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Publicada em 09/09/2024 às 10:25 | Atualizada em 09/09/2024 às 10:59

Gusttavo Lima nega envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro: Sou honesto

Documentos, obtidos pelo Fantástico, revelaram que a Justiça teria determinado o bloqueio de 20 milhões de reais de uma das empresas do cantor

Da Redação

Agnews

Gusttavo Lima usou as redes sociais no último domingo, dia 8, para rebater as acusações recentes de que uma de suas empresas, a Balada Eventos, estaria envolvida em um esquema de lavagem de dinheiro de jogos ilegais, a mesma investigação que prendeu Deolane Bezerra na última semana. 

Através dos Stories, o cantor escreveu:

Se a justiça existir nesse país, ela será feita... São 25 anos dedicados à música, todos vocês sabem da minha luta para chegar até aqui... Abuso de poder e fake news eu não vou permitir... Sou honesto. 

Caso você não esteja entendendo como o nome do cantor foi parar nesse caso, calma, que a gente te explica. Ainda no último domingo, o Fantástico revelou ter tido acesso a um documento que mostrava que a Balada Eventos teria tido 20 milhões de reais bloqueados pela Justiça, além de imóveis e embarcações apreendidos. No entanto, procurado pelo programa, o cantor explicou que não tem nenhum envolvimento com o esquema criminoso, e que apenas foi citado por vender um avião para uma das empresas investigadas pela polícia. 

A empresa que adquiriu a aeronave, a JMJ, é de José André da Rocha Neto, que, inclusive, teve sua prisão decretada na mesma operação. No entanto, como ele estava fora do Brasil no momento, é considerado como foragido pela polícia. Além disso, a Justiça determinou o bloqueio de 35 milhões das contas pessoais dele e 160 milhões de suas empresas. 

Voltando a falar de Gusttavo Lima, a defesa do cantor afirmou que o avião vendido para a JMJ - e posteriormente apreendido pela polícia - não tinha mais qualquer envolvimento com o cantor. Segundo a equipe de Lima, todo o processo de compra e venda foi devidamente registrado junto ao Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). 

Indignado, Gusttavo disse não entender porque a Justiça optou por bloquear os bens da empresa sem pedir maiores esclarecimentos sobre a venda da aeronave e a transação financeira entre as empresas:

Poderia ter sido emitido uma intimação para que a Balada Eventos prestasse conta desses valores recebidos dessas empresas. Inserir a Balada Eventos como sendo integrante de uma suposta organização criminosa e lavagem de dinheiro? Aí é loucura.

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Gusttavo Lima nega envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro: <I>Sou honesto</i>

Gusttavo Lima nega envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro: Sou honesto

12/Mai/

Gusttavo Lima usou as redes sociais no último domingo, dia 8, para rebater as acusações recentes de que uma de suas empresas, a Balada Eventos, estaria envolvida em um esquema de lavagem de dinheiro de jogos ilegais, a mesma investigação que prendeu Deolane Bezerra na última semana. 

Através dos Stories, o cantor escreveu:

Se a justiça existir nesse país, ela será feita... São 25 anos dedicados à música, todos vocês sabem da minha luta para chegar até aqui... Abuso de poder e fake news eu não vou permitir... Sou honesto. 

Caso você não esteja entendendo como o nome do cantor foi parar nesse caso, calma, que a gente te explica. Ainda no último domingo, o Fantástico revelou ter tido acesso a um documento que mostrava que a Balada Eventos teria tido 20 milhões de reais bloqueados pela Justiça, além de imóveis e embarcações apreendidos. No entanto, procurado pelo programa, o cantor explicou que não tem nenhum envolvimento com o esquema criminoso, e que apenas foi citado por vender um avião para uma das empresas investigadas pela polícia. 

A empresa que adquiriu a aeronave, a JMJ, é de José André da Rocha Neto, que, inclusive, teve sua prisão decretada na mesma operação. No entanto, como ele estava fora do Brasil no momento, é considerado como foragido pela polícia. Além disso, a Justiça determinou o bloqueio de 35 milhões das contas pessoais dele e 160 milhões de suas empresas. 

Voltando a falar de Gusttavo Lima, a defesa do cantor afirmou que o avião vendido para a JMJ - e posteriormente apreendido pela polícia - não tinha mais qualquer envolvimento com o cantor. Segundo a equipe de Lima, todo o processo de compra e venda foi devidamente registrado junto ao Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). 

Indignado, Gusttavo disse não entender porque a Justiça optou por bloquear os bens da empresa sem pedir maiores esclarecimentos sobre a venda da aeronave e a transação financeira entre as empresas:

Poderia ter sido emitido uma intimação para que a Balada Eventos prestasse conta desses valores recebidos dessas empresas. Inserir a Balada Eventos como sendo integrante de uma suposta organização criminosa e lavagem de dinheiro? Aí é loucura.