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Publicada em 27/02/2019 às 14:27 | Atualizada em 14/03/2019 às 21:30

Marina Ruy Barbosa teria pedido para não trabalhar mais com José Loreto

A atriz foi apontada como pivô da separação de Loreto e Débora Nascimento, mas negou envolvimento com a história

Da Redação

Divulgação

Marina Ruy Barbosa, que foi apontada como pivô da separação de José Loreto e Débora Nascimento - injustamente, segundo ela mesma - se cansou de vez dessa história.

E, pelo que parece, isso afetou a vida profissional dos envolvidos. Isso porque, segundo Fabíola Reipert, Marina teria pedido à Globo para não trabalhar mais com Loreto.

A jornalista disse ainda que as cenas dele devem diminuir, ao contrário do que o autor, Aguinaldo Silva, afirmou nas redes sociais.

Confira, abaixo, tudo que rolou desde a separação:


Após o Dia das Mulheres, Débora quebrou o silêncio nas redes sociais, em um textão que foi interpretado de várias maneiras diferentes, mas cujo trecho principal diz que ninguém agiu sozinho: Débora Nascimento . Nenhuma mulher merece se sentir oprimida. Diante de tantos ataques e injúrias oportunistas que venho sofrendo, meu silêncio agora me oprime, mas a verdade há de me libertar.Vamos falar de verdade?A verdade costumar ter três lados: o da pessoa que conta a sua versão, a versão do outro e finalmente o fato propriamente dito. Mas hoje temos o universo paralelo da internet e das redes sociais cheios de robôs e comentaristas da vida alheia que julgam a partir de um sistema de manipulação de imagem e narrativa. Nesse mundo virtual versões construídas crescem exponencialmente e ganham contornos maiores do que a vida real e assim é criada uma hipócrita, oportunista e artificial quarta verdade. Eu, Débora, faço questão de viver e valorizar a vida real, de acordo com meus princípios, prezando pelo bom senso e respeitando quem eu sou genuinamente: uma mulher de 33 anos, que trabalha muito, mãe de uma menina de 10 meses. Eu que sempre optei pela discrição em minha vida pública, sofri uma exposição e fui refém de uma situação que não escolhi. Tenho muita consciência do que vi e vivenciei, ninguém agiu sozinho, isso foi bem claro para mim.Mantive meu silêncio justamente para não expôr mais uma mulher - exercitando minha empatia e sororidade, que é verdadeira e não oportuna.Devemos sempre pensar na genuína fragilidade alheia.Nunca me permiti esmorecer.Pautei minhas atitudes com muita cautela, sempre priorizando proteger minha filha.Tenho ciência do meu poder feminino- o que considero um ato de resistência dentro da estrutura moralista e machista de um país onde 536 mulheres são agredidas por hora, onde as estatísticas perdem espaço para fake news.Sei que sou dona do meu corpo, valores, escolhas e silêncios. E nenhuma manipulação, julgamento injusto, narrativa artificial ou notícia mentirosa vai me impedir de ser feliz.Não aceito nada menos que ser feliz, devo isso à mim e minha filha. Parece que a história ainda vai dar o que falar.

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