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Publicada em 11/09/2024 às 19:12 | Atualizada em 11/09/2024 às 19:15

Thelma Assis compartilha sua experiência ao desfilar na NYFW

A ex-BBB fez seu debut na semana de moda nova-iorquina neste dia 11

Duda Kabzas

Divulgação-WAY

É ela! Thelma Assis desfilou na New York Fashion Week, a semana de moda de Nova York nesta quarta-feira, dia 11, e bateu um papo com o ESTRELANDO para compartilhar sua experiência. Apesar de já ser uma veterana das passarelas, essa foi a primeira vez de Thelminha desfilando em Nova York. 

Thelma foi convidada por Maurício Duarte, estilista indígena que integra esta edição da NYFW, mas não é a primeira parceria dos dois! Amigos de longa data, a dupla já tinha atuado junta em outras edições da semana de moda de São Paulo:

- O convite para desfilar no Nova York Fashion Week surgiu porque o estilista indígena revelação na moda brasileira que vai fazer esse desfile é o Maurício Duarte, nós somos amigos e não vai ser a primeira vez que eu desfilo com Maurício. Nós já fizemos dois  São Paulo Fashion Week juntos e dessa vez quando ele veio comunicar mais essa conquista na carreira dele, na carreira promissora dele, eu fiquei muito feliz em receber o convite para poder fazer parte desse momento tão especial na carreira dele e na minha também né? Porque eu estou muito feliz de estar indo para Nova York desfilar.

E as expectativas para o desfile estavam altas, viu? Além de estar animada para andar na passarela, a ex-BBB também estava ansiosa para voltar à Nova York, cidade que gosta muito:

- A expectativa é a melhor possível, eu amo Nova York é uma cidade que respira a arte, cultura, moda, tendências fazer parte disso, né? Fazer parte da semana de moda e representando o Brasil da melhor forma. Vestindo um estilista indígena com peças autorais e construídas a várias mãos por mulheres indígenas por pessoas manauaras, né? O Mauricio é de Manaus e muitas das peças deles são construídas ali ou em São Gabriel da Cachoeira, sempre tem muita história e representatividade por detrás e eu que sou uma aliada na pauta indígena tenho essa conexão com Manaus de muitas histórias já na minha vida essa conexão que eu tenho com Manaus com a Amazônia. Então eu fico muito feliz. Para além da moda tem todo um significado eu diria que ancestral mesmo para poder estar levando esse desfile para Nova York.

Thelminha é modesta! A médica contou que apesar de ser uma grande entusiasta do mundo da Moda, ela reconhece que não é uma modelo profissional, mas que carrega um grande peso em questão de representatividade:

- Eu respeito muito todas as modelos profissionais que vão estar lá com a gente, Emilly Nunes que eu sou super fã e todas as outras para não ser injusta aqui. Eu não sou uma modelo profissional, na verdade, eu sou uma entusiasta da moda e carrego comigo uma representatividade, de ser uma mulher preta ocupando espaços que antes não eram ocupados por pessoas como eu e por pessoas que vão estar desfilando. Então eu tô indo por essa representatividade, por essa admiração e por esse amor à moda, todas as vezes que eu recebo uma missão eu me preparo estudando e eu acho que no caso da moda o olhar a observação a atenção. É a melhor forma de se preparar, como eu disse, já fui duas vezes no Fashion Week com Maurício e já desfilei várias vezes no Fashion Week aqui de São Paulo, então eu acho que cada vez que eu piso na passarela é uma emoção diferente e é uma experiência a mais para que eu já mire na próxima, dessa vez internacional.

No bate-papo, Thelma compartilhou que estava curiosa para experimentar as diferenças entre desfilar em uma semana de moda em São Paulo e em Nova York, mas que sabia que a energia do backstage seria a mesma:

- Eu acho que cada desfile ele vem cercado de significado e ele conta uma história e no caso do Maurício, ele consegue emocionar. Então eu acho que agora vai ser parecido aquela coisa de backstage, aquela correria gostosa de dar preparação mesmo para o desfile, mas eu tô muito curiosa para ver como é que funciona lá fora, como é que os gringos fazem é e aprender também com eles e o mais legal, levar um pouquinho do nosso Brasil fazer parte desse momento assim é olhar onde a gente tá chegando. É muito legal fazer parte disso muito emocionante.

