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Publicada em 31/07/2019 às 10:36 | Atualizada em 31/07/2019 às 10:42

Polícia investiga se Najila Trindade fez falsa acusação contra Neymar Jr., diz jornal

Após a modelo afirmar que foi agredida e estuprada, a Polícia Civil concluiu o inquérito sem indiciar o jogador

Da Redação

Montagem-Divulgação

O caso envolvendo Najila Trindade e Neymar Jr. ainda está dando o que falar, e agora a 11ª Delegacia de Polícia de Santo Amaro, em São Paulo, investiga se a modelo cometeu uma suposta denúncia caluniosa ou fez uma falsa comunicação de estupro contra o jogador de futebol. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o inquérito foi instaurado após uma petição de Neymar e de seu pai, mas corre sob sigilo de justiça. 

- Essa investigação também corre sob sigilo. Seria prematuro qualquer detalhe, parâmetro e responsabilizar as partes envolvidas. Vamos responsabilizar todos os envolvidos que tenham agido de má fé. Vamos ouvir as partes envolvidas para apurar se houve denúncia caluniosa ou não, disse a delegada Monique Lima. 

O diretor do Departamento Polícia Judiciária, Albano de Paula Santos, afirmou que todo mundo que movimenta o Estado, a polícia, por uma inverdade, pode ser punido e existe esta investigação, sim. Além disso, o advogado Cosme Araújo, que defende Najila, disse que aguarda ter acesso ao relatório do inquérito para se pronunciar. 

A publicação ainda revela que Neymar e seu pai entraram com uma denúncia de crime de extorsão e denunciação caluniosa após a acusação de estupro ter vindo a público no início do mês de junho. Desde então, os danos à imagem do jogador foram gigantescos, um exemplo foi a suspensão da campanha da Mastercard que seria veiculada durante a Copa América com o craque como o seu principal garoto propaganda.

As informações sobre a investigação foram divulgadas em entrevista coletiva concedida na última terça-feira, dia 30, na sede do Departamento de Polícia Judiciária da Capital, em São Paulo. O encontro foi convocado pela polícia para informar oficialmente o encerramento das investigações sobre a acusação de estupro e o envio do inquérito para o Ministério Público. 

A delegada Juliana Lopes Bussacos, da 6.ª Delegacia de Defesa da Mulher, de Santo Amaro, afirmou não ter encontrado provas para indiciar Neymar na investigação e ainda ressaltou que não poderia oferecer detalhes da decisão, pois o inquérito corre sob segredo de justiça. As razões que levaram ao não indiciamento, por exemplo, não foram reveladas. 

- Foram juntados aos atos os laudos, a ficha do atendimento médico do hospital, a ficha do atendimento do ginecologista particular, além do laudo do celular que a vítima entregou. Concluí ontem (segunda-feira, dia 29) e decidi não indiciar por entender a ausência de elementos para tanto, disse a delegada. 

Agora, o Ministério Público terá o prazo de 15 dias para avaliar o inquérito e a conclusão, junto com a Polícia Civil, que vai embasar a decisão final da juíza da Vara da Região Sul 2 de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.

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