Lupita Nyong'o fala sobre diagnóstico e luta contra miomas uterinos: - Fiz cirurgia para removê-los
31/Jan/
O mês de julho é dedicado à conscientização sobre os miomas uterinos e Lupita Nyong'o decidiu compartilhar o seu relato sobre a condição e incentivar mais pesquisas e diálogos sobre a saúde da mulher. Em publicação nas redes sociais, a atriz revelou que recebeu o diagnóstico em 2014, mesmo ano em que ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme 12 Anos de Escravidão.
A artista começa o post no Instagram contando que passou por uma cirurgia de retirada de 30 miomas, que são tumores benignos que se desenvolvem no útero:
Em março de 2014, ganhei um Oscar. Naquele mesmo ano, descobri que tinha miomas uterinos. Trinta miomas. Fiz uma cirurgia para removê-los. Perguntei à minha médica se havia algo que eu pudesse fazer para evitar que eles voltassem. Ela disse: Não tem como. É apenas uma questão de tempo até que cresçam de novo.
Em seguida, Lupita fez questão de levar informação aos seguidores, explicando melhor a condição, detalhando quais sintomas ela pode causar e dizendo que muitas mulheres apresentam miomas, mas ainda é um assunto pouco falado.
Miomas uterinos são tumores benignos que se desenvolvem dentro ou ao redor do útero. Podem variar do tamanho de uma ervilha ao tamanho de um melão. Podem causar sangramento menstrual intenso e anemia, dor pélvica, micção frequente e complicações na gravidez. Alguns não apresentam sintomas, enquanto outros apresentam efeitos debilitantes. Oito em cada dez mulheres negras e sete em cada dez mulheres brancas terão miomas. No entanto, falamos tão pouco sobre eles.
E deixou uma reflexão:
Quando chegamos à puberdade, aprendemos que menstruação significa dor, e que a dor simplesmente faz parte de ser mulher. Comecei a falar sobre minha experiência em particular e percebi que muitas mulheres estão passando por isso. Estamos lutando sozinhas com algo que afeta a maioria de nós. Chega de sofrer em silêncio!
A atriz finalizou escrevendo:
Precisamos parar de tratar essa questão gigantesca como uma série de coincidências infelizes. Devemos rejeitar a normalização da dor feminina. Imagino um futuro com educação precoce para adolescentes, melhores protocolos de triagem, pesquisas robustas sobre prevenção e tratamentos menos invasivos para miomas uterinos. Vamos estudar a saúde da mulher e priorizar essa condição crônica que nunca foi examinada de forma abrangente.
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