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Thelma Assis compartilha sua experiência ao desfilar na <I>NYFW</i>

Thelma Assis compartilha sua experiência ao desfilar na NYFW

03/Jul/

É ela! Thelma Assis desfilou na New York Fashion Week, a semana de moda de Nova York nesta quarta-feira, dia 11, e bateu um papo com o ESTRELANDO para compartilhar sua experiência. Apesar de já ser uma veterana das passarelas, essa foi a primeira vez de Thelminha desfilando em Nova York. 

Thelma foi convidada por Maurício Duarte, estilista indígena que integra esta edição da NYFW, mas não é a primeira parceria dos dois! Amigos de longa data, a dupla já tinha atuado junta em outras edições da semana de moda de São Paulo:

- O convite para desfilar no Nova York Fashion Week surgiu porque o estilista indígena revelação na moda brasileira que vai fazer esse desfile é o Maurício Duarte, nós somos amigos e não vai ser a primeira vez que eu desfilo com Maurício. Nós já fizemos dois  São Paulo Fashion Week juntos e dessa vez quando ele veio comunicar mais essa conquista na carreira dele, na carreira promissora dele, eu fiquei muito feliz em receber o convite para poder fazer parte desse momento tão especial na carreira dele e na minha também né? Porque eu estou muito feliz de estar indo para Nova York desfilar.

E as expectativas para o desfile estavam altas, viu? Além de estar animada para andar na passarela, a ex-BBB também estava ansiosa para voltar à Nova York, cidade que gosta muito:

- A expectativa é a melhor possível, eu amo Nova York é uma cidade que respira a arte, cultura, moda, tendências fazer parte disso, né? Fazer parte da semana de moda e representando o Brasil da melhor forma. Vestindo um estilista indígena com peças autorais e construídas a várias mãos por mulheres indígenas por pessoas manauaras, né? O Mauricio é de Manaus e muitas das peças deles são construídas ali ou em São Gabriel da Cachoeira, sempre tem muita história e representatividade por detrás e eu que sou uma aliada na pauta indígena tenho essa conexão com Manaus de muitas histórias já na minha vida essa conexão que eu tenho com Manaus com a Amazônia. Então eu fico muito feliz. Para além da moda tem todo um significado eu diria que ancestral mesmo para poder estar levando esse desfile para Nova York.

Thelminha é modesta! A médica contou que apesar de ser uma grande entusiasta do mundo da Moda, ela reconhece que não é uma modelo profissional, mas que carrega um grande peso em questão de representatividade:

- Eu respeito muito todas as modelos profissionais que vão estar lá com a gente, Emilly Nunes que eu sou super fã e todas as outras para não ser injusta aqui. Eu não sou uma modelo profissional, na verdade, eu sou uma entusiasta da moda e carrego comigo uma representatividade, de ser uma mulher preta ocupando espaços que antes não eram ocupados por pessoas como eu e por pessoas que vão estar desfilando. Então eu tô indo por essa representatividade, por essa admiração e por esse amor à moda, todas as vezes que eu recebo uma missão eu me preparo estudando e eu acho que no caso da moda o olhar a observação a atenção. É a melhor forma de se preparar, como eu disse, já fui duas vezes no Fashion Week com Maurício e já desfilei várias vezes no Fashion Week aqui de São Paulo, então eu acho que cada vez que eu piso na passarela é uma emoção diferente e é uma experiência a mais para que eu já mire na próxima, dessa vez internacional.

No bate-papo, Thelma compartilhou que estava curiosa para experimentar as diferenças entre desfilar em uma semana de moda em São Paulo e em Nova York, mas que sabia que a energia do backstage seria a mesma:

- Eu acho que cada desfile ele vem cercado de significado e ele conta uma história e no caso do Maurício, ele consegue emocionar. Então eu acho que agora vai ser parecido aquela coisa de backstage, aquela correria gostosa de dar preparação mesmo para o desfile, mas eu tô muito curiosa para ver como é que funciona lá fora, como é que os gringos fazem é e aprender também com eles e o mais legal, levar um pouquinho do nosso Brasil fazer parte desse momento assim é olhar onde a gente tá chegando. É muito legal fazer parte disso muito emocionante.