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Publicada em 25/06/2021 às 09:30 | Atualizada em 25/06/2021 às 09:35

Rafael Ilha e a esposa se pronunciam após suposta condenação por tráfico de armas: Fake news

Segundo o jornal Estadão, o ex-Polegar e a esposa, Aline Kezh, teriam sido presos em flagrante em 2014, após tentarem entrar no Brasil com arma e munições

Da Redação

Divulgação

Na madrugada dessa sexta-feira, dia 25, Rafael Ilha, ex-integrante da boyband Polegar e ex-A Fazenda, se pronunciou por meio do Instagram para falar que foi vítima de fake news em meio à acusações de que ele e a esposa, Aline Kezh, foram condenados à prisão por tráfico de armas. Na rede social, ele publicou o seguinte texto:

Meus queridos amigos e amigas. Estou fazendo esta nota para informar que as notícias que circulam sobre nossa prisão ou futura prisão são falsas, são fake news! Não se preocupem! Estamos em casa, surpresos com tanta besteira e mais surpresos ainda com o nível de irresponsabilidade e de inconsequência dos sites e das pessoas que escreveram e divulgaram esta fake news.

Rafael ainda continua:

É isso, meu povo lindo! Estamos livres, leves, soltos, felizes, em casa e cheios de saúde, graças a Deus. Os responsáveis serão devidamente responsabilizados judicialmente na esfera civil e criminal e os que estão compartilhando também. Ou será que esqueceram que quem compartilha notícias falsas, fake news, também estão cometendo crime? Eu não esqueci. Fiquem com Deus!

Entenda o caso

Segundo informações do jornal Estadão, a 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, confirmou a condenação de Rafael Ilha e Alina Kezh por tráfico de armas. Em 2014, o casal chegou a ser preso em flagrante quando tentou entrar no Brasil com uma espingarda e munições trazidas do Paraguai.

O julgamento aconteceu na última quarta-feira, dia 23. Relator do caso, o desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores afirmou a veracidade do crime:

A autoria delitiva é inequívoca, recaindo sobre os réus, pois os mesmos confessaram que a arma e as munições foram encontradas em poder de Aline Kezh Felgueira (a ré), enquanto o réu Rafael Ilha Alves Pereira, na mesma circunstância de tempo e lugar, apresentou-se como sendo o proprietário e responsável pelos objetos ilícitos apreendidos.

Ainda de acordo com o jornal, o casal deu a seguinte versão da história: durante a viagem, Aline comprou esses objetos para dar de presente ao marido sem que ele soubesse - e sem saber também - que estava cometendo um crime. Em depoimento, os dois disseram que ela foi enganada por comerciantes paraguaios que teriam dito que a arma poderia ser regularizada.

Os agentes da Receita Federal e da Polícia Federal, responsáveis pela prisão do casal na travessia da Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu (PR), disseram que Aline desceu de um moto-táxi e tentou atravessar a fronteira a pé com a arma e as munições, mas foi parada na fiscalização. 

A pena de Rafael Ilha ficou em dois anos, dez meses e 20 dias de prisão e a da mulher ficou em dois anos e oito meses.

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