vir à público. Como você viu no ESTRELANDO, o ator teria ficado ao lado da esposa, que apoiou Débora Nascimento na confusão toda.

Loreto, por sua vez, também não quis citar nenhum nome no escândalo. Sem isentar Marina ou citar qualquer outra pessoa, ele apenas assumiu que cometeu um erroErrei sim, manchei o teu nome. Débora, você tem todas as razões para estar magoada comigo, declarou o ator em trecho de desabafo. 

Na postagem de Débora, Bruna e Gagliasso apenas demonstraram o apoio à atriz deixando emojis de coração. Confira a carta de Débora Nascimento na íntegra:

Nenhuma mulher merece se sentir oprimida. Diante de tantos ataques e injúrias oportunistas que venho sofrendo, meu silêncio agora me oprime, mas a verdade há de me libertar.Vamos falar de verdade?A verdade costumar ter três lados: o da pessoa que conta a sua versão, a versão do outro e finalmente o fato propriamente dito. Mas hoje temos o universo paralelo da internet e das redes sociais cheios de robôs e comentaristas da vida alheia que julgam a partir de um sistema de manipulação de imagem e narrativa. Nesse mundo virtual versões construídas crescem exponencialmente e ganham contornos maiores do que a vida real e assim é criada uma hipócrita, oportunista e artificial quarta verdade. Eu, Débora, faço questão de viver e valorizar a vida real, de acordo com meus princípios, prezando pelo bom senso e respeitando quem eu sou genuinamente: uma mulher de 33 anos, que trabalha muito, mãe de uma menina de 10 meses. Eu que sempre optei pela discrição em minha vida pública, sofri uma exposição e fui refém de uma situação que não escolhi. Tenho muita consciência do que vi e vivenciei, ninguém agiu sozinho, isso foi bem claro para mim.Mantive meu silêncio justamente para não expôr mais uma mulher - exercitando minha empatia e sororidade, que é verdadeira e não oportuna.Devemos sempre pensar na genuína fragilidade alheia.Nunca me permiti esmorecer.Pautei minhas atitudes com muita cautela, sempre priorizando proteger minha filha.Tenho ciência do meu poder feminino- o que considero um ato de resistência dentro da estrutura moralista e machista de um país onde 536 mulheres são agredidas por hora, onde as estatísticas perdem espaço para fake news.Sei que sou dona do meu corpo, valores, escolhas e silêncios. E nenhuma manipulação, julgamento injusto, narrativa artificial ou notícia mentirosa vai me impedir de ser feliz.Não aceito nada menos que ser feliz, devo isso à mim e minha filha.


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Nenhuma mulher merece se sentir oprimida. Diante de tantos ataques e injúrias oportunistas que venho sofrendo, meu silêncio agora me oprime, mas a verdade há de me libertar. Vamos falar de verdade? A verdade costumar ter três lados: o da pessoa que conta a sua versão, a versão do outro e finalmente o fato propriamente dito. Mas hoje temos o universo paralelo da internet e das redes sociais cheios de robôs e comentaristas da vida alheia que julgam a partir de um sistema de manipulação de imagem e narrativa. Nesse mundo virtual versões construídas crescem exponencialmente e ganham contornos maiores do que a vida real e assim é criada uma hipócrita, oportunista e artificial quarta verdade. Eu, Débora, faço questão de viver e valorizar a vida real, de acordo com meus princípios, prezando pelo bom senso e respeitando quem eu sou genuinamente: uma mulher de 33 anos, que trabalha muito, mãe de uma menina de 10 meses. Eu que sempre optei pela discrição em minha vida pública, sofri uma exposição e fui refém de uma situação que não escolhi. Tenho muita consciência do que vi e vivenciei, ninguém agiu sozinho, isso foi bem claro para mim. Mantive meu silêncio justamente para não expôr mais uma mulher - exercitando minha empatia e sororidade, que é verdadeira e não oportuna. Devemos sempre pensar na genuína fragilidade alheia. Nunca me permiti esmorecer. Pautei minhas atitudes com muita cautela, sempre priorizando proteger minha filha. Tenho ciência do meu poder feminino- o que considero um ato de resistência dentro da estrutura moralista e machista de um país onde 536 mulheres são agredidas por hora, onde as estatísticas perdem espaço para fake news. Sei que sou dona do meu corpo, valores, escolhas e silêncios. E nenhuma manipulação, julgamento injusto, narrativa artificial ou notícia mentirosa vai me impedir de ser feliz. Não aceito nada menos que ser feliz, devo isso à mim e minha filha.

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A seguir, veja tudo o que já sabemos sobre a separação de José Loreto e Débora Nascimento

Após o Dia das Mulheres, Débora quebrou o silêncio nas redes sociais, em um textão que foi interpretado de várias maneiras diferentes, mas cujo trecho principal diz que ninguém agiu sozinho: Débora Nascimento . Nenhuma mulher merece se sentir oprimida. Diante de tantos ataques e injúrias oportunistas que venho sofrendo, meu silêncio agora me oprime, mas a verdade há de me libertar.Vamos falar de verdade?A verdade costumar ter três lados: o da pessoa que conta a sua versão, a versão do outro e finalmente o fato propriamente dito. Mas hoje temos o universo paralelo da internet e das redes sociais cheios de robôs e comentaristas da vida alheia que julgam a partir de um sistema de manipulação de imagem e narrativa. Nesse mundo virtual versões construídas crescem exponencialmente e ganham contornos maiores do que a vida real e assim é criada uma hipócrita, oportunista e artificial quarta verdade. Eu, Débora, faço questão de viver e valorizar a vida real, de acordo com meus princípios, prezando pelo bom senso e respeitando quem eu sou genuinamente: uma mulher de 33 anos, que trabalha muito, mãe de uma menina de 10 meses. Eu que sempre optei pela discrição em minha vida pública, sofri uma exposição e fui refém de uma situação que não escolhi. Tenho muita consciência do que vi e vivenciei, ninguém agiu sozinho, isso foi bem claro para mim.Mantive meu silêncio justamente para não expôr mais uma mulher - exercitando minha empatia e sororidade, que é verdadeira e não oportuna.Devemos sempre pensar na genuína fragilidade alheia.Nunca me permiti esmorecer.Pautei minhas atitudes com muita cautela, sempre priorizando proteger minha filha.Tenho ciência do meu poder feminino- o que considero um ato de resistência dentro da estrutura moralista e machista de um país onde 536 mulheres são agredidas por hora, onde as estatísticas perdem espaço para fake news.Sei que sou dona do meu corpo, valores, escolhas e silêncios. E nenhuma manipulação, julgamento injusto, narrativa artificial ou notícia mentirosa vai me impedir de ser feliz.Não aceito nada menos que ser feliz, devo isso à mim e minha filha. Parece que a história ainda vai dar o que falar.

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