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Publicada em 29/05/2019 às 14:54 | Atualizada em 29/05/2019 às 15:02

Embalada por hits, Rocketman, cinebiografia de Elton John é muito mais do que um retrato da vida do cantor

Produção promete se tornar a nova queridinha musical do público

Anna Paula Dechechi

Divulgação

Depois de Bohemian Rhapsody, Nasce uma Estrela e Minha Fama de Mau terem conquistado o público com histórias embaladas por músicas inesquecíveis, chegou a vez de a vida do icônico Elton John ir parar nas telonas!

O longa Rocketman é uma cineobiografia que, por meio da retrospectiva, permite ao público mergulhar nos detalhes que tornaram o cantor o ícone que ele é. A maior parte das pessoas saberem que o artista é gay, que ele era viciado em álcool e em drogas, que suas performances são marcadas por figurinos nada básicos e que Elton John não é seu nome verdadeiro, mas o filme mostra de uma forma bem explícita como essas questões se tornaram parte da vida dele.

Em se tratando da trilha-sonora da produção, um ponto muito positivo foi o fato de ela ter sido composta por vários hits de sua carreira, como Your Song e Don't Go Breaking My Heart e também o fato de que as canções se incorporam como falas na trama, provocando a sensação no público de um entendimento profundo a respeito das músicas que o cantor entoa.

Outro ponto favorável foi a carga reflexiva que a trama apresentou a respeito de saúde mental. Nela, podemos ver os diversos abusos emocionais que o artista sofreu desde a infância e como estas agressões o desestabilizaram emocionalmente a ponto de torná-lo ao mesmo tempo um ser brilhante e completamente doente - mentalmente falando.

Deve ser dito que uma aposta do filme foi o uso de efeitos especiais. Em se tratando deles, pode ser que dividam as opiniões de quem está assistindo. Enquanto alguns podem enxergá-los como uma tática muito boa para representar as vezes em que o cantor subiu aos palcos sob efeitos de drogas, outros podem considerá-los algo confuso e desnecessário.

De um modo geral, Rocketman cumpre muito bem sua função e, mesmo com pós-cenas que dão o tom clichê de final feliz, é capaz de provocar emoções bem profundas em quem está assistindo. Por isso, se eu fosse você, não perderia a oportunidade e iria conferir essa cinebiografia que estreia na próxima quinta-feira, dia 30, nos cinemas brasileiros!

Confira abaixo curiosidades de outros musicais que ganharam as telonas:


Antes de estrelar a versão cinematográfica de Mamma Mia, Meryl Streep viu a peça pela primeira vez em outubro de 2001, com sua filha Louisa e amigos em Manhattan. Streep então escreveu aos produtores para louvá-los por trazer um pouco de felicidade e diversão para a vida das pessoas de Nova York, após os ataques terroristas do 11 de setembro.

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