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Publicada em 11/08/2020 às 15:15 | Atualizada em 14/08/2020 às 14:07

Marco Pigossi detona a novela Fina Estampa: - Devia ser proibida de reprisar

O astro, em conversa com João Vicente de Castro, ainda disse que na trama tinha muita barbaridade

Da Redação

Divulgação

Eita! Agora que não faz mais parte da TV Globo, Marco Pigossi não se importa de dar opiniões, digamos, mais polêmicas. Durante uma live com João Vincente de Castro, o ator foi bem sincero ao falar sobre Fina Estampa, novela da emissora que foi primeiramente ao ar em 2011, mas que atualmente está sendo reprisada no horário das nove. Na trama, o astro interpretou Rafael Fernandes.

Sem perder tempo, o astro da Netflix logo falou:

- Essa novela devia ser proibida de reprisar porque tinha tanta barbaridade. Tanta barbaridade! É uma loucura. É interessante ver... em 2011 era um tempo que as pessoas ainda podiam meiose dar o direito de: ai eu não ligo para política. Não tinha muito isso, era o começo dessa discussão. Agora, você passar uma novela dessas hoje é uma loucura!

Ele, que agora mora nos Estados Unidos, ainda continua:

- Eu tenho vergonha de algumas coisas que são faladas na novela, de como são tratadas na novela, tenho vergonha um pouco também da minha atuação, tenho vergonha das minhas mechas loiras. Mas faz parte da gente!

Assista ao momento logo abaixo:


A seguir, relembre os atores que odiaram interpretar seus personagens!


Já assistiu à série Você, da Netflix? Pois saiba que Penn Badgley, o protagonista da trama, detesta o seu personagem, Joe Goldberg: - Ele é um cara muito condenável. Você começa a descobrir seus verdadeiros motivos bem cedo, com oito minutos de série. Ele é um cara que é capaz de perseguir, ele é um cara que é capaz de matar, ele é um cara que é capaz de muita manipulação e abuso. É uma coisa muito interessante, onde você está vendo a trajetória de uma alma, de um homem, e ele é completamente obsessivo e compulsivo e acredita que está operando pela lógica de um verdadeiro romântico. Eu não o vejo como um retrato de uma pessoa real, vejo-o como uma representação de uma parte de nós que se identifica com ele. A parte de nós que é um troll. Aquela parte de nós que é vítima de culpa, a parte de nós que é privilegiada e cega. Estamos destinados a nos identificar com ele. Eu estava fazendo isso no Twitter, muito irônico, disse Badgley em entrevista ao programa TODAY.

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