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Publicada em 10/02/2022 às 13:40 | Atualizada em 10/02/2022 às 13:40

Chay Suede revela ter duvidado de seu talento como ator: Precisei buscar ser um artista e não um corpo, o gatinho do filme

O ator ainda contou o que mais admira na esposa, Laura Neiva

Da Redação

Divulgação

Chay Suede já passou por poucas e boas na carreira artística! Em entrevista para o jornal O Globo, a estrela de Rebelde e Império revelou que teve a necessidade de se provar como ator após ter duvidado de seu talento. Apaixonado, ele ainda disparou elogios para as 60 horas de trabalho de parto da esposa, Laura Neiva, e disparou que os pombinhos quebraram o resguardo.

Tive medo de ficar preso no lugar de galã depois de Rebelde. E era inevitável que ficasse. Essa preocupação me fez querer interromper a carreira de ator. Precisava de mais profundidade de dentro para fora e achei que as oportunidades que teria como ator não me trariam isso. Recorri à música, quis voltar a compor e fazer coisas que me fizessem me sentir um artista e não um rosto, um corpo, um possível gatinho do filme tal. O tempo foi passando, meu contrato com a Record TV acabou e fui ficando sem grana. Sempre ajudei minha família, eu ficar apertado de grana afeta muita gente, minha galera é grande e conta comigo. Quando já estava sem saber o que fazer e sem coragem de contar aos meus pais que estava passando aquele aperto, já que eles não poderiam me ajudar naquele momento, recebi o convite para para fazer um teste na Globo. Um amigo comprou uma passagem de ônibus para mim e fui para o Rio de Janeiro. Era um teste para ser o filho do protagonista em Império. Me preparei para esse teste como se fosse a última coisa que faria na minha vida. Gostaram do teste, mas sugeriram que eu fizesse o comendador na primeira fase. Eram só três capítulos e só pensava no salário. Se fizesse o outro personagem, ganharia por nove meses. Mas o que vivi nos bastidores... Ali tive meu primeiro professor, relembrou.

Uma das grandes curiosidades sobre o artista é o seu próprio nome, afinal, Chay não se chama Chay. Na identidade do ator o que aparece é Roobertchay Domingues da Rocha Filho. E detalhe: foi tirado do personagem de Brad Pitt no filme Johnny Suede,

A história é mais engraçada que isso. Foi minha mãe quem me botou esse nome, meu pai nem queria. Quando ela estava com uns 13 anos, tinha uma amiga que namorava meu pai e ela contou o nome dele. Aí, minha mãe chegou na cozinha e falou para a minha avó que o nome do filho que ela teria seria Roobertchay. Dois anos depois, minha mãe e meu pai se conheceram numa festa e ela contou que planejava botar no filho o nome dele. Eles ficaram, namoraram, casaram e ela cumpriu a promessa de adolescente.

Chay ainda lembrou de quando Laura ficou horas e horas em trabalho de parto - e ele foi o primeiro a triar o segundo filho de dentro da esposa. Uau!

Laura sendo mãe é uma dança, uma coreografia perfeita. Ela não precisou aprender de um jeito escolar. Em algum lugar, já sabia como resolver, como movimentar. Pude presenciar esse último parto... O outro também, mas precisou ser cesárea... Agora, vi algo na Laura que jamais pude imaginar num ser humano. Ela passou a ocupar um lugar na minha imaginação, na minha memória, de super humana, super-heroína, super mulher. Foram 60 horas de trabalho de parto, metade em casa, metade no hospital, com muita dor. Entre uma contração e outra, ela dançava, ria, beijava, abraçava, estava feliz porque estava tendo um parto como queria. Isso é uma lição de tudo, de como eu sou fraco, como não aguentaria aquilo. Toda hora eu pensava: Se estivesse no lugar dela, era nessa contração que eu ia desistir. E ela não desistia nunca. É muito emocionante ver uma mulher parindo. Fui o primeiro a tirar meu filho de dentro dela, a primeira mão que ele sentiu. Participar disso é uma experiência imperdível e espetacular. E Laura, por ser protagonista dessa experiência, hoje ocupa um lugar intangível na minha cabeça.

E os pombinhos nem esperaram o resguardo para voltar à vida sexual:

Cada casal tem uma vivência. Tem gente que fica super sexual, outros que vão para um lugar quase de castração, de achar errado. E, aí, é terapia, né, galera? Aqui em casa a gente veio bem, não interrompeu, não. Claro que tem que esperar ali uma semaninha. No da Maria a gente quebrou (o resguardo); nesse também, mas tudo dentro da segurança.

