Blake Lively pede à Justiça para limitar uso de entrevista viral em julgamento, diz revista
22/Abr/
A briga judicial de Blake Lively relacionada ao filme É Assim Que Acaba segue a todo vapor e a artista possui uma audiência pré-julgamento marcada para acontecer no dia 28 de abril, enquanto o julgamento começa no dia 18 de maio, segundo informações da revista People. O veículo ainda noticia que a atriz solicitou à Justiça que limite a forma como a entrevista viral que deu em 2016, bem como as alegações de garota má, sejam apresentadas.
A entrevista em questão é o bate-papo que a artista teve com Kjersti Flaa, que voltou a circular em agosto de 2024 e viralizou na web, supostamente impulsionando críticas online, que classificavam Blake como rude, insensível e com energia de garota má.
Com ambos os lados buscando limitar as evidências que jurados ouvirão, incluindo aqueles que consideram potencialmente enganosos ou prejudiciais, uma petição foi protocolada no dia 11 de abril. A equipe jurídica da atriz estaria procurando excluir a jornalista como possível testemunha.
Nas justificativas, ainda conforme a revista, os advogados de Blake citam que o foco do caso é o que aconteceu após a viralização do vídeo, frisando que ela não está alegando que Kjersti tenha coordenado com os réus ou ajudado a orquestrar qualquer campanha difamatória.
Além disso, também teriam apresentado o argumento de que o depoimento da jornalista pouco acrescentaria ao caso e que a única ligação dela com o processo seria o ressurgimento da entrevista um dia após a estreia do filme, quando a reação negativa já estava crescendo online. Ela também supostamente não pode oferecer nenhuma informação sobre como ou por que o pequeno vídeo da protuberância se tornou viral, acrescentando ainda que qualquer depoimento sobre a causa de sua viralização seria pura especulação. O documento diz:
Para fins de julgamento, Lively precisa apenas provar… que os réus amplificaram e impulsionaram o vídeo para que ele se tornasse viral.
No entanto, teria sido argumentado pela a equipe que representa a Wayfarer Studios, cofundada por Justin Baldoni, que a reputação da atriz seria anterior a qualquer suposta campanha difamatória. A empresa respondeu que seria altamente revelante o depoimento de Kjersti, já que demonstraria a reputação pré-existente, além de incluir alegações que que a imagem de garota má teria decorrido de sua própria conduta. A defesa também afirma que isso reforça a versão de que a Wayfarer não teve envolvimento na disseminação da narrativa que contribuiu para a imagem negativa da artista.
A defesa de Lively sustenta que a inclusão desses depoimentos poderia desviar o foco do julgamento, levando os jurados a avaliarem seu caráter em vez das evidências, a partir de uma lista cuidadosamente selecionada de eventos antigos para insinuar que ela mereceu a reação negativa.
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