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Publicada em 13/02/2026 às 01:00 | Atualizada em 13/02/2026 às 00:28

Erika Schneider entrega maior desafio de ser musa de duas escolas de samba: - Manter a mesma entrega

A influenciadora representa a Mocidade Independente de Padre Miguel no Rio de Janeiro e a Gaviões da Fiel em São Paulo

Bárbara More

AgNews

O Carnaval 2026 finalmente chegou e está quase na hora de conferir o início dos desfiles das escolas de samba. Erika Schneider encara uma maratona dupla ao desfilar como Musa de duas escolas de samba: Mocidade Independente de Padre Miguel no Rio de Janeiro e Gaviões da Fiel em São Paulo. 

Em entrevista exclusiva ao ESTRELANDO, a influenciadora revela como é a preparação para cruzar não apenas a Marquês de Sapucaí, como também o Sambódromo do Anhembi: 

- Tem que ter muita organização. Para organizar tudo isso, as datas, agendas, bater, tudo isso, tem que ter muita disciplina também. São duas cidades diferentes. Ritmos e energias muito diferentes. Então precisa estar muito atenta também aos meus limites, sabe, para não me sobrecarregar. Eu faço, claro, tudo possível para estar sempre nos dois, mas eu respeito muito também o meu corpo, a minha mente. 

E ainda entrega qual o maior desafio de representar mais de uma escola: 

- Eu acho que o maior desafio, na verdade, é manter a mesma entrega. Não só a entrega física, também emocional. Física porque os dois Carnavais são muito intensos. Eu tento equilibrar tudo isso também com rotina de treino, alimentação, descanso. Descansar a mente também é importante. Eu tento fazer terapia também. Alguns momentos, gosto de ficar em silêncio absoluto porque é muito ensaio, muito barulho.

Questionada sobre como equilibra os compromissos da folia com outros trabalhos e responsabilidades do dia a dia, a musa frisa a importância de ter um bom planejamento, revelando que busca deixar a agenda organizada com antecedência e está conseguindo conciliar tudo de forma tranquila. 

- Não é muito difícil, mas eu tento dar conta. Tem que ter planejamento porque como eu falei é quando a gente planeja um pouquinho antes. Organizar, às vezes, é um pouco difícil porque pode mudar também algumas datas. Mas eu tento organizar minha agenda com antecedência para conseguir estar em ambos os compromissos. Durante o carnaval eu fico com foco total, mas eu não deixo de honrar os meus outros trabalhos, meus outros compromissos. Eu estou, graças a Deus, conseguindo conciliar de uma forma tranquila, sem surtar muito [risos].

Para além do glamour, Erika ainda nos conta sobre os bastidores, responsabilidades e perrengues que acompanham o posto: 

- Eu acho que o glamour existe, mas ele é até pequeno diante das outras questões. Ainda mais para a Rainha de Bateria que envolve mais responsabilidade ainda. Musa também. Tem um preparo físico grande, tem que ter a presença constante nos ensaios e também tem que ter muito respeito pela comunidade, pelos ritmistas, por todo mundo. Ambas as escolas que eu desfilo, tanto a Gaviões quanto a Mocidade, todo mundo me recebeu muito bem. E os perrengues existem. Toda hora tem dor no corpo, imprevistos. Às vezes, por conta da chuva, cancela um ensaio. Mas tudo isso faz parte. Eu acho que se você tá no Carnaval, você tá com um posto desse, você tem que entender que imprevistos acontecem e acho que a rainha, ainda mais, ela é soberana e tem que sustentar mesmo o posto. Tem que ter humildade também.

A famosa já contou que todo Carnaval vem acompanhado de um frio na barriga. Olhando para sua trajetória desde a primeira vez que desfilou, ela compartilha o que mudou na forma como vive esse sentimento hoje e como enxerga a sua evolução na avenid: 

- O frio na barriga vai sempre continuar. Não tem como não ter o frio na barriga, porque a gente tá viva [risos]. Eu brinco, porque quando eu trabalhava no Faustão, mesmo há sete anos, trabalhando todo domingo ao vivo, todo programa sempre dava um friozinho na barriga. A diferença é que, agora, eu tenho mais confiança em mim. No meu preparo, na minha trajetória e eu acho que com o tempo eu aprendi a transformar essa ansiedade em mais entrega. Mas hoje, estou mais conectada com o momento presente. Antes eu ficava muito afoita assim. Agora, consigo curtir mais.