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Chay Suede revela ter duvidado de seu talento como ator: <i>Precisei buscar ser um artista e não um corpo, o gatinho do filme</i>

Chay Suede revela ter duvidado de seu talento como ator: Precisei buscar ser um artista e não um corpo, o gatinho do filme

22/Mar/

Chay Suede já passou por poucas e boas na carreira artística! Em entrevista para o jornal O Globo, a estrela de Rebelde e Império revelou que teve a necessidade de se provar como ator após ter duvidado de seu talento. Apaixonado, ele ainda disparou elogios para as 60 horas de trabalho de parto da esposa, Laura Neiva, e disparou que os pombinhos quebraram o resguardo.

Tive medo de ficar preso no lugar de galã depois de Rebelde. E era inevitável que ficasse. Essa preocupação me fez querer interromper a carreira de ator. Precisava de mais profundidade de dentro para fora e achei que as oportunidades que teria como ator não me trariam isso. Recorri à música, quis voltar a compor e fazer coisas que me fizessem me sentir um artista e não um rosto, um corpo, um possível gatinho do filme tal. O tempo foi passando, meu contrato com a Record TV acabou e fui ficando sem grana. Sempre ajudei minha família, eu ficar apertado de grana afeta muita gente, minha galera é grande e conta comigo. Quando já estava sem saber o que fazer e sem coragem de contar aos meus pais que estava passando aquele aperto, já que eles não poderiam me ajudar naquele momento, recebi o convite para para fazer um teste na Globo. Um amigo comprou uma passagem de ônibus para mim e fui para o Rio de Janeiro. Era um teste para ser o filho do protagonista em Império. Me preparei para esse teste como se fosse a última coisa que faria na minha vida. Gostaram do teste, mas sugeriram que eu fizesse o comendador na primeira fase. Eram só três capítulos e só pensava no salário. Se fizesse o outro personagem, ganharia por nove meses. Mas o que vivi nos bastidores... Ali tive meu primeiro professor, relembrou.

Uma das grandes curiosidades sobre o artista é o seu próprio nome, afinal, Chay não se chama Chay. Na identidade do ator o que aparece é Roobertchay Domingues da Rocha Filho. E detalhe: foi tirado do personagem de Brad Pitt no filme Johnny Suede,

A história é mais engraçada que isso. Foi minha mãe quem me botou esse nome, meu pai nem queria. Quando ela estava com uns 13 anos, tinha uma amiga que namorava meu pai e ela contou o nome dele. Aí, minha mãe chegou na cozinha e falou para a minha avó que o nome do filho que ela teria seria Roobertchay. Dois anos depois, minha mãe e meu pai se conheceram numa festa e ela contou que planejava botar no filho o nome dele. Eles ficaram, namoraram, casaram e ela cumpriu a promessa de adolescente.

Chay ainda lembrou de quando Laura ficou horas e horas em trabalho de parto - e ele foi o primeiro a triar o segundo filho de dentro da esposa. Uau!

Laura sendo mãe é uma dança, uma coreografia perfeita. Ela não precisou aprender de um jeito escolar. Em algum lugar, já sabia como resolver, como movimentar. Pude presenciar esse último parto... O outro também, mas precisou ser cesárea... Agora, vi algo na Laura que jamais pude imaginar num ser humano. Ela passou a ocupar um lugar na minha imaginação, na minha memória, de super humana, super-heroína, super mulher. Foram 60 horas de trabalho de parto, metade em casa, metade no hospital, com muita dor. Entre uma contração e outra, ela dançava, ria, beijava, abraçava, estava feliz porque estava tendo um parto como queria. Isso é uma lição de tudo, de como eu sou fraco, como não aguentaria aquilo. Toda hora eu pensava: Se estivesse no lugar dela, era nessa contração que eu ia desistir. E ela não desistia nunca. É muito emocionante ver uma mulher parindo. Fui o primeiro a tirar meu filho de dentro dela, a primeira mão que ele sentiu. Participar disso é uma experiência imperdível e espetacular. E Laura, por ser protagonista dessa experiência, hoje ocupa um lugar intangível na minha cabeça.

E os pombinhos nem esperaram o resguardo para voltar à vida sexual:

Cada casal tem uma vivência. Tem gente que fica super sexual, outros que vão para um lugar quase de castração, de achar errado. E, aí, é terapia, né, galera? Aqui em casa a gente veio bem, não interrompeu, não. Claro que tem que esperar ali uma semaninha. No da Maria a gente quebrou (o resguardo); nesse também, mas tudo dentro da segurança.