Thalita Rebouças fala sobre adaptar roteiro de Traição entre Amigas para as telas do cinema: - A essência do filme não mudou
24/Jan/
O filme Traição entre Amigas chega às telonas do cinema no dia 11 de dezembro e conta a história do primeiro livro de Thalita Rebouças, lançado em 2000 e que leva o mesmo nome do longa. A produção marca a comemoração dos 25 anos de carreira da escritora, que ganhou a adaptação de sua obra de estreia para as telas.
No entanto, criar um roteiro em 2025 de uma história criada em 2000 pode ser difícil, já que a sociedade mudou. Em coletiva de imprensa, da qual o ESTRELANDO participou, a autora comentou sobre as mudanças no enredo, mas reforçou que a essência continuou a mesma, já que o foco da história são as escolhas e sentimentos, tornando o tema atemporal.
- Adoro fazer adaptação porque, por exemplo, a essência do filme não mudou. A história está toda ali. O que que tem de novo? A Yana, que eu achei que fazia sentido ter [porque] eu quero trazer cada vez mais diversidade para os meus trabalhos no audiovisual. [...] E a Luiza, ela não cantava, ela fazia um blog. É a única diferença. O resto é assim, tudo que está lá. É um dos meus filmes mais fiéis e eu acho que tem muita relação com isso de sentimentos e dessa coisa das escolhas, é tudo atemporal. Então não importa se é de 2000, aqui a gente poderia viver essa história igualzinha agora em 2025, com pouquíssimas mudanças. Então isso também me deixa muito feliz como ele é fiel.
Ainda se derretendo por sua história, Thalita contou mais sobre as personagens principais, Penélope e Luiza, vividas por Larissa Manoela e Giovanna Rispoli, respectivamente. De acordo com ela, esses erros e acertos foram algo que ela adorou retratar no livro e também amou ver nas telas:
- Eu sempre gostei muito dessas meninas, porque elas erram e elas acertam. Quando eu comecei a escrever, eu sempre falei: Eu não quero ser maniqueísta, eu não quero. As pessoas falavam para mim: Eu comecei odiando a Penélope, depois eu amei a Penélope, eu amei a Luiza e depois eu odiei a Luiza... e é isso, eu acho que a vida é feita de escolhas e às vezes a gente erra e está tudo bem errar. Então a gente tem que se arrepender do que a gente fez de errado.
Já o diretor Bruno Barreto reforçou o quanto ele gosta de trabalhar personagens femininas e suas complexidades, algo muito retratado no longa. Relembrando sua carreira, o profissional explicou mais sobre como tenta articular essas vivências nas personagens, tentando deixá-las mais reais:
- O mistério para mim é fundamental quando eu faço cinema, e para mim o homem não tem mistério nenhum. O homem é retilíneo, eu acho o homem chato, então eu sempre sou inspirado pelos personagens femininos. É claro que eu gosto de gente complexa, eu acredito que ninguém seja totalmente bom, totalmente mal, então eu me esforço muito com os roteiros para que os homens fiquem personagens interessantes, mas o ser feminino é a razão pela qual eu faço cinema. [...] Sempre foram os personagens femininos do meu filme, são as musas, são as razões pelas quais eu faço cinema.
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