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Publicada em 28/10/2019 às 18:42 | Atualizada em 28/10/2019 às 18:43

Claudia Raia fala sobre ser considerada um símbolo sexual: - Não faço mais força para agradar

A atriz analisa sua trajetória na edição especial da revista Versailles

Da Redação

Divulgação-Karine Basílio

Não é novidade para ninguém que Claudia Raia é uma das principais artistas brasileiras. Sempre falando sobre beleza e empoderamento, a atriz conversou com a revista Versailles a respeito de suas pretensões para o futuro e a respeito de ser considerada um grande símbolo sexual. Na edição de 20 anos de idade do veículo, Claudia conta que pretende atuar até o fim de seus dias. 

- Acho 96 anos [de idade] uma boa idade para morrer. Mas já decidi tudo: quero morrer no palco, de um mal súbito. Vou estar sentada, representando e... Puft! Cair morta, brincou. 

E ainda fala de como quer que esteja sua lápide: 

A vida inteira eu disse que só acordo. Agora resolvi dormir para sempre. Um beijo, tchau, te amo, amém!, conta com bastante senso de humor. 

Claudia Raia também foi questionada sobre seus cuidados aos 52 anos de idade: 

- Eu sempre me cuidei muito. Se chegasse em casa às seis horas da manhã, só ia dormir depois de tirar cílios e maquiagem. Mas não pensando em longevidade, e sim no quanto era importante tratar bem de mim mesma. Acho sinceramente que fui melhorando com a idade. Hoje vejo fotos minhas dos anos 80, e penso que eu era quase uma demônia. Não sei por que fazia aquele sucesso todo. Com meu nariz antigo, pré-plástica, contou. 

Complementou que se considera mais simpática do que bonita: 

- Eu falo que sou bonita em movimento. Sou mais interessante que bonita. Eu era uma criança feia, uma adolescente feia. Desenvolvi o poder de persuasão, o carisma, revelou. 

Claudia também afirma que é melhor aos 52 anos de idade que aos 22 anos de idade:

- Nossa Senhora! A de hoje é muito melhor. Com a maturidade, fui tirando os excessos. Ficando do meu tamanho. Agora, não faço mais força para agradar, falo 50% menos e ouço 50% mais. Virar ícone nos anos 80 já mostra que a pessoa tem uma questão aí de volumes exagerados, né?

Cheia de diferentes versões, Claudia é atriz, dançarina, cantora, mãe, esposa, produtora e, agora, palestrante. Bastante bem sucedida, só em Fortaleza, sua palestra sobre empoderamento feminino atraiu mais de dez mil mulheres. Também criou recentemente um programa no IGTV, plataforma do Instagram, chamada de 50 e Tantas, falando sobre suas experiências e histórias de vida lotadas de humor e charme. 

Bastante completa, não é? Relembre, a seguir, os melhores papéis executados pela atriz: 


E em A Lei do Amor ela vivia a frentista Salete, que tinha um fogo como nenhuma outra. Um arraso!

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