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Publicada em 27/03/2022 às 17:00 | Atualizada em 27/03/2022 às 17:17

Juliana Paes fala sobre sua personagem em Pantanal e comenta fim de seu contrato fixo com a TV Globo: -Teve a ver com poder de escolha

A atriz deu detalhes de como foi todo o processo de caracterização para interpretar Maria Marruá

Da Redação

Divulgação

Juliana Paes está de volta ao horário nobre da TV Globo com o remake da novela Pantanal, e em conversa com o Extra, a atriz falou um pouco sobre sua personagem, Maria Marruá, e a caracterização para ela:

Para mim, se adaptar ao que pede o papel é corriqueiro, algo que eu busco como atriz. Trabalhei muito para conseguir personagens distantes desse padrão estético, aperfeiçoado. Sempre fiz questão de deixar isso muito claro nos bastidores. Quero mais é que não tenha maquiagem, que a luz seja colocada como tem que ser. Se a personagem foi castigada pela vida, não há nada mais gratificante e prazeroso pra mim do que mostrar esses sinais e um pouco mais até. No caso da Maria, há uma passagem de tempo de 20 anos de uma fase à outra da novela. Então, a gente precisou acentuar as marcas do tempo que eu já tenho.

 A atriz também contou que assistiu documentários sobre a gente pantaneira para ajudar na construção de Maria.

Ali tinha uma senhora que contava uns causos fugindo da câmera. Eu roubei algumas coisinhas dela: o modo de mexer as mãos, de falar pela metade e já virar o rosto, de não querer entregar muito. Um jeito enrolado que, no finalzinho, faz a gente perguntar: O que você falou mesmo, que não ouvi direito? É claro que eu tive que fazer uma adaptação, porque estou contando uma história e o público precisa me entender. Mas deu pra fazer essa brincadeira de deixar umas falas ao vento.

Juliana foi uma das atrizes que recentemente encerrou seu contrato de exclusividade com a TV Globo, após 21 anos na emissora. 

Meu desligamento da Globo teve a ver com poder de escolha. Eticamente falando, quando você está com um salário vigente, é indelicado negar uma proposta de trabalho. Eu queria dizer: Não, não vou fazer isso agora porque estou a fim de ficar em casa, com os meus filhos. Cheguei a um momento da carreira em que, ainda bem, posso escolher ter mais trabalho ou mais descanso. Não tenho nada acertado com nenhuma plataforma de streaming, não tenho nenhum projeto em vista, a não ser o Caldeirola. Esse trabalho é em um outro modelo de contrato, que não tem a ver com minha porção atriz.

O Caldeirola é um quadro no Caldeirão, no qual a atriz avalia habilidades artísticas de pessoas anônimas junto de Nany People, Robson Nunes e Otávio Müller.

É muito mais difícil para quem está julgando. Mas a aura do Caldeirola é de brincadeira, provocação. Isso facilita um pouco a minha vida. Só que, sentimental do jeito que sou, sofro do mesmo jeito.


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Juliana Paes fala sobre sua personagem em <I>Pantanal</i> e comenta fim de seu contrato fixo com a <I>TV Globo</i>: -<i>Teve a ver com poder de escolha</i>

Juliana Paes fala sobre sua personagem em Pantanal e comenta fim de seu contrato fixo com a TV Globo: -Teve a ver com poder de escolha

04/Mai/

Juliana Paes está de volta ao horário nobre da TV Globo com o remake da novela Pantanal, e em conversa com o Extra, a atriz falou um pouco sobre sua personagem, Maria Marruá, e a caracterização para ela:

Para mim, se adaptar ao que pede o papel é corriqueiro, algo que eu busco como atriz. Trabalhei muito para conseguir personagens distantes desse padrão estético, aperfeiçoado. Sempre fiz questão de deixar isso muito claro nos bastidores. Quero mais é que não tenha maquiagem, que a luz seja colocada como tem que ser. Se a personagem foi castigada pela vida, não há nada mais gratificante e prazeroso pra mim do que mostrar esses sinais e um pouco mais até. No caso da Maria, há uma passagem de tempo de 20 anos de uma fase à outra da novela. Então, a gente precisou acentuar as marcas do tempo que eu já tenho.

 A atriz também contou que assistiu documentários sobre a gente pantaneira para ajudar na construção de Maria.

Ali tinha uma senhora que contava uns causos fugindo da câmera. Eu roubei algumas coisinhas dela: o modo de mexer as mãos, de falar pela metade e já virar o rosto, de não querer entregar muito. Um jeito enrolado que, no finalzinho, faz a gente perguntar: O que você falou mesmo, que não ouvi direito? É claro que eu tive que fazer uma adaptação, porque estou contando uma história e o público precisa me entender. Mas deu pra fazer essa brincadeira de deixar umas falas ao vento.

Juliana foi uma das atrizes que recentemente encerrou seu contrato de exclusividade com a TV Globo, após 21 anos na emissora. 

Meu desligamento da Globo teve a ver com poder de escolha. Eticamente falando, quando você está com um salário vigente, é indelicado negar uma proposta de trabalho. Eu queria dizer: Não, não vou fazer isso agora porque estou a fim de ficar em casa, com os meus filhos. Cheguei a um momento da carreira em que, ainda bem, posso escolher ter mais trabalho ou mais descanso. Não tenho nada acertado com nenhuma plataforma de streaming, não tenho nenhum projeto em vista, a não ser o Caldeirola. Esse trabalho é em um outro modelo de contrato, que não tem a ver com minha porção atriz.

O Caldeirola é um quadro no Caldeirão, no qual a atriz avalia habilidades artísticas de pessoas anônimas junto de Nany People, Robson Nunes e Otávio Müller.

É muito mais difícil para quem está julgando. Mas a aura do Caldeirola é de brincadeira, provocação. Isso facilita um pouco a minha vida. Só que, sentimental do jeito que sou, sofro do mesmo jeito.