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Publicada em 17/12/2020 às 19:05 | Atualizada em 17/12/2020 às 19:05

Com a mesma tecnologia usada em Star Wars, live de Alok será um projeto transformador na carreira do DJ: - A música pode ser uma cura emocional

Ele ainda explicou que Roberto Carlos fará uma participação - e revelou uma curiosa história envolvendo Mick Jagger!

Carolina Rocha e Luiza Aloi

Divulgação

No próximo sábado, dia 19, Alok irá realizar mais uma live que tem tudo para chamar a atenção! O DJ, em coletiva de imprensa nessa quinta-feira, dia 17, deu detalhes sobre a apresentação - que contará com quatro músicas inéditas -, revelou que pediu autorização para Roberto Carlos e ainda contou a curiosa história de um exigente Mick Jagger!

Primeiro, o marido de Romana Novais, que também abriu o jogo sobre o nascimento prematuro de sua filha, explicou que em outubro fez diversos testes de laser pelo Brasil, justamente para chamar a atenção para esta próxima live - e como tudo é sempre bem planejado, Alok escolheu fazer ativações que coincidissem com uma chuva de meteoros que aconteceu no país:

- A gente sabia que em outubro acontecia um fenômeno de uma chuva de meteoros. o que eu não esperava, aquele dia caiu um meteoro no sul da Bahia, onde meu pai mora. Aí o pessoal começou a falar que isso era coisa do Alok. Virei meme. A gente colocou o laser num lugar muito iluminado, aí ficou uma parada que poucas pessoas conseguiram ver [laser de canetinha].  O mais curioso é que o dia que chegou em Goiânia, durante a ativação, cai um meteoro. Foi muito louco isso ter acontecido. Pra mim, mais um sinal que representou um milagre. 

Em seguida, ele explica por que escolheu também escolheu os Estados Unidos para realizar esses testes e ativações e, de quebra, fala de seus motivos para gostar tanto de lasers:

- Questão de logística, tem que ser lá no norte da Califórnia, em sacramento. A galera começou a ligar pra policia e a policia foi bater lá, perguntar o que estava acontecendo. Acho que o laser é uma forma de emanar o que a gente tem de dentro da gente de emanar luz.

Roberto Carlos também estará na live - mas por meio de chamada de vídeo, já que Alok fez um remix de Jesus Cristo, uma das músicas do Rei. O DJ, então, explicou que pediu permissão para ter um especial de final de ano!

- Por fazer um especial de final de ano, eu preciso pedir benção e homenagear o rei Roberto Carlos. Liguei pra ele e queria muito fazer o remix de Jesus Cristo. Ele me mandou o material e foi muito interessante fazer. Quando eu terminei de fazer a primeira versão, ele me ligou e falou assim: Olha, sabe o que é, queria pedir pra você mudar isso e isso. Eu até brinquei com ele. Quando eu fiz os dois trabalhos pro Mick Jagger, ele era uma pessoa extremamente exigente. No primeiro trabalho ele pediu sete ou oito alterações, e a segunda faixa estava na nona alteração. Virei pra ele e disse: Hoje eu entendo porque você gravou a musica I Can't Get No Stisfaction, porque você nunca está satisfeito, mas aí deu certo. Foi incrível trabalhar com o Roberto e eu não poderia deixar nesse especial de final de ano de homenagear o rei.

Jogo e acusações de lavagem de dinheiro

Em dezembro, Alok inaugurou uma instituição que leva o seu próprio nome e logo fez uma doação de 27 milhões de reais! E isso foi criado em parceria com o game Garena Free Fire, em que o DJ virou um personagem com o poder de cura. Com essa doação milionária, ele recebeu críticas e até mesmo foi acusado de fazer lavagem de dinheiro:

- Eu comecei hoje uma conexão com o universo gamer, me transformei num personagem e me colocaram com uma habilidade de curar as pessoas, e isso mudou até a dinâmica de dentro do jogo. Naquele momento falei: quero abrir mão de todo o meu lucro, vamos usar para investimentos filantrópicos. Estamos lançando [o instituto] com um capital inicial de 27 milhões. Eu faço isso pra não voltar para aquele lugar que eu estava [de depressão]. Comecei a ver alguns comentários, tipo: ah, agora vai fazer isenção de impostos, lavagem de dinheiro. Eu fiquei pensando... não quero fazer doações, quero fazer investimentos sociais com inteligência, mas eu entendo essas pessoas. Há oito anos eu não acreditava em filantropia. E eu só espero que daqui a oito anos as pessoas mudem também.

A primeira live 

Como você viu no ESTRELANDO, Alok realizou uma live que deu o que falar! Em sua própria casa, em São Paulo, ele chamou a atenção - e empolgou - os vizinhos:

- A primeira live foi engraçada porque as pessoas perguntaram: quanto é a conta de energia da casa do Alok? [risos]. Mas a gente se preocupou muito em sustentabilidade. A energia que a gente vai usar, vamos devolvê-la. É uma energia renovável que vai para as empresas. Poderia ser um projeto transformador de carreira. Estamos usando uma tecnologia que é só usada em filmes, foi usada em Star Wars. Tivemos vários problemas técnicos no começo, mas se tornou algo que eu não penso que é uma live, um show, mas uma entrega emocional e pessoal, com o intuito de levar uma cura emocional.

Sobre querer que a live seja uma cura emocional, ele ainda explica:

- Eu não sei se é uma live de celebração. Sei que muitas pessoas não estão no momento de celebrar. Tem muitas pessoas sofrendo de ansiedade, umas mais deprimidas, agressivas, e a gente não pode ser condutor dessas energias negativas. Uma vez que a gente se cura, a gente pode ajudar os outros a melhorar. Acho que a musica em si pode levar um pouco disso.

O começo da carreira

Hoje ele é considerado o quinto DJ melhor do mundo, mas o começo de sua carreira não foi tão fácil assim! O DJ logo recordou como foi a primeira vez que ele tocou:

- A primeira vez que eu toquei na minha vida, foi um desastre. Eu tinha 11 anos de idade e mandei muito mal, errei tudo e falei que eu era o pior DJ do mundo. Pra esse Alok, eu falaria: você é ruim mesmo, mas dá pra melhorar. Mas depois, quando eu fui tocar numa festa anos mais tarde, foi impressionante aquele momento em que eu levantei a mão, as pessoas levantaram a mão também e eu fiquei: nossa, como eu consegui me conectar com a galera. E eu soube que queria fazer isso para o resto da minha vida. Eu quis desistir, porque via meus amigos, familiares, todos passando dificuldade. Pensei que viver de arte era muito difícil. E eu já era zoado na escola, zoavam o meu nome, a profissão dos meus pais, as pessoas não entendiam o que fazia um DJ. Pra esse Alok, eu diria só para ele continuar, concluiu.

Demais, né?

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