A influenciadora ostentou um estilo impecável durante os ensaios, sempre encantando com a sua beleza e fantasias de tirar o fôlego. Na entrevista, ela reflete sobre a construção dos looks, o diálogo dos figurinos com o enredo, sua identidade fashion e visão sobre estilo: 

- É difícil definir a minha identidade fashion, mas eu acho que é uma mistura. Esse ano eu estou com uma pessoa que está me ajudando, que é o Erickson. Isso faz toda a diferença. A gente alinha juntos as fantasias, os desenhos, e eu dou muito palpite. A gente se ajuda, na verdade, mas eu tento sempre colocar fantasias e roupas, adereços, que trazem bastante feminilidade. Eu também gosto de roupas e peças que valorizam o corpo. Acho que é normal isso. O figurino também tem que dialogar com o enredo. Não fico só seguindo tendências. Eu acho que é bater um olho, é gostar, me identificar. Para mim estilo, na verdade, é você ter mais coerência entre o que você veste e o que você quer transmitir também.

E longe dos holofotes? Erika lista o que gosta de fazer em seu tempo livre como forma de autocuidado e conexão consigo mesma, e destaca como esses momentos são essenciais: 

- Eu no tempo livre eu gosto de ficar em casa, de cuidar da minha pele, eu gosto de ouvir música, eu gosto de ficar em silêncio, eu gosto de fazer física, eu gosto de coisas que me conectam com o corpo, então eu gosto de praticar esportes, fazer aula de dança, eu gosto de, sei lá, alongamento, acho que esses momentos são muito importantes também para me manter sentada no meio de tanta intensidade que é o Carnaval.

A musa finaliza revelando o maior aprendizado e a maior alegria que o Carnaval a trouxe:

- O que eu aprendi no Carnaval tem algumas semelhanças com o que aprendi trabalhando na TV, com o Fausto. Como por exemplo, entender que é um trabalho coletivo. Ninguém constrói nada sozinho e tem que respeitar isso. A maior alegria é sentir que eu faço parte de algo tão grandioso, que atravessa várias gerações, que emociona tanta gente. Eu vejo minha mãe orgulhosa de mim, meus pais orgulhosos. Eu fico feliz com isso, levar essa felicidade é um privilégio pra mim. É maravilhoso fazer parte de algo tão significativo como o carnaval.

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Erika Schneider entrega maior desafio de ser musa de duas escolas de samba: <i>- Manter a mesma entrega</i>

Erika Schneider entrega maior desafio de ser musa de duas escolas de samba: - Manter a mesma entrega

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O Carnaval 2026 finalmente chegou e está quase na hora de conferir o início dos desfiles das escolas de samba. Erika Schneider encara uma maratona dupla ao desfilar como Musa de duas escolas de samba: Mocidade Independente de Padre Miguel no Rio de Janeiro e Gaviões da Fiel em São Paulo. 

Em entrevista exclusiva ao ESTRELANDO, a influenciadora revela como é a preparação para cruzar não apenas a Marquês de Sapucaí, como também o Sambódromo do Anhembi: 

- Tem que ter muita organização. Para organizar tudo isso, as datas, agendas, bater, tudo isso, tem que ter muita disciplina também. São duas cidades diferentes. Ritmos e energias muito diferentes. Então precisa estar muito atenta também aos meus limites, sabe, para não me sobrecarregar. Eu faço, claro, tudo possível para estar sempre nos dois, mas eu respeito muito também o meu corpo, a minha mente. 

E ainda entrega qual o maior desafio de representar mais de uma escola: 

- Eu acho que o maior desafio, na verdade, é manter a mesma entrega. Não só a entrega física, também emocional. Física porque os dois Carnavais são muito intensos. Eu tento equilibrar tudo isso também com rotina de treino, alimentação, descanso. Descansar a mente também é importante. Eu tento fazer terapia também. Alguns momentos, gosto de ficar em silêncio absoluto porque é muito ensaio, muito barulho.

Questionada sobre como equilibra os compromissos da folia com outros trabalhos e responsabilidades do dia a dia, a musa frisa a importância de ter um bom planejamento, revelando que busca deixar a agenda organizada com antecedência e está conseguindo conciliar tudo de forma tranquila. 

