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Publicada em 29/03/2019 às 11:38 | Atualizada em 16/04/2019 às 15:04

Débora Nascimento abre o jogo sobre José Loreto: - É um elo eterno

A atriz concedeu uma entrevista exclusiva para a revista Glamour e falou sobre sua relação com o ator

Da Redação

Divulgação-Karine Basílio

Depois de despistar sobre os rumores de que teria reatado o casamento com José Loreto, de quem está separada desde fevereiro, Débora Nascimento é capa da nova edição da revista Glamour, que divulgou uma prévia da entrevista realizada com a atriz, que garantiu fugir de viver num conto de fadas. 

Ao abordar a técnica oriental milenar Kintsugi, que consiste em juntar pedaços de peças de cerâmicas quebradas com fios de ouro, transformando-as em um novo trabalho, a atriz falou sobre as cicatrizes da vida:

- A gente tem que ter consciência de que quebra. Mas quebrar não significa que não vá juntar os caquinhos e montar depois algo melhor e mais interessante, com uma cola mais firme. 

Débora não entrou em detalhes sobre a quantas andas seu relacionamento com José Loreto, não confirmando a reconciliação. No entanto, Débora não se esquivou de falar sobre a família que construiu com o ator, com quem tem uma filha, Bella, de quase um ano de idade:

- Ele é o pai da minha filha e vai ser para sempre. Não foi uma escolha aleatória. É um elo eterno e eu sou madura o suficiente para entender. 

Em se tratando sobre sua posição como mulher feminista, a atriz, que interpreta a personagem Gisela em Verão 90, contou que não aceita qualquer tipo de opressão por ser mulher:

- Não aceito mais nenhum tipo de opressão. Minha busca diária é pela felicidade.

Relembre tudo o que aconteceu na polêmica separação dela com Loreto abaixo:


Após o Dia das Mulheres, Débora quebrou o silêncio nas redes sociais, em um textão que foi interpretado de várias maneiras diferentes, mas cujo trecho principal diz que ninguém agiu sozinho: Débora Nascimento . Nenhuma mulher merece se sentir oprimida. Diante de tantos ataques e injúrias oportunistas que venho sofrendo, meu silêncio agora me oprime, mas a verdade há de me libertar.Vamos falar de verdade?A verdade costumar ter três lados: o da pessoa que conta a sua versão, a versão do outro e finalmente o fato propriamente dito. Mas hoje temos o universo paralelo da internet e das redes sociais cheios de robôs e comentaristas da vida alheia que julgam a partir de um sistema de manipulação de imagem e narrativa. Nesse mundo virtual versões construídas crescem exponencialmente e ganham contornos maiores do que a vida real e assim é criada uma hipócrita, oportunista e artificial quarta verdade. Eu, Débora, faço questão de viver e valorizar a vida real, de acordo com meus princípios, prezando pelo bom senso e respeitando quem eu sou genuinamente: uma mulher de 33 anos, que trabalha muito, mãe de uma menina de 10 meses. Eu que sempre optei pela discrição em minha vida pública, sofri uma exposição e fui refém de uma situação que não escolhi. Tenho muita consciência do que vi e vivenciei, ninguém agiu sozinho, isso foi bem claro para mim.Mantive meu silêncio justamente para não expôr mais uma mulher - exercitando minha empatia e sororidade, que é verdadeira e não oportuna.Devemos sempre pensar na genuína fragilidade alheia.Nunca me permiti esmorecer.Pautei minhas atitudes com muita cautela, sempre priorizando proteger minha filha.Tenho ciência do meu poder feminino- o que considero um ato de resistência dentro da estrutura moralista e machista de um país onde 536 mulheres são agredidas por hora, onde as estatísticas perdem espaço para fake news.Sei que sou dona do meu corpo, valores, escolhas e silêncios. E nenhuma manipulação, julgamento injusto, narrativa artificial ou notícia mentirosa vai me impedir de ser feliz.Não aceito nada menos que ser feliz, devo isso à mim e minha filha. Parece que a história ainda vai dar o que falar.

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