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Publicada em 14/06/2024 às 00:00 | Atualizada em 14/06/2024 às 08:46

KINO, integrante do PENTAGON, explica como administra a carreira e processo criativo como artista solo

O cantor concedeu uma entrevista exclusiva ao ESTRELANDO

Bárbara More e Livia Veiga

Divulgação

KINO, integrante do grupo de K-Pop PENTAGON, está mostrando um novo lado de si como artista solo. Através do álbum If this is love, I want a refund, o cantor mostrou toda a sua versatilidade e talento criativo. Todos os detalhes, desde as letras das músicas, estéticas dos clipes de música e figurinos do photoshoot foi idealizado por ele, que fundou a empresa NAKED.  

O ESTRELANDO realizou uma entrevista exclusiva com KINO e você já conferiu a primeira parte dela. Agora está na hora de saber mais detalhes sobre o EP e entender quais eram as mensagens que o artista queria passar. Ele começa explicando que apesar de Broke My Heart e as demais faixas terem entregado vibes retrô, não foi algo intencional.

- Eu quis fazer uma música contemporânea e criar um álbum bem moderno. Ao mesmo tempo, alguém me disse que conhece sentir vibes dos anos 1970, 1980 e 1990, mas não foi a minha intenção. Como cresci com músicas pop, talvez sem eu saber isso pode ter influenciado meu estilo musical, então posso dizer que esse álbum possui dois lados de emoções e sentimentos. 

Ao ser questionado se escolheu usar cores vibrantes e chamativas por ser sua estética, o idol de K-Pop conta que apenas estava buscando estéticas que combinassem com as letras de cada um dos clipes. 

- Eu posso dizer que sim e não. Eu lancei cinco vídeos diferentes para este EP e, em cada um deles, entreguei sentimentos diferentes. Por exemplo, Broke My Heart é mais dark, enquanto Solo é mais vibrante e divertida. Tudo se encaixa no estilo da música e eu sei que haverá ao menos uma música que vai combinar com seu estilo. 

Broke My Heart é uma colaboração com Lay Bankz, que entrega uma sintonia perfeita com KINO e leva os ouvintes a dançar junto com eles. O famoso compartilha detalhes da faixa principal e explica como chegou até a cantora. 

- Primeiramente, a música é sobre desejar o pior para um ex que o traiu. Que me traiu ou que traiu alguém. As letras são fofas e inteligentes. Por exemplo, tem uma parte que diz: Aposto que vai doer remover as tatuagens. Eu posso dizer que esse verso representa o pensamento real quando seu coração é partido. Eu amo a letra. Em relação a Lay Bankz, eu estava buscando um artista de qualidade que combinasse com os versos e finalmente acabei encontrando os vídeos dela, mandei um e-mail, fui respondido e o resto é história. 

Em seguida, conta que foi muito divertido e natural gravar com Lay, que se tornou a escolha perfeita para o feat. 

- Nos encontramos pela primeira vez nas gravações do videoclipe na Filadélfia e simplesmente criamos a coreografia no local. Toda a experiência foi muito nova para mim, me diverti muito. Todo mudo que está ouvindo Broke My Heart está dizendo que Lay Bankz foi a melhor escolha, então eu posso sentir que ela é a combinação perfeita. 

Já Freaky Love é um pouco diferente das demais faixas, pois ganhou um vídeo em animação e KINO nos conta de onde veio a ideia.

- Eu acho que a ideia veio da melodia do refrão. Depois que criei o refrão, senti que o som seria uma combinação perfeita para um vídeo animado. Encontramos um ótimo animador e tentamos contar a história da música. Eu acho que acabou muito bem. 

De forma geral, o artista diz que busca retratar os sentimentos e vivências dos jovens que ainda estão na casa dos 20 anos de idade. 

- Neste momento, posso me definir como um contador de histórias dos 20 e poucos anos. Quero criar músicas identificáveis que contem histórias que vivemos todos os dias. Eu quis fazer esse EP para representar isso, então se vocês ouvirem, tenho certeza que vão sentir que é uma página do seu diário. 

Agora que possui sua própria empresa, gerencia sua carreira e cuida dos mínimos detalhes de seus trabalhos, ele ganhou a fama de businessman, mas ressalta que recebe muita ajuda para fazer com as ideias sejam desenvolvidas e acabem saindo do papel. 

- Eu apenas faço sem pensar, é assim que administro tudo. Ao mesmo tempo, a razão pela qual consigo fazer isso, são as pessoas ao meu redor. Se eu tiver boas referências para o photoshoot, designers me ajudam a desenvolver as ideias. Se eu tiver uma boa melodia, compositores fazem boas faixas com ela. Posso dizer que não consigo cuidar de tudo sozinho, estou recebendo muita ajuda. 

KINO ainda revela que está vivendo dias repletos de novidades e aprendizados, o que tem sido uma ótima experiência para ele. 

- Por trás das câmeras, há muitas experiências novas. Estou aprendendo algo novo todos os dias, então sinto que cada processo de produção é tão divertido e incrível, mas a minha parte favorita é o processo de idealização. Eu gosto das conversas e de buscar referências. Sempre estamos buscando novos artistas e músicas e todos os dias eu e meu time falamos sobre ideias novas. É claro que algumas vezes eu falo, mas algumas vezes dá resultados perfeitos. 


