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Publicada em 15/02/2019 às 17:43 | Atualizada em 15/02/2019 às 17:43

Justiça condena Lírio Parisotto por agressão contra Luiza Brunet e ex-modelo se pronuncia: Momento representativo

O empresário já havia sido condenado em primeira instância, mas decidiu recorrer

Da Redação

Divulgação

O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou, na última quinta-feira, dia 14, o empresário Lírio Parisotto por agressão contra a ex-namorada Luiza Brunet, segundo informações da colunista Marina Caruso. O advogado da ex-modelo, Pedro Egberto Neto, se pronunciou sobre o caso, dizendo:

Foi uma vitória para Luiza e para todas as mulheres do Brasil. Além de prestar serviço comunitário por um ano, como medida socio-educativa, Parisotto terá de ir todo mês, por dois anos, a um cartório criminal mostrando que está morando em São Paulo. E só poderá viajar com autorização da justiça.

Apesar da condenação em segunda instância, o empresário ainda pode recorrer no Superior Tribunal de Justiça, mas acredita-se que isso dificilmente reverterá a situação. 

Ele pode embargar a declaração e entrar com um recurso especial no Superior Tribunal de Justiça para tentar a prescrição do crime. Só que o STF não reanalisa os fatos, somente as matérias de direito. A condenação existe e está aí, disse o advogado. 

O empresário já havia sido condenado em primeira instância, mas decidiu recorrer e, por unanimidade, a condenação se manteve. 

Em seu Instagram, a ex-modelo publicou um texto agradecendo o apoio e contando sobre o momento em que recebeu a notícia. 

Eu sempre acreditei na Justiça. A condenação de hoje em segunda instância, por unanimidade, veio em um momento representativo. Recebi a notícia de hoje dentro da secretaria de Justiça do Estado de São Paulo. Estava em reunião com o secretário de Justiça Paulo Dimas, discutindo a nova campanha do Estado de prevenção e combate à violência doméstica, da qual participarei para ajudar muitas mulheres que são vítimas da violência. Estar em uma casa da Justiça no momento em que a decisão saiu foi muito simbólico para mim. A resposta da Justiça chancelou a minha verdade e de tantas outras mulheres que foram violentadas e obrigadas a se calar. Fui julgada e desacreditada. Mas, finalmente se fez Justiça. Esse é um momento de vitória para as mulheres. Me sinto motivada em me envolver cada vez mais em campanhas que dão voz para, nós, mulheres.

A seguir, relembre mais sobre o caso:

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