- Não é muito difícil, mas eu tento dar conta. Tem que ter planejamento porque como eu falei é quando a gente planeja um pouquinho antes. Organizar, às vezes, é um pouco difícil porque pode mudar também algumas datas. Mas eu tento organizar minha agenda com antecedência para conseguir estar em ambos os compromissos. Durante o carnaval eu fico com foco total, mas eu não deixo de honrar os meus outros trabalhos, meus outros compromissos. Eu estou, graças a Deus, conseguindo conciliar de uma forma tranquila, sem surtar muito [risos].

Para além do glamour, Erika ainda nos conta sobre os bastidores, responsabilidades e perrengues que acompanham o posto: 

- Eu acho que o glamour existe, mas ele é até pequeno diante das outras questões. Ainda mais para a Rainha de Bateria que envolve mais responsabilidade ainda. Musa também. Tem um preparo físico grande, tem que ter a presença constante nos ensaios e também tem que ter muito respeito pela comunidade, pelos ritmistas, por todo mundo. Ambas as escolas que eu desfilo, tanto a Gaviões quanto a Mocidade, todo mundo me recebeu muito bem. E os perrengues existem. Toda hora tem dor no corpo, imprevistos. Às vezes, por conta da chuva, cancela um ensaio. Mas tudo isso faz parte. Eu acho que se você tá no Carnaval, você tá com um posto desse, você tem que entender que imprevistos acontecem e acho que a rainha, ainda mais, ela é soberana e tem que sustentar mesmo o posto. Tem que ter humildade também.

A famosa já contou que todo Carnaval vem acompanhado de um frio na barriga. Olhando para sua trajetória desde a primeira vez que desfilou, ela compartilha o que mudou na forma como vive esse sentimento hoje e como enxerga a sua evolução na avenid: 

- O frio na barriga vai sempre continuar. Não tem como não ter o frio na barriga, porque a gente tá viva [risos]. Eu brinco, porque quando eu trabalhava no Faustão, mesmo há sete anos, trabalhando todo domingo ao vivo, todo programa sempre dava um friozinho na barriga. A diferença é que, agora, eu tenho mais confiança em mim. No meu preparo, na minha trajetória e eu acho que com o tempo eu aprendi a transformar essa ansiedade em mais entrega. Mas hoje, estou mais conectada com o momento presente. Antes eu ficava muito afoita assim. Agora, consigo curtir mais.

A influenciadora ostentou um estilo impecável durante os ensaios, sempre encantando com a sua beleza e fantasias de tirar o fôlego. Na entrevista, ela reflete sobre a construção dos looks, o diálogo dos figurinos com o enredo, sua identidade fashion e visão sobre estilo: 

- É difícil definir a minha identidade fashion, mas eu acho que é uma mistura. Esse ano eu estou com uma pessoa que está me ajudando, que é o Erickson. Isso faz toda a diferença. A gente alinha juntos as fantasias, os desenhos, e eu dou muito palpite. A gente se ajuda, na verdade, mas eu tento sempre colocar fantasias e roupas, adereços, que trazem bastante feminilidade. Eu também gosto de roupas e peças que valorizam o corpo. Acho que é normal isso. O figurino também tem que dialogar com o enredo. Não fico só seguindo tendências. Eu acho que é bater um olho, é gostar, me identificar. Para mim estilo, na verdade, é você ter mais coerência entre o que você veste e o que você quer transmitir também.

E longe dos holofotes? Erika lista o que gosta de fazer em seu tempo livre como forma de autocuidado e conexão consigo mesma, e destaca como esses momentos são essenciais: 

- Eu no tempo livre eu gosto de ficar em casa, de cuidar da minha pele, eu gosto de ouvir música, eu gosto de ficar em silêncio, eu gosto de fazer física, eu gosto de coisas que me conectam com o corpo, então eu gosto de praticar esportes, fazer aula de dança, eu gosto de, sei lá, alongamento, acho que esses momentos são muito importantes também para me manter sentada no meio de tanta intensidade que é o Carnaval.

A musa finaliza revelando o maior aprendizado e a maior alegria que o Carnaval a trouxe:

- O que eu aprendi no Carnaval tem algumas semelhanças com o que aprendi trabalhando na TV, com o Fausto. Como por exemplo, entender que é um trabalho coletivo. Ninguém constrói nada sozinho e tem que respeitar isso. A maior alegria é sentir que eu faço parte de algo tão grandioso, que atravessa várias gerações, que emociona tanta gente. Eu vejo minha mãe orgulhosa de mim, meus pais orgulhosos. Eu fico feliz com isso, levar essa felicidade é um privilégio pra mim. É maravilhoso fazer parte de algo tão significativo como o carnaval.

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