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KINO, integrante do <i>PENTAGON</i>, explica como administra a carreira e processo criativo como artista solo

KINO, integrante do PENTAGON, explica como administra a carreira e processo criativo como artista solo

15/Jul/

KINO, integrante do grupo de K-Pop PENTAGON, está mostrando um novo lado de si como artista solo. Através do álbum If this is love, I want a refund, o cantor mostrou toda a sua versatilidade e talento criativo. Todos os detalhes, desde as letras das músicas, estéticas dos clipes de música e figurinos do photoshoot foi idealizado por ele, que fundou a empresa NAKED.  

O ESTRELANDO realizou uma entrevista exclusiva com KINO e você já conferiu a primeira parte dela. Agora está na hora de saber mais detalhes sobre o EP e entender quais eram as mensagens que o artista queria passar. Ele começa explicando que apesar de Broke My Heart e as demais faixas terem entregado vibes retrô, não foi algo intencional.

- Eu quis fazer uma música contemporânea e criar um álbum bem moderno. Ao mesmo tempo, alguém me disse que conhece sentir vibes dos anos 1970, 1980 e 1990, mas não foi a minha intenção. Como cresci com músicas pop, talvez sem eu saber isso pode ter influenciado meu estilo musical, então posso dizer que esse álbum possui dois lados de emoções e sentimentos. 

Ao ser questionado se escolheu usar cores vibrantes e chamativas por ser sua estética, o idol de K-Pop conta que apenas estava buscando estéticas que combinassem com as letras de cada um dos clipes. 

- Eu posso dizer que sim e não. Eu lancei cinco vídeos diferentes para este EP e, em cada um deles, entreguei sentimentos diferentes. Por exemplo, Broke My Heart é mais dark, enquanto Solo é mais vibrante e divertida. Tudo se encaixa no estilo da música e eu sei que haverá ao menos uma música que vai combinar com seu estilo. 

Broke My Heart é uma colaboração com Lay Bankz, que entrega uma sintonia perfeita com KINO e leva os ouvintes a dançar junto com eles. O famoso compartilha detalhes da faixa principal e explica como chegou até a cantora. 

- Primeiramente, a música é sobre desejar o pior para um ex que o traiu. Que me traiu ou que traiu alguém. As letras são fofas e inteligentes. Por exemplo, tem uma parte que diz: Aposto que vai doer remover as tatuagens. Eu posso dizer que esse verso representa o pensamento real quando seu coração é partido. Eu amo a letra. Em relação a Lay Bankz, eu estava buscando um artista de qualidade que combinasse com os versos e finalmente acabei encontrando os vídeos dela, mandei um e-mail, fui respondido e o resto é história. 

Em seguida, conta que foi muito divertido e natural gravar com Lay, que se tornou a escolha perfeita para o feat. 

- Nos encontramos pela primeira vez nas gravações do videoclipe na Filadélfia e simplesmente criamos a coreografia no local. Toda a experiência foi muito nova para mim, me diverti muito. Todo mudo que está ouvindo Broke My Heart está dizendo que Lay Bankz foi a melhor escolha, então eu posso sentir que ela é a combinação perfeita. 

Já Freaky Love é um pouco diferente das demais faixas, pois ganhou um vídeo em animação e KINO nos conta de onde veio a ideia.

- Eu acho que a ideia veio da melodia do refrão. Depois que criei o refrão, senti que o som seria uma combinação perfeita para um vídeo animado. Encontramos um ótimo animador e tentamos contar a história da música. Eu acho que acabou muito bem. 

De forma geral, o artista diz que busca retratar os sentimentos e vivências dos jovens que ainda estão na casa dos 20 anos de idade. 

- Neste momento, posso me definir como um contador de histórias dos 20 e poucos anos. Quero criar músicas identificáveis que contem histórias que vivemos todos os dias. Eu quis fazer esse EP para representar isso, então se vocês ouvirem, tenho certeza que vão sentir que é uma página do seu diário. 

Agora que possui sua própria empresa, gerencia sua carreira e cuida dos mínimos detalhes de seus trabalhos, ele ganhou a fama de businessman, mas ressalta que recebe muita ajuda para fazer com as ideias sejam desenvolvidas e acabem saindo do papel. 

- Eu apenas faço sem pensar, é assim que administro tudo. Ao mesmo tempo, a razão pela qual consigo fazer isso, são as pessoas ao meu redor. Se eu tiver boas referências para o photoshoot, designers me ajudam a desenvolver as ideias. Se eu tiver uma boa melodia, compositores fazem boas faixas com ela. Posso dizer que não consigo cuidar de tudo sozinho, estou recebendo muita ajuda. 

KINO ainda revela que está vivendo dias repletos de novidades e aprendizados, o que tem sido uma ótima experiência para ele. 

- Por trás das câmeras, há muitas experiências novas. Estou aprendendo algo novo todos os dias, então sinto que cada processo de produção é tão divertido e incrível, mas a minha parte favorita é o processo de idealização. Eu gosto das conversas e de buscar referências. Sempre estamos buscando novos artistas e músicas e todos os dias eu e meu time falamos sobre ideias novas. É claro que algumas vezes eu falo, mas algumas vezes dá resultados perfeitos.